quinta-feira, 24 de maio de 2012

Final da Taça. Golo da Académica no Jamor

A descoordenação inicial. 

Os dois centrais que saem à mesma bola, deixando um vazio incrível no corredor central. A inexistência de movimento interior quer de um quer de outro lateral, precavendo a saída de um dos centrais (e saíram os dois).


A lenta reorganização defensiva. Mesmo com um central lesionado, teria sido possível aumentar a distância da linha de cobertura para o jogador na contenção. O cruzamento poderia ter sido defendido de frente. A velocidade a que tudo decorre dificultou de sobremaneira a leitura do lance, é certo. Todavia, só atingem a excelência, as equipas que de forma bem célere dão as melhores respostas às diversas situações. Pensar e agir rápido e bem diferencia os melhores jogadores dos demais. Mas, é no processo de treino que nos aproximamos ou afastamos do sucesso. 


6 comentários:

RG disse...

e quem continua com referencias individuais no processo defensivo não vai longe...

Pinto disse...

A pergunta que se levanta é: Sá Pinto, sim ou não?

Karl disse...

E e o puerto? Mais um ano sem treinador? Corruptos! Se passassem o que passa o Sporting já tinham desaparecido... Aliás, como ficou patente ontem, a reacção que tiveram por terem perdido o campeonato de basquetebol!

Pinto disse...

Dafuq? O que tem o basket a ver com futebol? Aziado, festeja lá o unico titulo deste ano.
A reacção dos adeptos? Aqueles que levaram bastonadas forte e feio? Há que saber ganhar, e o treinador adversário nao soube claramente. Sorte por estar de calças, senão o punho deslizava lá para dentro direitinho.

masterzen disse...

Pinto desejo apenas que um dia seja roubado na tua vida, e que vás a tribunal e que os culpados sejam colocados em liberdade com penas suspensas e que fique provado em tribunal que ouve crime mas que a maneira como os apanharam não foi legal.
A partir daí serás considerado não vitima mas AZIADO. Impressionante como o futebol tira a razão as pessoas...

Edson Arantes do Nascimento disse...

Só falta dizer que Polga e Onyewu nem nos juniores do Petro de Luanda têm lugar... São tão, mas tão maus, que até me faltam os adjectivos.