domingo, 5 de maio de 2013

Porque demoraste tanto...?


26 comentários:

Joao Rodrigues disse...

ir a penafiel observar um jogador dá muito trabalho, é melhor ir ao brasil

Anónimo disse...

teve que ser expulso de propósito contra o benfica por isso interrompeu um bocadinho as boas exibições.

Rocky Balboa disse...

Vítor, A Leão e Josué. Fabulosos. Quando se falou em Vítor no Benfica, n estranhei, mas parece me q o André Leão entraria mais fácil na equipa. Seria excelente alternativa no plantel a qualquer um dos médios, enzo ou Matic. Em rendimento seria 50x o André Gomes. Mas tb é preciso dar competição ao miúdo.
Tive oportunidade de ver o Vitor jogar muitas xs na segunda liga, e era uma sorte vê lo receber um passe. O homem passava o jogo a ver a bola passar lhe por cima e a disputar segundas bolas. Se alguma vez pensei que ia atingir este patamar de rendimento? Nao. Se o achava acima da media? Claramente. Mas quando se passa tanto tempo fora de um contexto favorável... É tão difícil que se repare no talento, é tão difícil que se notem os detalhes. E garanto que existem aí mais vitores na segunda B e terceira divisões.

-37! disse...

"teve que ser expulso de propósito contra o benfica por isso interrompeu um bocadinho as boas exibições."

mentira

Válter disse...

Rocky
Concordo em absoluto!

Anónimo disse...

Porque nunca quis saber do Futebol...Antes de dizerem k fica mais barato ir ao brasil procurem saber a historia de cada um...O Vitor nunca foi um "esfomeado" e apesar do talento nunca se empenhou verdadeiramente...Seria o mesmo k perguntar ao Quaresma pk nunca foste Jogador de Top??

Miguel Nunes disse...

Não sei o passado do Vitor, mas uma coisa é certa, se n fosse esta proposta maravilhosa de jogo do Paços de Ferreira e ainda hoje se calhar eu não sabia quem é o Vitor.

E sim, dezenas e dezenas de jogadores cheios de qualidade pelas IIB e III q na passagem p seniores foram largados. Cairam p essas div e é mt difícil sair de lá pq n há mtas equipas que se preocupem em ter um futebol que valorize os seus jogadores.

Edson Arantes do Nascimento disse...

Interessante esta possibilidade de análise sobre a queda nas divisões inferiores... De facto deve ser muito complicado resvalar para um ambiente em que o jogo é só marcação individual, bolas rápidas e profundidade a todo e qualquer instante.

Miguel Nunes disse...

É mm isso Edson. E foram bonitas as palavras que usaste para o pontapé para a frente e ganha quem tem avançados mais rápidos e que fazem mais musculação :) Os médios é só para correrem... bola nem vê-la...

Quantas dezenas e dezenas ou centenas! de jogadores n sobem a séniores todos os anos e ou deixam de jogar pq se sentem demasiado bons para III e distritais, ou caem nessas divisões para nc mais sair de lá. Mts formados em SCP, SLB, FCP e afins!

Miguel Nunes disse...

É mm isso Edson. E foram bonitas as palavras que usaste para o pontapé para a frente e ganha quem tem avançados mais rápidos e que fazem mais musculação :) Os médios é só para correrem... bola nem vê-la...

Quantas dezenas e dezenas ou centenas! de jogadores n sobem a séniores todos os anos e ou deixam de jogar pq se sentem demasiado bons para III e distritais, ou caem nessas divisões para nc mais sair de lá. Mts formados em SCP, SLB, FCP e afins!

Anónimo disse...

Para quando uma análise à proposta do Paços de Ferreira?

Cumprimentos

Roberto Baggio disse...

Vem aí texto, só me dás Boas ideias Miguel e Edson a tua também ajuda hahahaha

Anónimo disse...

E depois, quando caem nessas divisões, muitas vezes ainda ouvem que não tem atitude, que não correm, nã0 querem nada com aquilo, que se armam em craques.. quando muitas vezes, simplesmentes têm,simplesmenete, um conhecimento de jogo muito mais evoluido que os demais, e que o contexto não os favorece.


