sexta-feira, 14 de março de 2014

FCP. Mudanças. Atacar bem, para defender melhor.

A defesa começa aí, na forma de atacar.








29 comentários:

Rui Santos disse...

Concordo com as melhorias e são de esperar mais ainda mas terão estas linhas de passe ou maior facilidade em encontra-las sido devido tb a uma passividade enorme da equipa do Nápoles? Achei o porto na segunda parte muito ainda muito individualista nas acções ofensivas mas melhor e salvo alguma tremideira por falta de confianca parece-me que vai ser muito complicado ao Sporting ganhar.

DC disse...

Isto em meia duzia de treinos. Vindo dum treinador que eu penso não ser nada de especial.

Como é possível ter-se mantido o PF tanto tempo? E mais do que isso, como é possível PF não conseguir fazer estas coisas que o Luís Castro fez em 2 semanas?
Foi por convicção que não fez mesmo, não foi?

Roberto Baggio disse...

Rui Santos,

http://lateral-esquerdo.blogspot.pt/2014/03/no-dragao.html

DC,

O posicionamento dos jogadores, parece-me que era intencional. Porque a opção era, bola no corredor, atacar zonas de finalização, cruzar. Quando não dava, lá metiam a bola no meio. E como não havia apoios (próximos), bola no outro corredor, atacar zonas de finalização, cruzamento. Repara, que o desenvolvimento das dinâmicas ofensivas têm muito a ver com a vivenciação dos princípios no jogo. E como a equipa não conseguia jogar por dentro (por não ter apoios), ainda que ele insistisse muito nisso nos treinos, nada mudava, porque o posicionamento igual.
Depois, acho que ele ficou muito preso à ideia de que o futebol de VP era aborrecido, por ser "pouco vertical". Diga-se que isso, por si só, é uma prova que ele nunca será tão bom quanto ele, porque a equipa só precisa de ser vertical nos momentos certos.
O resto é o que sabemos. Sem vitórias, e com o sucesso dos adversários mais directos, nada se desenvolve.

Ricardinho disse...

Vi o jogo todo do porto, consegui ver uma melhoria no modelo de jogo mas os jogadores ainda estão numa fase de adaptação, com a qualidade deles não será difícil meter o porto a jogar à bola de novo!

De resto achei que o porto falhou muito defensivamente em bolas paradas e ainda em algumas transições, foi o que eu achei mas claro que posso estar a ver os lances de maneira errada

Roberto Baggio disse...

Ricardinho,

Ainda há pouco tempo de trabalho, e é normal. A maior parte dos erros que vi, derivam disso. Mas também da confiança/desconfiança que os jogadores possam ter relativamente às suas capacidades. E isso só melhora com resultados, e boas exibições.

Pedro Fidalgo disse...

Estou a gostar "deste" Porto do Castro. Mais o Porto que estávamos habituados, com um jogo mais de posse e com mais preenchimento no meio. Fonseca descaracterizou completamente a equipa, destruiu tudo em seis, sete meses e agora o Luís Castro com 5 treinos colou as peças e deu-lhe um sentido. Sobretudo mais confiança e muito melhor posicionamento. Se os jogadores não tiverem prazer e não interpretarem bem o que estão a fazer dentro de campo, nenhum modelo é bom. Mas de longe que com Fernando, o 4-3-3 é o ideal. Só Fonseca não viu. Foi teimoso e incompetente como treinador. Mais teimoso foi quem o deixou estar tanto tempo.

Relativamente ao Defour, penso que o Castro está a utiliza-lo devido a ser um jogador de maior equilibro e de maior posse. O Defour nunca no Porto tinha sido tão ofensivo tal como sempre foi na selecção belga por exemplo ou até mesmo no Standard. Caiu de rendimento na segunda parte tal como a restante equipa porque (outra vez) o treinador anterior não fez bem o seu trabalho e fisicamente a equipa não consegue manter a grande intensidade. A grande tarefa depois do 1-0 foi o conseguir gerir o jogo e já mais cansada, a equipa soube não perder o posicionamento. Isto é trabalho e em 5 treino. Que dizer de Paulo Fonseca?

