domingo, 28 de setembro de 2014

Da formação. Do ganhar e do perder. E Draxler, a estrela em ascensão.


Já em 2008, Stan Van Gundy, reputadíssimo treinador da equipa dos Orlando Magic da NBA, manifestava a sua preocupação pelo caminho que a formação de jovens talentos basquetebolistas estava a tomar nos Estados Unidos da América. Como nunca na América importam-se basquetebolistas europeus. 

Para Van Gundy a explicação é bastante simples. Falhas graves na formação dos atletas. Em traços gerais, afirmou Gundy que os treinadores não ensinavam o jogo aos miúdos. Os mais altos e com maior potencial físico quando atingiam a maioridade nem sabiam driblar porque enquanto crianças tudo o que lhes era solicitado era que ganhassem ressaltos e de imediato passassem a bola aos mais habilidosos. 

Em suma, para vencer, os treinadores coarctavam as possibilidades de desenvolvimento dos atletas. 

E esta é uma problemática transversal a imensos desportos. Nomeadamente o futebol, sobretudo em Portugal. Há não muito a Federação Francesa considerou a criação de cotas no acesso aos clubes por forma a proteger os talentos que cada vez menos são formados em detrimento do físico e mecânico. 

Observamos a selecção nacional e percebemos que o tempo da criatividade e do talento já lá vai. Tudo hoje é muito e apenas físico, sendo fácil perceber a queda drástica de qualidade que vivemos desde as selecções que nos representaram em 2000 e em 2004. 

É uma problemática que deve ser tida em conta por todos os treinadores da formação. Que merece uma reflexão aprofundada, porque o futuro do futebol em Portugal é deles que depende. Bastante mais do que de qualquer outro treinador conceituado de futebol profissional. 

´Os melhores treinadores devem estar na formação´ afirmou em tempos o excelente José Curado. 

E assim o é, de facto. Não basta perceber do jogo. Há que mais do que nunca ter qualidade na operacionalização do treino (não esquecer a importância que o jogo deve assumir nestes momentos, por forma a potenciar ao máximo o tempo de empenhamento motor, ao contrário das tradicionais filas de espera), e no identificar e trabalhar de forma acérrima os jovens que denotem maior potencial. 

Quantos são os treinadores que optam pelo pouco apto e sem potencial atleta apenas porque lhe garante golos de livre do meio campo? Quantos jovens cheios de talento ficam para trás porque não viram as suas capacidades potenciadas por estarem tapados por outros que já se sabe nunca terão hipóteses de sobreviver quando a selecção estreitar, mas que no momento por terem uns bons quilos a mais resolvem de bola parada? 

Chega sempre o momento em que quem se evidencia apenas pelo físico não tem mais nada para dar e acaba fora da competição. E quantos ficaram para trás ou não atingiram a plenitude das suas capacidades porque o seu caminho foi sempre tapado por menos capazes que se evidenciavam por chutar mais alto e mais forte? É que de ano para ano os guarda redes crescem e as diferenças físicas que tanta desigualdade promovem nas crianças esbatem-se. Quando tal acontece é tempo dos talentosos se afirmarem. Mas quantos destes não se desenvolveram por incompetência dos seus treinadores? 

E vencer não tem de surgir em oposição ao formar. Tudo o que os treinadores precisam é de um bom plano para gerir condignamente (seja em treino, seja na competição) a formação de uns e outros. Quando se trabalha na formação, sobretudo com crianças há que perceber que o individual é importante. As estrelas, o foco é sobre as crianças e não sobre os modelos de jogo mecânicos e coarctadores que idealizam. 

Há pouco, um caro amigo, responsável pela prospecção de um grande nacional partilhou uma história deveras interessante, que a todos devia fazer pensar.

