terça-feira, 19 de Agosto de 2014

Nani

E o melhor extremo da Liga é... Finalmente uma contratação que aproxima o Sporting da luta. E que contratação!

segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

O que foste tu fazer Mourinho?

Quarenta e cinco minutos super entusiasmantes do ponto de vista ofensivo. Juntar Matic, Óscar e Hazard a Fabregas é uma benção para o futebol. Será que Mourinho percebeu, finalmente, que a sua grande lacuna estava na escolha da forma e dos executantes do ataque? Ou será apenas por ser o primeiro jogo do campeonato?
A chave está no meio campo, e Mourinho mostra um como há muito não se via. Todos os jogadores são criativos/inteligentes e têm bom toque de bola (Matic, Fabregas, Óscar).
Fica por perceber se a dinâmica criada é pelos jogadores que estão em campo, ou se trabalhada por Mourinho. De futuro, com o decorrer dos jogos veremos isso no pormenor.

Fabregas joga um futebol que nesta equipa poucos, muito poucos, percebem. Ainda assim, para que se continue a tirar o que de melhor ele tem é preciso que continue a ter opções de passe diversas (apoio, profundidade, cobertura) e ele conseguirá sempre encontrar um caminho. É também necessário que a equipa jogue compacta no meio campo adversário, sem pressa de chegar a frente, para que Fabregas tenha tempo de chegar as zonas de criação, nas melhores condições para dar seguimento ao lance.

O Burnley é fraquinho, fraquinho. Mas não me lembro de um jogo do Chelsea no ano anterior com esta dinâmica.
Veremos os próximos capítulos...

O que precisa mais de ver Jesus...



Para colocar Gaitan como avançado? Jogando na vertical, responsável por procurar espaços entre sectores. Sendo que não se pode comparar a Aimar ou a um Saviola, é o jogador que mais aproxima, neste plantel, a equipa do êxito jogando pelo corredor central, em posições adiantadas.

O que é que Talisca tem mais que Bernardo? 
O que é que Jara tem?
O que é que os de cima têm mais do que Ola John?
Jardel preocupa-me. Ter dois centrais sem competências técnicas relevantes, numa equipa que se quer dominante é bastante limitador da produção ofensiva da equipa. Bem como poderá prejudicar ao nível dos erros que poderão ser aproveitados pelo adversário.

Sérgio Oliveira é muito interessante. E num modelo como o de Fonseca, poderá sobressair como Josué há duas épocas atrás. 

Grande exibição do Paços de Ferreira, ou má exibição do Benfica? O número de lances de grande potencial que permitiu ao adversário foi anormal, tendo em conta a mais valia individual do adversário.

Aquilo que sucedeu à Paulo Fonseca no Porto, que foi ter entrado num momento péssimo, com muitos sapos para engolir, uma equipa pior que a do ano anterior, tendo de substituir um treinador que deixou a bitola demasiada elevada, ao nível dos resultados, e da qualidade de jogo, poderá acontecer com Marco Silva. Sendo que a cobrança vai ser imensa, os problemas internos multiplicam-se, e ter um presidente que acha que tem um plantel de grande qualidade poderão camuflar a imagem de um treinador competente dentro de alguns meses. Marco, assim como Paulo, e por que não Vítor Pereira quando chegou como treinador principal ao Porto, e como o homem que virá substituir Jesus no futuro, têm/tiveram/terá tarefas hercúleas.
Não é que Fonseca tenha feito um grande trabalho no Porto. Provou que não era a altura certa para dar o salto para um grande, e encontrou Jesus na frente de um Benfica, com um plantel soberbo. Porém, é um dos treinadores com mais qualidade na Liga, e tenho a certeza que vai crescer com tudo o que lhe tem acontecido, vai ficar melhor preparado, e não vai falhar caso tenha nova oportunidade num grande. Seguiremos o seu Paços de Ferreira com bastante atenção. 

domingo, 17 de Agosto de 2014

Posicionamento dos laterais no FC Porto









Ainda assim o mais preocupante continuam, para mim, a ser os dois centrais. Falta de qualidade gritante, no que se refere aos comportamentos defensivos. E com bola acrescentam muito, muito, pouco. Podem os dois destruir com facilidade um modelo de jogo, onde vão enfrentar todos os jogos N situações a defender muito espaço com poucos, ou nenhuns, colegas.

sábado, 16 de Agosto de 2014

No meio campo é que se joga. E que médios tens tu Marco!