Mas para a maioria das pessoas (muitos trenadores incluidos) muitas das coisas que se passam resumem-se a atitude e "quantidade de corrida". Para muitos ser bom jogador é ter capacidade para driblar muitos jogadores.
Aqueles que sabem jogar bem sem necesidade de drblar (atacam espaço/adversário e soltam, protegem a bola e temporizam), não são tão valorizados e as suas caracerísticas não são potenciadas em compeonatos e /ou com treinadores que não tem conhecimento de jogo, que querem bola frente e ver tudo a correr.

Miguel Nunes disse...

anónimo, excelente. Isso mm. Jogaste ou jogas futebol?

Roberto Baggio disse...

Essa da atitude também dá um bom texto. É ridículo porque realmente quando os treinadores não sabem mais o problema é sempre atitude.
Sempre se passou isso comigo.

Miguel Nunes disse...

yep... por isso perguntei ao anónimo se jogou, ou joga. O comentário é mm de quem passa/passou por isso.

Anónimo disse...

Peço desculpa sou o anónimo, esqueci-me de assinar. Chamo-me João Paulo
Joquei só na formação sempre a um nível baixo.. Sou treinadador (também escrevo num site com amigos. Frequento o teu blog diariamente (venho cá várias por dia), o trabalho que fazes é fantastico, não há igual em Portugal. Aprendo muito aqui

Passo por isso todos os dias, enquanto treinador, por vejo a analise de certas pessoas e é sempre isso, ganha-se há atitude, perde-se não há atitude. A culpa é sempre dos jogadores. A maioria dos treinadores não percebe porqe ganha ou perde. E nem se importa com isso, quer é ganhar. Se ganha esta tudo bem.. Mas não esta, especialmente na formação. Vejo muitos a ganharem porque têm os melhores jogadores e nâo os melhores principios. Vejo uns que perdem, com bons príncipios mas que no futuro vão ser melhores.

E isso irrita-me imenso. Por alem de não ensinarem a jogar futebol depois quando perdem a culpa é da falta de atitude (porque o processo deles deve ser optimo). Por isso, sim passo por isso diariamente, não como jogadore mas como treinador que antes das vitorias pensa em ensinar comportamentos.

O caso do Vitor conhecço relativamente bem. Fiz duranta alguns anos observações para um clube da II liga. Assiti a muios jogos do penafiel e por incrivel que pareça era muitas vezes assobiado e criticado: não era forte, não lutava não corria, não ganhava bolas.. a bola andava sempr pelo ar.. No entanto, sempre gostei dele, pela simplicidade de acções, era diferente do tudo o resto quando tinha bola no pé.. Mas jogar com critério rodeado de gente que joga aleatoramente é complicado..

Depois vi alguns atletas da formação de Porto e Benfica que passaram pelo meu clube, que tinham uma cultura de jogo superior á dos treinadores que lá estavam e que ou não jogavam ou jogavam pouco porque não tinham atitude ou "intensidade" (diziam as pessoas).

Sempre me perguntei com se faz a politica de emprestimos desses jogadores. Que me interessa a mim ter um processo de jogo evoluido (caso dos grandes na formaçao) e depois emprestar um miudo para jogar numa equipa/treinador com processos de jogo arcaicos??? Alguem espera que ele evolua???


Unknown disse...

Vi/conheci o Vitor no USCParedes com o Quintas a treinador. Jogador de grande qualidade, todos o sabiamos. Havia sempre as questões: à e tal é baixinho, não é musculado para o meio campo, mas joga muito. O USCP jogava um futebol muito atrativo e com 3 pilares, que era o Madalena a central, Vitor no meio campo e Nelson Campos a avançado. Todos atletas formados por o grande Homem Rui Quintas.

Isso de ele não querer nada com o futebol, não é verdade....ele sempre gostou do futebol e empenhava-se. Agora um jogador com a classe dele, não se pode pedir que ele ande a trincar gajos e a correr como tolinho, e a dar cacetadas, que nessas divisões era o que era necessário.