Em conversa com o treinador dos s19 e coordenador do Schalke, ficou a saber que Draxler chegou aos juniores aos 15 anos, porque já era um talento. Mas, não sabia defender e não queria. fugia dos duelos, mas continuava a marcar e a desequilibrar em todos os jogos. O treinador insistia com ele para a necessidade de saber defender, porque ali não fazia diferença, mas nos séniores, teria que o fazer. Como é natural ele não o ouvia. Um dia Draxler foi colocado como trinco. "...até ao final da época, este é o teu lugar" Muita azia do Draxler, mas forçado lá jogou a trinco. Nos primeiros jogos, perderam quase sempre por culpa dele. Os colegas começaram a cair em cima do miúdo que teve que melhorar e muito. Tanto que no final da época parecia que toda a vida tinha jogado naquela posição. Hoje, é um dos melhores alas do mundo! Valeram bem aquelas derrotas... certo?

33 comentários:

Anónimo disse...

excelente post.... adoro o blog, muita coisa acertada por aqui se diz principalmente a nível de formação de jovens! assim como posicionamentos táticos e que o jogo agora mais que nunca vale-se pelo entendimento do jogo e não apenas pelo físico

Dennis Bergkamp disse...

=D

Ainda há pouco tempo tive o seguinte dialogo com um pai de um miudo no final de um jogo.

- Correu mal hein?
- Normal, eles ainda não percebem nada disto.
- Sim mas... o meu filho é lateral esquerdo (jogou a avançado)
- Não, o seu filho é o que o treinador achar que é melhor para a aprendizagem dele.
- Sim.. mas ele não tem velocidade para jogar lá na frente.
- E tem velocidade para jogar lá atrás?


Formar os jogadores (sim, porque é giro a organização da equipa e todagente saber o que tem de fazer e tal... mas temos é de trabalhar para o individual, ainda que seja através do colectivo) é melhorar aquilo em que eles já são minimamente competentes, e potênciar ao máximo aquilo em que eles não têm competência nenhuma.

O Draxler (que é de sonho) era o defender, neste miudo.. é tudo, pq ele não percebe nada disto.

Vale o que vale, mas aposto que o treinador do Shalke tem contrato de não sei quantos anos, e ninguém lhe exige que ele seja campeão para continuar a trabalhar.

=)

Anónimo disse...

Muito interessante essa história do Draxler! Muito impossível ver isso a acontecer em qualquer que seja o clube em Portugal.

Só os clubes ditos "grandes" teriam a moral para o fazer, e esses nem a feijões querem perder (nem em infantis quanto mais juniores). Nos outros, nem dirigentes, nem pais, nem ninguém aceitaria tal coisa e o treinador que ganha meia dúzia de tostões (se os ganhar) e estaria a fazer um possível bom trabalho é arrumado na hora.

Tudo isso é verdade, tudo isso seria bonito. Toda a estrutura portuguesa no futebol torna tudo uma miragem.

Só um clube especial para fazer isso, se encontrares avisa para eu mandar curriculo ;)

Abraço
Sérgio

Carlos Antunes disse...

Entre a história do Maldini e a do Bergkamp sai-se daqui com um prazer quase literário!

De resto, as ideias do post são tão pertinentes e tão óbvias (ao final, claro!) que é impressionante como é que ainda pode haver quem as contradiga.

Espero que vos dêem a oportunidade de reformular tal estupidez nacional.

ricnog disse...

Maldini, fabuloso....um prof ah uns anos contou me que um treinador de juniores, pos lado de Lisboa, foi campeão, se não estou em erro regional e foi despedido pelo coordenador. Os pais ficaram todos zangados e etc. O coordenadordisse que apenas pediu para que no final do ano, os miúdos conseguiriam aprender determinados parâmetros em diferentes situações de jogo. Para ele o título não era importante (juniores!!!!) que a bateria de testes, ue fez no final, nenhum ou quase nenhum dos atletas cumpria. Fabuloso, ter assim um coordenador....concordo com este coordenador. Títulos? Para que, se o jogadores aprenderam apenas a ganhar, sem nenhum tipo de aprendizagem para o futuro deles? Ganhar é bom....mas não é tudo.