Este exercício é meramente especulativo. Mas o que seria do Sporting se aproveitasse todo o potencial que tem no seu meio campo? Será assim tão descabido alterar o sistema, colocando mais um médio, tendo em conta que os melhores jogadores do Sporting são de facto os médios? E sabendo-se da falta de qualidade dos extremos.

Sobre o Sporting de Marco Silva há que realçar alguns aspectos:
1) O regresso dos ataques pelo corredor central. Que curiosamente ressuscita Montero (que faz de quarto médio) e André Martins!

2) Montero ganha cada vez mais preponderância no modelo. É a primeira referência para a transição ofensiva do Sporting, bem como para retirada de pressão. Não poderia de facto cair em melhores pés, os inícios dos ataques leoninos.

3) A liberdade criativa (ao nível da tomada de decisão) que dá aos jogadores, permite-nos perceber cada vez melhor a qualidade excepcional de Montero e William, com André Martins a prometer voltar a tudo o que esperámos dele.

4) Na pressão no meio campo adversário, quando a bola entra no corredor lateral, pressiona o homem da bola e os restantes fecham os adversários. Percebe-se que o objectivo é que o adversário, sem soluções, jogue na frente sem qualidade. Mas, se alguém bate aquela contenção está imediatamente criada superioridade numérica, e os jogadores ficam demasiado longe para tapar a progressão.

5) Estranho a missão defensiva de André Martins. Quando a bola entra no meio campo do Sporting fica HxH com o médio defensivo adversário.

6) O Sporting dividiu o jogo com a Académica. Pelos erros em posse, que possibilitaram várias saídas em transição, e a expulsão de William. Derivado da falta de qualidade de alguns dos executantes. Mas, também porque a Académica dava tanto espaço que era muito complicado não cair na tentação de ir rápido para frente. Com um passe estava no meio campo adversário, com dois alguém tinha espaço para progredir contra a defesa contrária. Tivessem os executantes da maior parte desses lances sido outros (que não Adrien, Carrillo, Heldon, ou Capel) e dava facilmente para ter goleado. Assim, mais vezes a equipa se encontrou desorganizada por jogar "sempre" na vertigem, sem grandes pausas, sem tempo para se posicionar de forma adequada.

7) A equipa não estava preparada para jogar com 10 jogadores.

8) Os problemas com os centrais somados à lesão de Cédric e à expulsão de William são demasiados imponderáveis que o treinador não controla. E o que dizer do golo sofrido?

Seria interessante, dado a falta de qualidade dos centrais do Sporting, ver Rossel como central.
É impossível pedir alguma coisa a Capel que não seja baixar a cabeça, correr em frente, e cruzar ou chutar.
Carrilo continua inconstante. Alterna entre lances de grande qualidade e lances onde decide de forma horrorosa.
Montero, William e André Martins simplesmente fabulosos.
Sarr, com algumas dificuldades posicionais, e em jogar com qualidade sob pressão. Preciso ainda assim de ver com mais atenção, em mais jogos.  