Ainda bem que te lembras de jogadores como estes.....devem haver mtos nessas divisões!!!!

Unknown disse...

Nesse ano, também havia um grande animal, a fazer-me lembrar agora o Matic......pode parecer ridiculo, mas é a realidade, pela atitude e qualidade técnica: Romeu. Este individuo vai agora para o Paços, mas o ideal seria ve-lo com este treinador. Não sei se vai ser possivel....:(

Anónimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=GiqgPXoGePE

Uma lição de futebol, oferecida por Pep Guardiola.

Rafael Antunes disse...

"É ridículo porque realmente quando os treinadores não sabem mais o problema é sempre atitude."

Baggio nem mais... Desculpam-se com a atitude... Quando não é a atitude é a qualidade dos jogadores... "Ninguém transforma galinhas em avestruzes" é o que tenho ouvido.

Quando o piloto automático dos jogadores não chega, pede-se mais entrega aos treinos... Mas os treinos nem dignos de escolinhas são... 2 toques na bola e 30'' de espera numa fila. depois os jogadores quase não suam, "ai não suam!!!!"... então toca a correr e a fazes séries de explosão... sim porque o futebol é explosão...

Semana tipo:
3ª feira - atletismo ou coisa que o valha...
5ª feira - divide-se o grupo a meio e toca a jogar, 3 toques (apito), 2 toques (apito) 1 toque, inverte-se... banho...
6ª feira - remates à baliza...
Domingo - dissertação sobre tática floreada com onomatopeias (os tic-tics, vuca vuca e afins), intervalada com a equipa titular e por vezes aquilo que se quer que os jogadores façam, treinamos a 3 toques, jogem juntinhos tipo meinho, tipo futebol 7 (adoro esta).... ahhhh, a 3 toques claro!!!!!

E andamos nisto... Na III divisão... E treinadores jovens, com capacidades e ambição andam na sombra destes "Doutorados dos pelados". Porque são novos e como é óbvio percebem menos de futebol e treino do que o treinador e que o dirigente que já anda nisto há muitos anos...

O mundo do futebol é fo.....o!

futebol disse...

Peço desculpa, comentei como anónimo e esqueci-me de assinar o comentário. Chamo-me João Paulo. Não jogo futebol. Joguei até aos 18, sempre a nível distrital. No entanto sou treinador, e como treinador passo por isso todos os dias: a questão da atitude. Isto irrita-me muito, porque é desculpa para tudo. Acompanho este blog diariamente (venho cá várias vezes por dia) e penso que o fazes aqui é fantástico, não há nada igual em Portugal.
A maior parte dos treinadores no percebem porque ganha ou perde. Nem se importa com isso. Querem é ganhar. E a avaliação é feita tendo por base apenas os resultados. Se ganham está tudo bem, se perdem está tudo mal. Mas isto não é verdade (especialmente na formação). Há uns que ganham porque tem melhores jogadores, mesmo não tendo bons princípios. Há outros que perdem mas tem bons princípios de jogo e no futuro vão ser mais fortes. Mas poucos se preocupam com isso, o que importa é ganhar.
Como não há um grande entendimento de jogo, não sabem como analisar e quando perdem tem que arranjar uma justificação (e o processo é o mesmo,), então a culpa só pode ser dos jogadores. Mas se antes ganhavam come estes (a qualidade não se altera) a questão só pode ser de algo “abstracto” como a atitude: não querem nada com isto, não tem mentalidade, etc.
Por isso, sim, passo por isto todos os dias não como jogador mas como treinador, que se preocupa em primeiro lugar com o processo e formação dos atletas. Mas vejo todos dias, equipas que não sabem porque ganham, treinador que não forma e depois quando perdem nunca têm responsabilidade. Essa é sempre da falta de atitude dos jogadores
O mesmo se passa quando um jogador da formação de FCP, SLB ou SCP entra numa equipa seniores com um treinador com um nível de jogo arcaico. Então, como não percebe o nível de jogo dele, mas como veio da melhor formação no país tem que ter qualidade (pensam eles, embora não saibam muito bem o que é qualidade). Se o problema não é falta de qualidade então…. Lá está mais uma vez armado em craque, não corre, não luta etc..
Fiz, durante alguns anos observações para um clube da II liga e assisti a muitos jogos do Vítor. Sempre lhe reconheci qualidade. No entanto era muitas vezes assobiado e criticado: não luta, é baixo, não corre… A bola andava sempre pelo ar, jogo directo e 2as bolas. Sempre que tinha bola no chão mostrava qualidade, mas raras vezes isso podia acontecer. Por isso passou despercebido a muita gente.
Vi também o que aconteceu a alguns jovens que passaram pelo meu clube nos seniores vindos da formação do Porto e Benfica e a historia era a mesma.
Nunca percebi a política (ou falta dela) de empréstimos de jogadores jovens. Jogadores com um nível de jogo muito evoluído são emprestados a clubes/treinadores com um entendimento arcaico e espera-se o que????? Tantos anos de investimento e põe-se tudo em causa em deixar os jovens jogarem com esses (des)treinadores.