Certo também que 99% das pessoas concorda com o tu texto, mas amanhã, no treino vai aplicar a vitória é a aquisição de vitórias apenas, em detrimento do desenvolvimento.

Os pais deveriam ser proibidos de ver treinos e jogos.........

Anónimo disse...

Uma pessoa passa o fim de semana fora, chega e encontra aqui um banho de saber como já não carregavam à uns tempos. Obrigado ;)

Abraço
Sérgio

Bobe disse...

Excelente artigo. Nem mais.

Falei do vosso artigo aqui.
http://www.desportoglobal.com/Conversa/futebol-junior/

já agora aproveito para vos convidar a registarem-se.

Hélder disse...

A formação no futebol é um dos meus temas preferidos.

Eu acredito que em Portugal aproveita-se 25% do talento dos jovens futebolistas. Seja por maus formadores, maus clubes, pouca motivação dos jovens, etc.

E para não falar da pior coisa do mundo no futebol de formação: OS PAIS!

Enfim.. fazia tanta coisa diferente...

Hélder disse...

@ricnog : Há uns anos deu na 2 um torneio jovem no algarve: Benfica, Porto, Sporting e Barça. Ultimo classificado: Barça. Na entrevista ao treinador este disse que os objetivos do torneio tinham sido cumpridos: jogar contra equipas fortes.

Era ver onde param esses miudos agora...

Gonçalo Matos disse...

Hoje a equipa que treino perdeu contra uma equipa com um futebol mediano mas com mto maior poderio físico. A determina momento, estávamos a ser massacrados com remates a toa, bolas nos gajosais altos etc. Um dos putos vira-se: "fogo, esses gajos sao bue fortes, nao conseguimos sair" vira-se o outro instantaneamente "tas a brincar? Achas que isso é jogar futebol?"

Tenho de admitir que na altura me apetece dar um abraço ao gajo que respondeu. Quando os miúdos sao ensinados, eles aprendem e começam a ter opinião critica. Para mim, nada tem mais valor que isso. E por isso é que esse treinador do Draxler deve ser dos melhores do mundo em formação..

Anónimo disse...

Que me dizem de

Rui Patricio
Danilo-Luisao-Indi(e não chora!)-Alex
William-Enzo-Gaitan
Nani-Brahimi-Jackson
???
Com wonderkids como o Oliver no banco.

Ricardo Perna disse...

Só para dizer que o post está excelente.

Este é um problema que não se coloca apenas no futebol, infelizmente. Privilegiamos os resultados imediatos à planificação e ao longo prazo, e assim sacrificamos o futuro de muita gete, seja no futebol, na política, ou em qualquer outra área...

Agradeço a reflexão, e perdoem a filosofia da coisa. Seria bom que quem manda tivesse essa opinião e visão, mas infelizmente, no nosso país, só se encontram estas opiniões em quem não está em cargos de chefia ou liderança de balneário.

Enfim, mas a esperança não morre! :)

Dejan Savićević disse...

Mais uma estrela em ascensão!!!

https://www.youtube.com/watch?v=0Hozje3QCEw

Fenómeno disse...

A história do Federer em novo e a sua evolução também são um exemplo de como o que vocês dizem não é nada mais que a verdade

PedroF disse...

Parabéns pelo post, muito bom e sempre pertinente.

Anónimo disse...

Uma pena que o Nadal dá-lhe banhada com o físico :^)

Anónimo disse...

Excelente post sobre o tema que, atualmente, mais atenção necessita no panorama nacional.

Dennis Bergkamp diz que:
"Vale o que vale, mas aposto que o treinador do Shalke tem contrato de não sei quantos anos, e ninguém lhe exige que ele seja campeão para continuar a trabalhar".
e essa é a premissa que muita gente coloca. Que dou importância principalmente ao resultado porque senão sou despedido pelo coordenador/presidente.