Outra coisa, se em Alvalade o Castro optar por Herrera, será que interpreta este papel de 8 da mesma forma? Tem mais passada larga, talvez encaixe mais num modelo de transição rápida mas, por outro lado, tem um pulmão que nunca mais acaba. A série de jogos vai ser muito dura, quase sem tempo para treinar, só recuperar e jogar praticamente e portanto vai ser interessante ver alguma mudanças que o Castro possa fazer na equipa.

Pedro Vieira disse...

Obrigado pela análise tática, tenho aprendido bastante.

em termos tácticos, na imagem 2, o quaresma deveria ir para dentro, entre o lateral e o central, por forma a oferecer mais uma linha de passe e aproximar as linhas, certo?

obrigado.

Roberto Baggio disse...

Pedro Fidalgo,

Herrera e Carlos Eduardo? Vai dar buracos no corredor central, e maus ajustes e posicionamentos constantes.

Se for Herrera e Defour, talvez seja como digas.

Mas como diria o Jesus o Herrera ainda está muito selvagem. Não se sabe posicionar.

Roberto Baggio disse...

Pedro Viera,

"em termos tácticos, na imagem 2, o quaresma deveria ir para dentro, entre o lateral e o central, por forma a oferecer mais uma linha de passe e aproximar as linhas, certo?"

Ele foi para lá. A imagem não dá seguimento, mas ele foi. Notou-se sempre esse intenção nos jogadores, de diversificar os apoios, ainda que de vez em quando Paulo Fonseca ainda assombrasse.

E ali, a questão não é tanto aproximar as linhas, porque elas estão próximas. É a disposição equilibrada dos jogadores em campo (preenchendo mais o corredor central, que é a zona mais importante de defender em transições)

Pedro Fidalgo disse...

Roberto Baggio,

A combinação Defour-Herrera é a mais certa, concordo...com Herrera a fazer mais de Carlos Eduardo porque consegue transportar a bola e "queimar" linhas, tal como ontem o Carlos Eduardo fez várias vezes. E talvez este meio campo fosse de mais combate, perdia era na criatividade e talvez em posicionamento. Como disseste, Herrera ainda está "verde" no que toca a posicionamento mas tem melhorado bastante nos últimos tempos.

A questão Quintero também entra aqui. O Castro tem colocado Quintero a meia-hora do fim quando as equipas adversárias estão mais balanceadas para o ataque, dando espaço para a definição e passe do Quintero que é muito acima do normal. Falta-lhe é jogo sem bola e intensidade. Vai ter que aprender.

Roberto Baggio disse...

Sim, ontem, colocou Quintero como interior. Acho que pode funcionar muito bem.

DC disse...

Até agora a única crítica que faço ao Castro é o ostracismo a Josué. E eu optaria pelo Quintero a falso extremo em vez do Quaresma ou do Varela. Fora isso, o caminho, para já é muito bom.

Pedro Fidalgo disse...

DC, não penso que seja ostracismo sinceramente...o Herrera também não foi convocado para o jogo do Arouca em detrimento do Josué.

Com a quantidade de jogos que se avizinham, muito provavelmente Josué irá jogar, depende é muito da combinação do meio-campo. Josué não dá tanto como Carlos Eduardo mas na questão do passe talvez até dê. Falta-lhe mais rapidez penso eu. Vamos ver como o Castro irá gerir esta ponta final de época.

Luis Santos disse...

Baggio, quanto destas melhorias não podem ser devidas à necessidade que os jogadores sentem de impressionarem o novo treinador? Nomeadamente no caso da proximidade (/abertura de linhas de passe) ao portador.
E quanto disto não resulta da diferença meramente estática entre o 2-1 no meio-campo passar a 1-2?

Roberto Baggio disse...