PS: já tinha respondido, mas não tenho a certeza se enviei o comentário ou não. Agora tive mais tempo para escrever. Por favor se tiveres por aprovar outro comentário meu antes deste, aprova apenas este. Obrigado

futebol disse...

Peço desculpa, comentei como anónimo e esqueci-me de assinar o comentário. Chamo-me João Paulo. Não jogo futebol. Joguei até aos 18, sempre a nível distrital. No entanto sou treinador, e como treinador passo por isso todos os dias: a questão da atitude. Isto irrita-me muito, porque é desculpa para tudo. Acompanho este blog diariamente (venho cá várias vezes por dia) e penso que o fazes aqui é fantástico, não há nada igual em Portugal.
A maior parte dos treinadores no percebem porque ganha ou perde. Nem se importa com isso. Querem é ganhar. E a avaliação é feita tendo por base apenas os resultados. Se ganham está tudo bem, se perdem está tudo mal. Mas isto não é verdade (especialmente na formação). Há uns que ganham porque tem melhores jogadores, mesmo não tendo bons princípios. Há outros que perdem mas tem bons princípios de jogo e no futuro vão ser mais fortes. Mas poucos se preocupam com isso, o que importa é ganhar.
Como não há um grande entendimento de jogo, não sabem como analisar e quando perdem tem que arranjar uma justificação (e o processo é o mesmo,), então a culpa só pode ser dos jogadores. Mas se antes ganhavam come estes (a qualidade não se altera) a questão só pode ser de algo “abstracto” como a atitude: não querem nada com isto, não tem mentalidade, etc.
Por isso, sim, passo por isto todos os dias não como jogador mas como treinador, que se preocupa em primeiro lugar com o processo e formação dos atletas. Mas vejo todos dias, equipas que não sabem porque ganham, treinador que não forma e depois quando perdem nunca têm responsabilidade. Essa é sempre da falta de atitude dos jogadores
O mesmo se passa quando um jogador da formação de FCP, SLB ou SCP entra numa equipa seniores com um treinador com um nível de jogo arcaico. Então, como não percebe o nível de jogo dele, mas como veio da melhor formação no país tem que ter qualidade (pensam eles, embora não saibam muito bem o que é qualidade). Se o problema não é falta de qualidade então…. Lá está mais uma vez armado em craque, não corre, não luta etc..
Fiz, durante alguns anos observações para um clube da II liga e assisti a muitos jogos do Vítor. Sempre lhe reconheci qualidade. No entanto era muitas vezes assobiado e criticado: não luta, é baixo, não corre… A bola andava sempre pelo ar, jogo directo e 2as bolas. Sempre que tinha bola no chão mostrava qualidade, mas raras vezes isso podia acontecer. Por isso passou despercebido a muita gente.
Vi também o que aconteceu a alguns jovens que passaram pelo meu clube nos seniores vindos da formação do Porto e Benfica e a historia era a mesma.
Nunca percebi a política (ou falta dela) de empréstimos de jogadores jovens. Jogadores com um nível de jogo muito evoluído são emprestados a clubes/treinadores com um entendimento arcaico e espera-se o que????? Tantos anos de investimento e põe-se tudo em causa em deixar os jovens jogarem com esses (des)treinadores.