HerrKommandant disse...

"Os melhores treinadores devem estar na formação" - e meter isto na cabeça dos dirigentes do futebol português? Andam a oferecer 100 e 150 euros por mês para treinadores da formação! Ou seja, em vez de investirem em bons treinadores para as idades mais importantes dos jovens futebolistas quase que um treinador tem que pagar para treinar. Só dois exemplos: há dois anos fui convidado para treinar os juvenis da Ass. Torre, perguntei "quanto é que pagam?" resposta " o treinador anterior não recebia nada, mas ele também mora aqui ao lado, às vezes passeava o cão e vinha treinar. mAs acho que conseguimos pagar 50 ou 100". Surreal. O ano passado fui convidado para treinar na escola do Hélder Cristóvão, o homem ao telefone a dizer-me que iam apostar em treinadores com curso (como é o meu caso) para dar o salto qualitativo, queria marcar uma reunião e eu perguntei quanto pagavam "100 euros, os que não têm curso só recebem 50!". Só lhe disse que nem valia a pena marcar nenhuma reunião... Antes desta época desportiva se iniciar fui abordado para treinar no 1º Dezembro, disse logo que por menos de 200 euros não me metia nisso, disseram-me "é pena... só pagamos 150...". Muito dificilmente voltarei a treinar, porque não posso estar a receber hoje o mesmo que recebia há 10 anos e não era casado nem tinha uma filha.

Jorge Carolo disse...

Antes de mais parabéns pelo excelente post.

A grande questão que me surge com este post é, como se poderia seguir o modelo germanico e/ou espanhol?

Acho que para o fazermos temos que 1º nos consciencializarmos que as coisas estão a ser mal feitas, que não acontece!!!

Depois haver alguém responsável(entidade) por tentar mudar o que está mal q seja transversal e independente!! E garantir que estas etapas são cumpridas com sucesso.

O maior problema disto tudo passa essencialmente por ter que desmontar as ideias e estruturas criadas ao longo de anos e anos que beneficiam pessoas sem qualquer tipo de preparação e que são um vírus para o futebol de formação em Portugal.

Por exemplo se só fosse permitido ser treinador de formação com licenciatura e curso de treinador, há semelhança do que se faz na Alemanha, por exemplo!

Corria-se com uma boa parte dessa "clientela".

Cumprimentos

Metralha disse...

A quem não viu a entrevista de Aurélio Pereira na SportingTV, no programde de quarta-feira passada, aconselho vivamente que o façam.
A parte que retenho da longa entrevista é aqulela em que diz que os jogadores do Sporting são formados para jogar e errar, não são formados para ganhar, por isso quando chegam a seniores não têm medo de cometer erros durante os jogos, logo não vão abaixo quando os cometem.

A propósito do post, julgo que o cedric soares chegou a jogar a 10 e a 8 nas camadas jovens.

No Sporting já se trabalha assim há muito tempo.

Miguel Pinto disse...

Breve síntese da nossa formação: tivemos uma boa geração de jogadores, bi campeões do Mundo em riade e em lisboa. Lembro que na altura C. Queirós e a sua equipa técnica tentavam mudar os quadros competitivos e implementar uma nova abordagem ao treino na formação.
Esses jogadores foram, na sua maioria, o suporte da selecção durante uma década ou pouco mais. Como estava dando certo, em termos de resultados, quem viesse de novo teria que ser muito bom para entrar nesse lote especial, de vez em quando lá encaixava ora um central, ora um lateral ou médio.
Pouca gente parou para reflectir no processo. Pois se nos séniores a coisa funcionava! Para que é que seria preciso andar a perder tempo com o resto?
Depois lembramo-nos de naturalizar o Deco (excelente jogador) que foi colmatar a falta do Rui Costa (já no ocaso da sua carreira), CRonaldo veio substituir Figo e Pepe tratou de fazer esquecer outro central.
Ou seja, dormimos à sombra dos louros (quase) conquistados. Preocupamo-nos (clubes) com a qualidade dos treinadores/coordenadores envolvidos na formação? Tivemos (ou temos) meios para avaliar essa competência? Fomos céleres (FPF) a ajustar e a criar novos quadros competitivos face às exigências do futebol moderno? Identificamos, tendo em conta a nossa demografia e a quantidade de praticantes, quais os planos que teriam de ser feitos para combater o abandono precoce de milhares de jogadores, quantos deles com qualidade acima da média, antes de acabarem a sua formação, e quais as causas para o sucedido?

