sábado, 16 de fevereiro de 2013

André Almeida, André Gomes, e organização do SL Benfica. Primeira parte em Leverkusen.




















9 comentários:

Eagle disse...

É de facto impressionante a mudança Melga - Luisinho e Maxi-André. Diria que com Maxi, o Benfica não ganharia este jogo. Com dois avançados no corredor central o Bayer ganharia facilmente o espaço nas costas de Maxi, sobretudo no momento de transição.
Embora Almeida seja menos exuberante que Maxi no processo Of (difícil que não o fosse) confere à equipa maior capacidade de equilíbrio. Também me parece menos forte que Maxi quando tem adversários fortes na mudança de velocidade, mas protege-se bem com o bom posicionamento, sempre por dentro e confortável perto do central.

Urreta é um jogador interessante, ainda com algum espaço para crescer, mas que saudades de Nolito.

Tiago disse...

Grande post.

Fantástica a forma como se mostra o trabalho de JJ no Benfica. Que lástima se não renovarem com ele.

O Benfica fica despido, o trabalho do FCP assim fica facilitado, só precisam vir aqui ao blog e ficam a saber quase tudo!

Manuel Humberto disse...

Impressionantes mesmo, Jorge Jesus e Miguel Nunes.
'Uma imagem que ajuda a perceber onde se ganham os jogos. Durante a semana no campo de treinos.'

Todos estes «posts» ajudam também a perceber que Jesus "só" perde na estratégia. Prepara o bólide como ninguém mas falha por vezes na estratégia de corrida. Em concreto e em Portugal numa competição apertada onde os 1ºs perdem quase-nunca, falhou nos duelos em 2 anos consecutivos com Vitor Pereira. Há 3 dias ganhou com a opção que descreves de Gaitan como 2º avançado, porque é muito bom e talentoso, e assim da mesma forma que perde jogos cruciais também pode surpreender e ganhá-los. Mesmo este ano o favoritismo pesa mais para o lado do FCP - jogo no Dragão, mas os benfiquistas se não quiserem ser muito pessimistas podem sempre recordar-se de uma vitória de Jesus naquele estádio por 0-2, frente ao FCP de Villas-Boas ...

ps,
Miguel Nunes, o 'Jogo' diz que Izmailov correu ontem 11.4 km's. 3º jogo a titular para um jogador "cheio de lesões". O problema é mesmo de lesões não haja dúvida, mas cerebrais, e não estão / estavam do lado do jogador.

Diogo Laranjeira - Victor Silva disse...

Como se percebe pelas imagens do post o Bayer apostou bastante em tentar aproveitar o espaço nas costas do Benfica. A meu ver, com um critério bastante discutível. Castro e Schurrle muito por dentro e muitas vezes também.

Contra equipas mais pacientes na tentativa de exploração desse espaço, e que não limitem a largura aos laterais (como referes no post, JJ resolve o problema com o acompanhamento dos extremos) penso que o Benfica terá mais dificuldades.

Fazes referência, em comparação ao 4x4x2 do Ferguson. Mas há uma diferença. O Benfica arrisca mais, e a linha defensiva está um pouco mais alta (talvez daí a constante insistência do Bayer a tentar explorar esse espaço).

Não estou a retirar a enorme qualidade táctica ao Benfica. Como demonstras é inegável o mérito de Jesus e dos jogadores. Mas estou curioso para ver como reagirão a outras estratégias

Diogo

Henrique disse...

Os laterais a funcionarem como interiores é algo que eu já achava "piada" nos tempos do Jesus em Braga.

@Humberto Delgado: o Jesus, salvo erro, contra o Vítor Pereira tem 2 empates, uma vitória (taça da liga) e uma derrota (no jogo do golo do Maicon). Não me parece um domínio tão evidente do VPereira.

Miguel Nunes disse...

Manuel, do Izmailov estamos conversados. Nem vale a pena bater mais no ceguinho. Falta no SCP quem perceba mesmo de futebol (que é muito diferente de pensar que percebe, ou fingir que percebe) e falta muito também quem tenha sensibilidade para com os principais activos do clube. Ninguém sabe como sentem e agem os jogadores. Pensam que são números. Como ganham muito só têm obrigações. E de facto têm muitas, mas são pessoas que sentem. As rábulas das renovações de contrato é do mais patético que há. Por exemplo, o Dier já renovou com um salário condizente com o novo estatuto? Não sei, estou a perguntar. Já? Ou vão usar o miúdo 2 ou 3 anos na equipa principal com salário 100x inferior aos que sentam para ele jogar, e daqui a dois anos lembram-se de lhe ir renovar o contrato? Por esta altura já o miúdo está a perder mt por mês por ter decidido ficar em Janeiro em Alvalade. Tu achas que se ficar 2 anos com este vencimento de ex junior, depois de ter rejeitado enriquecer rápido, vai ter vontade de renovar com um clube que não o recompensou? Ou vai tentar ficar a custo zero para poder receber um prémio de assinatura chorudo que compense o q já está a perder com a opção que ele próprio tomou?

Santana disse...

Estás a ver esta vergonha? Isto é o pior 11 da história do nosso Sporting. Nem um passe. Ainda vamos perder.

zdamen disse...

Deixo aqui, como poderia deixar no post imediatamente anterior:

Muito obrigado pelo trabalho aqui feito. Concordando-se ou não com a análise, o que é irrelevante, trabalho desta qualidade e ainda por cima "de borla", tem que ser louvado.

Obrigado e parabéns,

Manuel Humberto disse...

Henrique, nos 2 momentos cruciais Vitor Pereira "venceu", se considerarmos o último empate na Luz como uma "derrota" para o SLB, na medida em que na penúltima jornada jogará no Dragão. O ano passado venceu mesmo, no "jogo do título" em plena Luz. Mas não é só Vitor Pereira. A goleada que levou de Villas-Boas, a derrota na Luz para Villas-Boas onde os portistas festejaram o título e a derrota ainda para Villas-Boas por 1-3 em casa para a taça de Portugal são momentos "cruciais" que Jesus perdeu. Anfield e a própria campanha de 2010/11 na Liga dos Campeões.

Jesus terá contas a fazer com todos estes momentos. Só na liga Portuguesa: acho que ele sai penalizado pela falta de competição. Se existisse um bloco de 5 ou 6 equipas fortes abaixo dos candidatos ao título que os fizessem (candidatos) perder pontos com regularidade, essas derrotas marcantes que acumula não teriam tanto impacto, nem decidiriam títulos. Isto favorece muito o FCP, por 2 motivos:

1) É mais regular, por natureza.
2) Nos momentos de "tudo-ou-nada" como "jogos de título" costuma levar vantagem porque encara-os melhor. Tem mais estofo e não treme.
3) A pontinha de arbitragens que por norma protege-os e contribui para a regularidade mencionada em 1).