PS: já tinha respondido, mas não tenho a certeza se enviei o comentário ou não. Agora tive mais tempo para escrever. Por favor se tiveres por aprovar outro comentário meu antes deste, aprova apenas este. Obrigado

Rumo Norte disse...

Excelente discussão! Concordo com a posição generalizada de que há muitos jogadores perdidos porque nunca têm a oportunidade que merecem. Mas gostava de acrescentar dois pontos.

1)A oportunidade é consição necessária, mas não é suficiente. EU acrescento que, para além da oportunidade, é necessário ter também a aspiração e a transpiração. Dou um exemplo: lembro-me que a primeira vez que ouvi falar do Cristiano Ronaldo foi a seguir a ele ter marcado dois golos e ter dito quealquer coisa como: "Ainda não viram nada, eu vou ser o melhor do mundo." Há poucos jogadores que usem este tipo de linguagem. Isto é uma "atitude" que diz muito de um jogador. A transpiração é o ser capaz de manter e crescer as próprias qualidades, independentemente das circunstâncias. É a famosa regra das 10,000 horas, é o ficar a treinar livres diretos depois dos outros (CR7 de novo, Platini e Zico faziam isto), é ser apaz de perceber o próprio erro e corrigi-lo de alguma forma. O que se vê muitas vezes são jogadores que deixam de lado trabalhar os pontos fracos e focam-se só nos fortes. São muito bons numa ou duas vertentes do jogo, mas são jogadores desequilibrados.

2) A "atitude", o que eu chamaria capacidade psicológica combinada com agressividade física (não confundir com agressão)vale muito numa equipa. Lembro equipas medíocres que conseguiram feitos extraordinários fruto dessa "atitude" - o Boavista e a seleção da Grécia, por exemplo, ou a forma como as equipas argentinas em geral jogam. As equipas do Mourinho têm, mais que tudo, esse mesmo tipo de atitude. Eu perdôo, por isso, aos treinadores que conseguem tirar essa atitude das suas equipas. Ainda bem que há treinadores assim - se todos soubessem o que nós sabemos, nunca lhes conseguiriamos ganhar. Mas o que eu digo é que é mais fácil organizar e tornar rentável uma equipa motivada e com atitude, não só intrinseca, mas treinada - quem joga sempre nos limites - do que tentar colocar essa atitude numa equipa tecnica e taticamente evoluida, mas sem a disponibilidade física e mental para o jogo. O Benfica de JJ é um caso evidente, como foi o caso do Porto de Mourinho.

Eu não digo mal da atitude. Condição necessária, mas não suficiente. Ao contrário, quem apenas quer a qualidade técnica, o jogador taticamente evoluido, mas que depois não mete o pé, não corre atrás da bola, não põe pressão, e não sabe viver com o desapontamento e o erro, nunca consegue ganhar o seu lugar. A minha palavra de cautela é, pois, par aque não se diga mal da atitude. Os jogos ganham-se com a atitude.

Tenho mais um pensamento acerca da razão do desperdício de talento, mas esse fica para outra ocasião.

Roberto Baggio disse...

http://possedebolla.blogspot.pt/2013/05/modelo-de-jogo.html

L. disse...

Em 2009 o Vítor foi jogar a Alvalade, para a Taça e fez uma primeira parte brutal. Era evidente que havia ali jogador. Mais ainda demorou mais um ano e meio a chegar ao Paços.

Não me parece que o Vítor tenha demorado. Mas quem analisa jogadores, sim. Este potencial sempre ali esteve e a experiência que ele hoje apresenta poderia ter sido provocada por uma aposta no jogador.

No entanto, foi preciso vir a crise para lhe dar uma oportunidade...