sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Bayern de Guardiola

Algumas alterações que têm prejudicado a dinâmica de posse do modelo Guardiola. Para já não encontro explicação para essa mudança. Mas espero que vá no sentido de continuar a colocar gente dentro do bloco, e de continuar a ter uma forte dinâmica de posse, paciência, e que sirva para desorganizar.









13 comentários:

Luis Santos disse...

Basicamente respondi a isto no outro sítio... Mas sim, falta libertar um dos DP para funcionar bem/melhor. Pode estar a ser trabalhado.

Já agora, curiosa na última imagem a quantidade de jogadores do Hamburgo no lado esquerdo... "Ei pessoal, uma moeda!" lol

DC disse...

Guardiola a moldar-se aos jogadores que tem em vez de os ensinar a jogar no modelo dele?
Acredito que seja isso. Têm havido muitas pressões ao trabalho do Pep, tanto da parte de directores do Bayern como dos próprios jogadores.
Será uma desilusão se optar por este modelo só para que Mandzukic e Gotze possam jogar juntos.

Roberto Baggio disse...

Que baixe o Gotze no terreno, e ele que jogue como o Iniesta.
Mandzukic parece-me um peixe fora de água neste modelo.
Quanto ao acerto no passe longo não sabia. Mas o estudo tem o número de passes que fizeram, ou fazem, por jogo? E dá para perceber se com o aumento desse tipo de solução se a precisão aumenta ou diminui?
Os jogadores do Hamburgo viram uma gaja na bancada, estavam a disputar o contacto dela hahahaha.
Abraço

Luis Santos disse...

Os dados estão no whoscored.com. As médias por jogo são os valores de que te falei (9,1 e 9,2). Mas se quiseres ver cada jogo também tem por lá.
Passes longos completos/tentados: Boateng tem 72% e Dante 77%.
Para comparação: Pirlo (9,2/jogo, 81%); Bonucci (7,3/jogo, 74%); Xavi (6,8/jogo; 88%!)

Eu tenho uma opinião melhor do Mandzukic do que tu, mas a cena do Mandzukic é que garante golos. E optando por jogo mais longo, garante um apoio quase certo.

Basicamente, isto:
https://www.youtube.com/watch?v=nZh8R434i34

Roberto Baggio disse...

Sim. Mesmo neste jogo ele fez isso. Revela inteligência, e que conhece e sabe usar os seus pontos fortes. Mas ainda assim faz muitas asneiras com bola.
Como digo, noutro modelo como o anterior seria perfeito. No de Guardiola, não me agrada.

Nuno Fernandes disse...

Axo k se está a analisar esta mudança como se fosse algo mau, o k os resultados mostram k n faz sentido, é apenas diferente e eu so posso axar isso positivo! Adoro diversidade, adoro cm o Mourinho pensa o jogo de uma maneira unica, e o Guardiola tb mx ä maneira dele... Tanto se falou de cm o Guardiola so teve o sucesso k teve pq encontrou uma equipa ideal para jogar cm ele gosta, agora prova k n, teve sucesso pq é um excelente treinador, capaz de s adaptar ao k lhe aparecer!

Ruben disse...

Video Interessante: https://www.youtube.com/watch?v=XexrjsolWLc

DC disse...

Só vi estes últimos 20 minutos do jogo de hoje e não percebi bem se estava o duplo pivot (até porque Lahm e Thiago já não estavam em campo).
O que deu para perceber sim, foi uma grande dificuldade do Bayern em sair a jogar curto, poucas linhas de passe para o portador da bola e muita bola para o Gotze.

Eu começo a achar que estas opções serão uma forma de fazer o Gotze assumir o papel de jogador fundamental da equipa, uma espécie de Messi. Está a dar-lhe muita bola, mais do que a qualquer outro jogador.

Roberto Baggio disse...

Nuno Fernandes,
Os resultados são reflexo da diferença de qualidade que tem para outras equipas, e do trabalho que ele realiza. Ora, quando deixar de existir essa diferença de qualidade, o trabalho do treinador vai ser chamado. E Guardiola, até aqui, vinha a fazer com que a grande diferença entre o Bayern e as outras equipas, fosse o modelo de jogo. Nos últimos jogos, dá para perceber que as coisas estão a caminhar no sentido inverso. O que é mau. Se olhares para resultados, pelo número de vitórias, e não pela forma como a equipa joga, terás razão. Mas a forma de jogar, que para mim é o resultado mais importante no trabalho de um treinador, mudou. E mudou para pior.

DC, ainda não vi o jogo de hoje.

Anónimo disse...

O Guardiola deve ser muito bom é a encher chouriços.... como treinador é um imbecil.... basta ver o que ele dispensou....e vez de cont o trab e o tipo de jogo que BM tinha e que o fez ganhar tudo ... a sorte dele é que o BM deve ser a equipa que mais joga à bola na actualidade apenas porque tem um plantel riquissimo.

António Teixeira disse...

Imbecil não Anónimo... Abaixo de Imbecil! É o chamado Imbecilíssimo...

Cumprimentos

Gonçalo Matos disse...

Há gente engraçada.. Gurdiola imbecil?? Então quem é bom?

Baggio, lembrs-te de em "o porquê de tantas vitórias?" sobre o Mourinho, este dizer que a meio de um dos anosde Porto alterou o seu modelo, quando o seu modelo anterior estava proximo da perfeição, para criar desconforto nos seus jogadores e exigir de novo que aumentassem os niveis de concentração e trabalho? Não te parece que Pep possa estar a fazer o mesmo? O campeonato está decidido, o outro modelo estava bem assimilado, isto pode ser uma maneira de criar novos estimulos/problemas aos seus jogadores e trabalhar uma possivel alternativa.

Roberto Baggio disse...

Gonçalo,

"Não te parece que Pep possa estar a fazer o mesmo? O campeonato está decidido, o outro modelo estava bem assimilado, isto pode ser uma maneira de criar novos estimulos/problemas aos seus jogadores e trabalhar uma possivel alternativa"

Sim. Lembro. Mas o 433 do Bayern estava longe de ser perfeito, em organização ofensiva. Sobretudo se pensarmos que a manutenção da bola dentro do bloco apenas era conseguida à espaços...

Acredito que possa estar a tentar um estímulo novo, mas quando o fez no Barcelona, o novo estímulo foi o 343. Mais difícil de interpretar pelos riscos que acarreta, logo exige mais concentração. Nunca tinha visto Guardiola fazer uma substituição para defender, dar equilíbrio, etc. Esta alteração de sistema faz-me pensar isso. Tira um jogador do bloco adversário, e coloca-o numa fora do bloco. Mais jogo exterior, futebol menos apoiado, etc.

Mas aceito toda e qualquer possibilidade, até perceber o que verdadeiramente se passa.