No meio dos milhões surge um miúdo

Há vários anos atrás, ainda antes do início do blog, desloquei-me a Inglaterra para com o Sir Luís (um dos autores do início do blog) que por lá vivia e vive, ter uma reunião com a ProZone. Tínhamos algumas ideias que acabámos por não cumprir. Eramos bastante jovens e isso preocupava-me. De que forma seriamos recebidos por um representante dum software que dava os primeiros passos mas que já tinha uma dimensão assinalável. Na apresentação recordo que entre outras equipas / selecções que já o usavam, o exemplo da selecção espanhola, que tinha requerido os seus préstimos na última grande competição em que havia participado. O sir sossegou-me antes da reunião. “Aqui não há preconceitos. Isto não é como Portugal. Não interessa se és jovem, branco, preto, gordo, com tatuagens ou brincos. Desde que sejas bom, podes ter o aspecto e a idade que tiveres que apostam”


Dier, um dos centrais que promete marcar o futebol mundial nos próximos anos estreou-se hoje numa Liga que já o chamava há muito tempo. Uma estreia para recordar para sempre. Hoje, o mesmo lamento desde o primeiro texto sobre o central inglês. Que pena não ser português. Qualidade técnica táctica e um perfil assombroso de liderança. Sem nunca ter experimentado muito o contexto da nossa Liga sabemos que o melhor central formado em Portugal desde Ricardo Carvalho evoluirá agora num jogo mais rápido e mais forte que o obrigará a estar sempre ligado. A dar respostas mais rápidas. Para o seu desenvolvimento saiu no momento oportuno. O estímulo maior fá-lo-à crescer. Mesmo que devesse ter chegado à Premier League com três vezes mais jogos do que os que leva.

sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

No 2º golo do FC Porto, o trabalho de Lopetegui. Grande lance de Tello!

O que pode ser aproveitado das variações de corredor: quando o adversário estiver completamente basculado do lado da bola, ou balanceado na pressão na procura do golo. Assim mais facilmente conseguirá situações menos complexas (1x1, 2x2) para os jogadores que tem nas alas. Todos eles muito fortes a resolver esse tipo de lances. Tello, Quaresma, Brahimi, Quintero, Danilo e Alex Sandro. Todos com qualidade técnica acima da média, todos muito fortes no 1x1, todos com velocidade.
Contra equipas mais compactas, e quando for o FC Porto a procurar o resultado, ai torna-se mais complicado desequilibrar dessa forma.





"Ainda ninguém lhes ensinou..."

"O Bebé é mais posição 7 ou 11, de corredores, rápido... mas ainda ninguém lhe ensinou o que são os momentos de jogo, a relação dele é ele e a bola, como o Talisca. Temos falado muito sobre isso" Jorge Jesus.

"Pizzi é um organizador de jogo, apesar de saber jogar nas faixas"

Duas notas rápidas às declarações do treinador do Benfica. O confirmar do que é óbvio e que por aqui se discute bastante. A falta de conhecimento táctico sobre o jogo é tão grande que não afecta apenas o público. Não são poucos os profissionais do desporto que pouco ou nada sabem sobre ele. Para jogadores com potencial elevado, encontrar um treinador forte tacticamente na altura certa da sua vida é demasiadas vezes uma benção que acaba por os torna milionários. 

A opinião sobre Pizzi a confirmar uma espécie de divisão por características com que olha para os seus atletas. Mais rápidos e fortes nos corredores laterais. Mais inteligentes no corredor central. Pizzi é de facto um jogador que se diferencia bastante de Bebé e Sálvio sobretudo pela constante procura da melhor opção. Pelo toque refinado na bola e a cabeça levantada. Algumas dúvidas sobre a sua capacidade para ser fiável nos momentos defensivos, porém.

Por cá faz todo o sentido que também os corredores laterais sejam ocupados, tal como qualquer posição em campo seja ocupada primeiramente pelos mais inteligentes. Por isso, e ao contrário de Jorge Jesus, sempre admirámos, por exemplo, Nolito. 

quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

Avaliação do trabalho dos treinadores. Os resultados e o processo. Dificuldades para Marco Silva, e Jorge Jesus superior a José Mourinho.

