segunda-feira, 18 de março de 2013

Málaga x FC Porto. 2nda parte







16 comentários:

Ricardo Faria disse...

Já agora, sobre o lance da expulsão não achas que houve um erro individual grave do Defour? Naquela o que exigia era que fizesse contenção, atrasando o desenvolvimento da jogada, e esperar que o Porto se recompusesse, até porque o Fernando(?) já estava quase a colocar-se em cobertura

Manuel Humberto disse...

... faltou 1 golo em casa. Esta eliminatória especialmente por esse jogo teve muito pouco ou mesmo nada a ver com a eliminatória perdida frente a Shalke, em 2007/08.

Vitor Pereira é um treinador muito injustiçado. Sobre James é possível que Vitor Pereira tivesse hesitado dada a produção do Colombiano nos jogos feitos imediatamente após o regresso de lesão.

Anónimo disse...

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Count Zaccone disse...

Pela tua análise até parece que o FCP fez um bom jogo, o que não aconteceu.

Não estiques onde não se pode, pois a análise a sequências esporádicas é isso, esporádica.

Teve "azar" o FCP em fazer um mau jogo aqui e em não ter capitalizado, por inépcia ofensiva, o jogo da 1ª mão. É pena já que tem uma equipa superior.

Miguel Nunes disse...

Sim Ricardo. O Defour que é um bom jogador, precipitou tudo.

Count, o FCP n fez um bom jogo. Mas fez um jogo seguro, q poderia perfeitamente ter dado para o apuramento. O Málaga nc foi superior. São daquelas coisas. É o futebol. Às x controlas e no fim sais tu. O Maritimo colocou tantas dificuldades ao FCP qt o Málaga o havia feito. Tb em Espanha poderia ter ficado empatado.

No.Worries disse...

A verdade é só uma (apesar de alguns não gostarem), e tal como eu aqui referi depois do jogo da 1ª mão, sem as habituais ajudas externas o fcp vale ZERO. Em Málaga ainda tiveram o vergonhoso golo anulado ao Saviola, mas não chegou. Eu de facto estranhei tantos elogios ao jogo da 1ª mão, e tanta qualidade só valer um golo irregular. Ou seja, jogaram tanto e só conseguiram ganhar com um golo em claro fora-de-jogo? Nada de novo. Em Málaga existe um golo muito (mas mesmo muito) parecido com o que marcaram na Luz na época passada, só que como nem todos são proenças, o golo foi anulado e o fcp está fora da europa. O que falta desta época é fácil de prever: o fcp só volta a aproximar-se do SLB se continuar a ter ajudas dos árbitros (diretas ou indiretas). E o vitor pereira, que depois de ser campeão a época passada (graças aos proenças, xistras, soares dias, olegários, etc, como todos sabemos) só renovou por um ano, esse contrato acaba este ano, já esta época falou-se parvamente em dream-team, em super-porto, e quase que aposto que não vai ficar no fcp. Porquê? Porque ali os treinadores não passam de peças acessórias, e acho importante isto ser referido num blogue focado para o treino...

DC disse...

Eu acho que a opção do Porto pelo jogo directo foi muito errada.
Na altura disse que o Porto tinha sido ridículo e acho que ofensivamente o foram.
Viu-se na parte final do jogo que o Porto, mesmo com 10, podia ter saído com mais critério e calma para o ataque, mas optaram sempre pelo balão para o Jackson.
Ou seja entregaram todo o jogo a um duelo individual no ar, entre o Jackson e os 2 centrais.

Defensivamente não sofremos grandes calafrios mas pelo abandono do estilo de jogo e pela opção (errada na minha opinião) pelo jogo directo, para mim foi o pior jogo da época do Porto.

Blessing Lumueno disse...

Boas Miguel, achas que a melhor forma de jogar em inferioridade é o 4-4-1?
Eu tenho debatido muito esse assunto com a minha equipa técnica e já treinamos e experimentamos em jogo as duas formas... Defendemos sempre bem tanto em 4-4-1 como em 4-3-2, não sofrendo golos em nenhuma ocasião e marcando pelo menos dois golos. Um dos jogos empatados ao intervalo 1-1, jogando 35 minutos com dez em 4-3-2 fizemos mais dois galos ganhando 3-1, outro a ganhar 2-1 e jogando 20 minutos em 4-4-1 não sofremos e marcamos dois golos ficando 4-1. ainda houve outro, mas nesse já estava com uma vantagem considerável e ampliamos ainda mais. A questão que coloco tem haver com a dinâmica ofensiva e defensiva, ou seja, em 4-4-1 me parece que a equipa ataca pior, por ter apenas um avançado, ficando com um jogo menos fluido por ter apenas 2 jogadores no centro do terreno, não garantindo esses linhas de profundidade suficientes a essa fluidez. No 4-3-2, parece que o campo fica pior ocupado, mas se um dos avançados bascular no corredor da bola já fica tudo equilibrado e continuamos a garantir saídas de apoio e profundidade no corredor central. Eu prefiro o 4-4-1, acho-o mais equilibrado. O André, meu colega, prefere o 4-3-2... E tu o que achas?

abraço

Blessing Lumueno disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Miguel Nunes disse...

Acho q dependeria do resultado... A ganhar metes o 441 e n há maneira de sofreres golo, se tiver bem apreendido. Só se for de bola parada como aconteceu ao FCP.

O 432 se tiveres de ir à procura do golo.

Seriam as minhas opções.

josé carlos disse...

Blessing sempre foste ver os treinos do Beira Mar? Estava interessado em saber como era o Costinha em termos de operacionalização em treino. Abraço.

Blessing Lumueno disse...

José,
lumuenoblessing@gmail.com

abraço

Pedro disse...

Blessing e Miguel, mas isso de jogar em desvantagem numérica não depende muito da nossa qualidade e da qualidade do adversário?

zorg disse...

Eu não fiquei tão impressionado com o porto do jogo do dragão como isso e, na altura, acho que até comentei isso aqui.

Este porto tem muito pouca imaginação ofensiva e tinha, até agora, vivido da capacidade do Jackson. Se por um lado a falta de James Rodriguez em boa forma explica uma parte do problema, isso não explica a falta de imaginação colectiva da equipa. Faltam muitas ideias à equipa no processo ofensivo.

Claro que é uma equipa pressionante, bem organizada, que consegue ter muita bola, mas isso não é suficiente. Em Málaga, isso foi evidente: o porto sofreu 2 golos, mas podia ter sofrido pelo menos mais 2 ou 3. E em termos de oportunidades claras de golo? Uma, se contarmos generosamente um livre do James que o Jackson não conseguiu finalizar.

Blessing Lumueno disse...

Sobretudo qualidade colectiva... Claro que são os indivíduos que fazem a dimensão colectiva maior, mas se eles têm boas bases de trabalho, qualquer equipa de qualidade a jogar em inferioridade tem capacidade para ganhar jogos... O porto de Mourinho tinha essa capacidade por exemplo de continuar com o domínio mesmo com menos um jogador... Porque a qualidade colectiva deles era muito boa...

Mas acho que concordo com o Miguel quando fala em depender do resultado a escolha do sistema.

Abraço

Blessing Lumueno disse...
Este comentário foi removido pelo autor.