
- Com equipas que defendem HXH (Homem x Homem), as melhores soluções passam pelo aclaramento de espaços, explorando diagonais dos extremos, entre os centrais e laterais adversários;
- Ter o actual Pablo Aimar a receber a bola em zonas de pressão, não é boa ideia. Se falta quem conduza os ataques, porquê Aimar tão longe dessa tarefa?;
- Não alterando o sistema, não será importante ajustar a dinâmica? Mesmo em posse de bola, não seria benéfico ter 3 médios no corredor central, ocupando-se da largura no corredor mais longe da bola, o lateral? Seria apenas uma das formas de tornar a equipa menos susceptível aos ataques rápidos adversários;
- A equipa vê demasiados cartões amarelos, porque está demasiado exposta aos contra ataques. A dinâmica presente, como que incute 4 jogadores só para o processo ofensivo;
- Criticar jogadores por não disfarçarem no plano individual uma má estratégia colectiva é um absurdo. Fazê-lo publicamente é inaceitável;
- Cardozo, dentro das suas limitações, é um óptimo avançado. Um goleador notável. Não o enquadrar na equipa é um erro;
- Ter ideias e procurar desenvolve-las é positivo. Não perceber o contexto onde se está inserido, e não procurar a evolução, mesmo que isso implique alterações nas dinâmicas ou sistema, poderá ser um caminho para o insucesso;
- Já foi mencionado que basear todo um processo ofensivo, num só jogador (Suazo) é um absurdo?;
- Ter no plantel jogadores com tanto empenho em cumprir objectivos, e não contribuir para isso, somente por teimosia, é inaceitável;
- Carlos Martins, mesmo só jogando 20 minutos por jogo, é bem capaz de perder 100 vezes a bola. Torna-se particularmente grave, quando as suas más decisões (a tentativa de fazer a meia lua a um jogador do Belenenses, num momento em que a equipa estava desiquilibrada no terreno, para além de ridicula, foi inacreditável. Mesmo para Martins.) são causadoras das melhores oportunidades do adversário;
- Perante equipas que defendem relativamente recuadas no terreno, e que não se expõem aos ataques rápidos, que soluções para além das bolas paradas? Não será importante a promoção de combinações ofensivas, que não visem exclusivamente o procurar do espaço vazio, nas costas da defesa? É que o Benfica actual dá a sensação de só conseguir adiantar-se no marcador de pontapé de canto ou de livre lateral.