Desde sempre, mas talvez com maior relevância desde o fenómeno Mourinho que o público em geral tem a tentação de elevar os treinadores à condição de deuses. Não necessariamente no bom sentido, mas no sentido de que as vitórias e as derrotas passam apenas pela sua performance, ignorando que são homens / mulheres que jogam o jogo e não máquinas comandadas por estrategas.

É por isso que nas caixas de comentários continuam os argumentos de que X é bom porque venceu 3 campeonatos, ou Y é mau porque em 5 anos apenas venceu 2. Como se o jogo fosse treinadores contra treinadores, quando são jogadores contra jogadores.

O treinador deve ser avaliado pelo processo. Pela organização da sua equipa. Nunca pelo resultado, não ignorando que com organização garantidamente que obterá bons resultados para o contexto que exerce.

Na época transacta, por exemplo, viu-se Jorge Jesus ser considerado responsável pelos únicos pontos que perdeu em toda a segunda volta até se sagrar campeão nacional. Num jogo em que o seu avançado falha um penalty no último minuto. E se Cardozo tivesse acertado na rede. O treinador era bom? Ou o exemplo perfeito. Quando há dois anos Vitor Pereira foi incompetente durante uma época inteira depois de Jackson ter perdido 4 pontos em penaltys, para voltar a ser um bom treinador, depois de Artur Moraes ter tornado um belíssimo treinador num incompetente (que perdeu um jogo em trinta e contra uma das melhores equipas de toda a história em Portugal, que alinhava com Hélton, Danilo, Alex, Mangala, Otamendi, Lucho, Moutinho, Fernando, James, Jackson, Varela. Coisa / Milhões pouca / poucos). Para o público em geral só há um treinador bom por cada Liga. E só se percebe quem é o bom quando acaba o campeonato. Nada mais errado, obviamente. Estes erros de avaliação grosseiros revelam não só um total desconhecimento do que é o trabalho do treinador, como surgem maioritariamente associados a uma incapacidade gritante para perceber a qualidade dos jogadores. Normalmente os “seus” jogadores são todos craques e melhores que os do adversário. Logo, a incompetência será sempre do treinador. Por exemplo, Jesus foi tornado réu por não ter sido campeão num ano em que do seu plantel inteiro só um, dois, máximo dos máximos três jogadores do seu onze entrariam na equipa de quem se sagrou campeão. Claro que na altura bateram muito por aqui. Sobretudo quando se elegia James como estratosférico e o melhor da Liga. Hoje, apenas porque alguém pagou um valor estapafúrdio talvez já seja bom. Antes não era…

Ao treinador compete dar armas (organização) para que os seus atletas sejam mais do que individualidades no campo, mas que se saibam relacionar entre si, com princípios colectivos. Que ocupem o espaço e se movimentem com e sem bola, ofensivamente e defensivamente, de acordo com ideias comuns. Neste espaço valorizamos os que para além de conseguirem criar estes princípios, o façam em todos os momentos do jogo. Tratem todos os momentos com a devida importância, e que como tal tenham a equipa preparada para jogar o que o jogo der. Conseguindo isso, o melhor treinador do mundo pode perfeitamente perder com o pior. É que são humanos que jogam o jogo.

E é em função disso, que ainda na época passada, naquilo que será garantidamente um choque para quem não vê o jogo com olhos de ver, declarei aqui que Jorge Jesus é bastante superior a José Mourinho enquanto treinador de futebol. Porque as suas equipas estão muito mais preparadas para o jogo que as do mais titulado treinador português.