Luís,

http://1.bp.blogspot.com/-rV46eCO6-pM/UweEha4YcYI/AAAAAAAADgQ/c7R_h0I8hLY/s1600/5porto.jpg

http://1.bp.blogspot.com/-5-lmmdj1S6g/UweEi5VzwXI/AAAAAAAADgs/5PfWr0fIn3Q/s1600/9porto.jpg

http://1.bp.blogspot.com/-NixLnAWO0_k/UweEdvfLeaI/AAAAAAAADfY/JYUVfBcF5MI/s1600/13porto.jpg

http://lateral-esquerdo.blogspot.pt/2014/02/sete-meses-de-trabalho.html

A diferença é toda para não ser treinado.
O mostrar-se ao novo treinador é na agressividade sem bola, sobretudo defensiva. No esforço, na entreajuda, etc. Não é posicional, nem nunca será.
Os posicionamentos são trabalhados. E para uma equipa que posicionava de uma forma (relativamente ao laterais e extremos, por exemplo, os dois em largura), passar a fazer um equilíbrio entre um jogador fora e outro dentro, tem de haver treino.

Pode falar-se disso relativamente aos apoios no corredor central, de um dos médios. Mas nunca se poderá colocar essa questão ao nível dos outros posicionamentos. Claro que 1+2 resulta como consequência directa mais linhas de passe frontais por dentro, não exigindo trabalho por parte do 2+1, por forma a libertar-se um dos pivots.

Luis Santos disse...

«Claro que 1+2 resulta como consequência directa mais linhas de passe frontais por dentro, não exigindo trabalho por parte do 2+1, por forma a libertar-se um dos pivots.»

Em parte era aqui que queria chegar. A estática resolve um problema que de outra forma teria que ser resolvida pela dinâmica colectiva.


«O mostrar-se ao novo treinador é na agressividade sem bola, sobretudo defensiva. No esforço, na entreajuda, etc. Não é posicional, nem nunca será.»

Lá está, e em que é que a entreajuda e o esforço se notam em campo? Só agressividade defensiva? Não achas que também tem influência na posição? Um jogador não vai estar mais disponível e fazer o esforço para abrir uma linha de passe para conseguir ter a bola e "mostrar-se"?

Acredito que o treinador tenha dado indicações aos jogadores para jogarem mais por dentro ou mais juntos, mas não me parece que o posicionamento seja fruto de treino. Acho que é uma predisposição que ele "propõe" aos jogadores. Ou achas que no tempo que teve de treino já conseguiu trabalhar isto? A dúvida é sincera, não faço ideia do tempo que é necessário para estas situações.

Abraço!

Roberto Baggio disse...

FranciscoB, E resto da malta. Estamos a censurar qualquer comentário com referências as arbitragens. Por isso, se for isso que vêm tratar, esqueçam.

Luís,

"Ou achas que no tempo que teve de treino já conseguiu trabalhar isto?"

Acho que teve. Duas semanas, é o suficiente para os jogadores nas situações mais comuns colocarem-se onde os treinadores querem. Os erros estavam identificados, é uma questão de ter trabalhado isso no treino. O mais difícil de trabalhar são as dinâmicas, os lances onde há pouco tempo e espaço para pensar. Isto tudo são posicionamentos, pouco dinâmicos, diga-se, sobretudo porque o Nápoles deixa esse tempo para que se pense e execute. ISto foi como que a continuação de um treino, ao nível posicional...

Baresi disse...

Consegui ver o jogo todo, e o melhor que ele teve para o Porto foi o resultado.
O Porto teve várias oportunidades para marcar mais um/dois golos, mas também o Nápoles teve.
E bem flagrantes (contei 4 pelo menos), com várias desatenções defensivas. Helton teve absolutamente fenomenal.

Não partilho da opinião clara que este FCP está melhor, e que a estratégia táctica está assim tão diferente.
Defensivamente foram uma lástima, e o jogo da próxima semana poderá ser penoso, devido á exclusão de Alex Sandro, e a não inscrição de Abdoulaye. A opção Reyes-Maicon-Mangala é o piorzinho que podia acontecer a este FCP para San Paolo.
Para mim é claro, se Mangala for jogar para defesa esquerdo, o Porto perde a eliminatória.

Roberto Baggio disse...

Baresi o FCP na 1ºparte teve duas ocasiões flagrantes e um golo mal anulado.
O Nápoles na 1ºparte teve zero ocasiões criadas. Nem sei se remataram.