Se alguém se der ao trabalho de analisar jogos de um e outro perceberá facilmente que ofensivamente as equipas de Jesus têm movimentações que permitem mais linhas de passe ao portador, que oferecem mais, mais variadas e mais próximas soluções para prosseguir as jogadas (em apoio, em ruptura, à esquerda, à direita, em cobertura). Que defensivamente o jogo de controlo da profundidade que permite a equipa manter-se mais compacta, mais próxima e ainda assim não consentir bolas nas costas é bastante superior em Jesus do que o que é nos últimos vários anos de Mourinho. O controlo da largura. Não há um momento do jogo em que Mourinho se superiorize a Jorge Jesus. Mourinho que continua ano após ano a pescar jogadores saídos dos colectivos de Jesus, para que pouco depois pareçam apenas banais nas suas equipas.

E é porque a generalidade do público não percebe o que é o trabalho do treinador que o futuro de Marco Silva no Sporting pode tornar-se preocupante. Em poucos dias, viu-se organização. Ideias. Jogar colectivo. Enfim, competência. Todavia, a herança pontual e de classificação é demasiado grande para a qualidade individual da sua equipa. Se Leonardo Jardim entrou (e saiu) na hora perfeita, Marco Silva fá-lo num dos anos mais difíceis de agradar à massa adepta leonina. Não interessa se naquilo que o treinador controla Marco mostra credenciais. Se pela qualidade individual que têm os jogadores do Sporting não conseguirem a percentagem de pontos da época transacta (e tal não se afigura nada fácil), o mais fácil será pedir-se responsabilidades a um treinador que até apresenta mais argumentos que o seu antecessor. Não desprezando qualidades óbvias que Jardim tem.

Quem segue o blog há muitos anos recordará os textos com imagens a expor a falta de organização do Sporting de Sá Pinto. Tudo aleatório, jogadores sem se relacionarem entre si, enfim, tudo à deriva. Total desvalorização das individualidades porque não haviam ideias. Bastava ver aquela organização para se poder classificar de mau o trabalho do treinador. Independentemente do resultado dos jogos. Marco Silva por seu lado mostra qualidades precisamente porque naquilo que controla mostra organização. Se há décima jornada tiver zero pontos, a opinião será a mesma. Há organização. Naquilo que o treinador controla o treinador do Sporting é bom. Mas, não é o treinador que joga. Falta só perceber-se os detalhes (restabelecimento de equilíbrios, um pouco de maior encurtamento do espaço em largura, e jogo posicional de controlo da profundidade na última linha, defensivamente. E número de caminhos (movimentações) para a baliza adversária, ofensivamente) que são no fundo o que separa os bons dos óptimos.



P.S. - Mourinho gera amores e ódios. Não tome a opinião actual sobre o trabalho de Mourinho, como algo relacionado com a sua personalidade. Apenas o que mostra no campo. Para que perceba que não há amores / ódios, basta consultar as etiquetas com o seu nome para perceber a influência grandiosa que teve em tudo o que por aqui se escreveu / escreve desde sempre.  E era mais fácil elogiá-lo agora que priva quase diariamente com um dos autores que iniciou o blog comigo.

quarta-feira, 13 de Agosto de 2014

Curtas internacionais

É possível perceber que um treinador opte por vender a sua ideia e filosofia de jogo, em prol de um determinado contexto. Em competições curtas, onde não há tempo para treinar, onde as individualidades e os detalhes jogam um papel importante "vale tudo", dizem. O que não percebo é o motivo pelo qual os treinadores que têm "sucesso" com uma determinada forma de jogar não consigam analisar o contexto, e perceber que o sucesso foi mais obra dos detalhes e das individualidades, que da  força da organização. Não percebo como é que não se conseguem desligar do "momento" e melhorar.
Em tempos Van Gaal dizia, na previsão da final da Liga dos Campeões contra o Inter de Mourinho, que o ele propunha à sua equipa e desafiava os seus jogadores a fazer era mais difícil do que aquilo que Mourinho fazia. Hoje, não sei se isso corresponderá à realidade. Ou haverá algo mais fácil do que bater na frente, e assim ter sempre toda gente atrás da linha da bola?

Quando é que os gajos do Ballet Branco percebem que não tem piada nenhuma deixar regularmente o seu melhor central no banco?