Na 2ºparte o Nápoles tem uma ocasião criada Higuain aos 52', e no seguimento dessa ocasião, um canto que o Porto falha no atacar da bola, e o Nápoles podia ter feito.
Depois disso o Porto marca, e o Nápoles só volta a assustar depois do Mangala ter oferecido uma bola bem perto da área ao Nápoles. E mesmo no final do jogo o Nápoles teve outra ocasião criada.

Portanto, como podes ver, o Napoles criou 2 ocasiões. As outras 2 foram erros individuais (no caso do canto, colectivo, mas como foi no seguimento da jogada anterior, nem o considerei).

Por outro lado o porto criou 3 ocasiões claras para fazer golo.

Se isto não é estar melhor, permitindo ao adversário criar apenas 2 situações (Por exemplo o Benfica permitiu uma), não sei o que será.

Manuel disse...

Roberto Baggio, então as situações não são situações quando são fruto de erros individuais?
Mas então o futebol e outros desportos colectivos não vão precisamente por isso, para criar oportunidades devido a erros dos adversários?
Se não houvessem quaisquer erros dos adversários, todos os jogos, todos sem excepção, acabavam 0-0. Mas que bela teoria.
Na minha modesta opinião o jogo devia ter acabado 1-1 que era o resultado mais justo embora o jogo e as 2 equipas tivessem tido um desempenho medíocre.
Em Nápoles, estes ganham sem espinhas. É a minha previsão.


Roberto Baggio disse...

Manuel,

Olha como a tua teoria é tão bela como a minha, eu vou exemplificar de forma muito, muito simples.

O Mangala, estava na linha da área e tentou driblar um adversário. Onde é que está o erro defensivo do FCP nisto?! Onde é que isto mostra que está defensivamente débil? Onde é que o adversário tem mérito nisto? Quer dizer, ter mérito até tem, mérito em ter aproveitado a estupidez do Mangala. Que não foi, repetindo, defensiva. Logo não há debilidade defensiva por isso!

Consegues perceber melhor a teoria assim, ou queres mais exemplos?

Eu não disse que não eram situações. Disse que as situações não foram causadas, todas, por debilidades defensivas! As que foram causadas por isso, durante o jogo todo, foram duas (como por exemplo o SLB concedeu uma em Londres).

Baresi disse...

Atenção, não podes descurar que isto é uma eliminatória europeia, e o Nápoles veio fazer o seu jogo, baixando as linhas, chegando a ter todos os seus jogadores atrás da linha da bola. Não ia atacar deliberadamente desde o inicio, nem sequer esse é o seu estilo de jogo.
O Nápoles teve 4 (52,53,55, antes do golo de Jackson) flagrantes e não marcou nenhum. Se uma bola dessas tem entrado, a percepção geral do jogo tinha sido diferente.
Vi escrito em vários jornais que o Porto em Guimarães tinha feito os melhores 40 min da época.
Depois o Vitória teve 3 oportunidades, marcou 2 golos. O que não implica que esses primeiros 40 min da equipa de Paulo Fonseca não tenham sido muito bons.

O FCP não sofre golos em todos os jogos, só por incompetência do adversário, porque as oportunidades claras continuam a acontecer, sistematicamente em todos os jogos.

Vai ser totalmente veres Quaresma a receber as bolas a 20 metros da baliza ou a 40, ver um lateral esquerdo a não passar de meio campo. A ter dois jogadores no centro da defesa que não inspiram confiança a ninguém, um deles que joga na equipa B. É o que vai acontecer.
O Nápoles perdeu um jogo em casa esta época em cerca de 20, ganhou ao Dortmund, Arsenal, Inter, Roma, Marselha, Milão, Lazio,Swansea, etc.
Têm muita muita qualidade em casa. E este FCP, em 4-3-3, vai ter poucas hipóteses de discutir a eliminatória lá, a jogar como tem vindo a jogar.

Roberto Baggio disse...

Nao. Ai é que está a diferença. Os golos pouco me dizem. Se o napoles tivesse ganho 2-1 a percepçao tinha sido a mesma. O porto de pf concedia muitas oportunidades de golo. Este nao concede tantas. E ha algumas por erros individuais (que repito nao sao defensivos) logo nao servem para avaliar debilidades defensivas. É preciso começar-se a olhar para o jogo de forma mais profunda. E nao ver que por o napoles ter tido hipoteses de marcar, todas essas situaçoes foram por debilidades defensivas.
Pois teve. A do Higuain, que resultou no canto que da a "ocasiao" aos 53. E a venda do Mangala....

JON disse...

Baresi,

O Porto em Guimarães fez um dos piores jogos de que tenho memória, mesmo enquanto ganhava por 2-0. Dizia à minha miúda, que estava a ver o jogo comigo, que estava 2-0 pro Porto e podiam estar 2-3!...

Quanto aos teus argumentos para Nápoles são todos válidos e não posso dizer que não racionais. No entanto, e por muito que te custe, o futebol não é matemática e o Porto é o Porto...
No jogo com o Nápoles, a cada bola fora na lateral, já se ouvia gritar do banco "é nossa!!!".
Tens tudo para ter razão, mas o Porto é o Porto e é isso que muito gente falha em compreender.

Saudações.

FranciscoB disse...

Fantástico este castro, quase tão bom como o vitó, o cãopião nacional de andebol... para ser treinador no fócuporco basta dizer "somos porto", "nesta casa" e nunca dizer o nome do Benfica nas entrevistas...

Pena é que não tenham dinheiro, e qd não há dinheiro não há palhaços...

Esta eliminatória com o Nápoles está perdida e amanhã, com o triângulo mais o menos invertido, ficam a 5 do zbording...

Anónimo disse...

O FCP de Fonseca deixou o Estoril criar uma jogada de golo.
Penalty, vermelho, derrota 0-1.
Com o Guimarães, até sofrerem o golo, o Vitória pouco ou nada fez.
O problema do FCP é só um, a falta de qualidade do meio campo para a frente.
Porque se a defesa falhasse, mas quem está lá à frente fizessem os golos, não se falaria tanto da defesa do FCP.

Hoje vão passar dificuldades contra uma equipa espremida, quinta-feira vão ser eliminados facilmente pelo Nápoles. Arranjem os processos e transições que arranjarem.

"mas o Porto é o Porto e é isso que muito gente falha em compreender." sem palavras

José Tiago Silva

Baresi disse...

Baggio

Eu percebo o que queres dizer.
Acho apenas que é demasiado prematuro falar em alterações assim tão visíveis e palpáveis, se os erros continuam a aparecer.
Defour e Fernando já tinham jogado juntos esta época por várias vezes, e a equipa até tinha ganho. O duplo pivot foi demasiado empolado para justificar os insucessos, porque os jogadores não são estáticos nem são burros (a grande maioria), são jogadores profissionais e se chegaram ao FCP é porque sabem jogar á bola e o que fazer em campo.
Todas as equipas que jogaram contra o FCP de Luis Castro tiveram oportunidades, não houve nenhum jogo imaculado, nem pouco mais ou menos.

Vitor Pereira sofreu 16 golos na primeira época, á 22ª jornada, Paulo Fonseca ia com 17.
O maior problema é que não há Moutinho, nao há James.
Como diz Jesus, a parte ofensiva já tem mais a ver com a criatividade e talento do jogador, do que com o trabalho do treinador. E aí, querem ir á luta com Josués, Licás, Carlos Eduardos...
Milagres não existem, e o FCP ainda vai passar um mau bocado esta época, porque não é LUis Castro que vai fazer os golos.
E vão continuar a sofrer.

Abraço

Roberto Baggio disse...

Eu nao disse o contrario. Que nao iam sofrer. Disse que se nota uma transiçao defensiva mais segura, o que faz com que a equipa sofra menos ataques. Viste a leitura que fiz do jogo? No artigo "No Dragao"? Se nao o fizeste recomendo.

Abraço

José João disse...

Mudanças só detectadas por vós. O Porto só não perdeu este jogo por manifesta falta de qualidade na finalização dos italianos.