Hoje vejo na seleção jogadores como W. Carvalho, M. Veloso, Ruben Amorim, R. Micael, J. Moutinho, R. Meireles, A. Gomes, M. Fernandes, Tiago, Danny, só para citar os médios.

10 Jogadores potencialmente titulares desta seleção.
Digam-me, porque eu tenho alguma dificuldade em perceber, se existem mais pontos em comum entre eles ou o contrário.
Na minha opinião eu preferiria ter 6 Dannys e 4 dos outros do que 1 Danny e 9 dos outros.
E por isso é que a seleção vai tendo também resultados sofríveis, quase sempre a reboque do C. Ronaldo.
Porque na formação, pela descrição que foi dada pelo Maldini o qual subscrevo na íntegra, deixou de ser importante potenciar jogadores com as características do Deco, Rui Costa, Figo. Não tivéssemos o C. Ronaldo e talvez já teríamos arregaçado as mangas.
Abraço

Anónimo disse...

Boa tarde:

Peço desde já desculpa pela utilização desta caixa de comentários para um tema que não tem a ver com este post.

Suponho que conheciam a página tacticalporto, onde se vinha mostrando o esquema utilizado por Lopetegui no FCP 14/15. Penso que essa página já não existe. Eu pelo menos não consigo aceder a ela.

Um funcionário do FCP/SAD, ex membro da direcção dos Super Dragões, veio no seu Facebook pessoal criticar violentamente a existência da página.
Considera que a análise ao FCP que a página faz é um ataque violento ao FCP e que alguém que faz isto (ajudar os leigos apaixonados como eu e outros, a compreender o futebol) é anti-portista.

Faltam-me as palavras para qualificar esta actitude.

Se conhecem o autor da página façam-lhe chegar o meu apoio e o de muitos portistas.

RC

Alessandro Del Piero disse...

Portanto o Jorge Jesus estava arrumado?

Alessandro Del Piero disse...

É mais que óbvio que a qualidade dos ensinamentos desde idade nova é fundamental no tipo de jogador que se vai ter. Mas não vou na conversa de limitar a entrada a treinadores com licenciaturas e cursos. Isso não garante qualidade nenhuma. Parte sempre de quem escolhe,saber fazê lo. Os bons treinadores estão aí. Bons dirigentes é que me parece que estão mais em falta.

Benoit disse...

Boas noites.
Tive o privilégio de poder treinar numa equipa de juvenis e iniciados.
Era treinador de Guarda-Redes.
Esse período coincidiu com um projecto que realizava a nível escolar e se baseava numa Escola de Guarda-Redes. Dou por mim a fazer quase um ano de pesquisa e chego à conclusão que em 2003 não existia um plano de formação para treino de Guarda-Redes na FPF...sendo o mesmo existente em Espanha, França, Alemanha, Brasil, EUA, Itália...
Aliás, não existia uma Escola de Guarda-Redes sequer, sendo que na altura Luis Ferreira, ex-jogador do Belenenses apenas tinha uma ideia de projecto.
Para constactarem uma pequena diferença, notem que existe bibliografia sobre GR no Brasil desde a década de 70...já em Portugal...

Rafael Antunes disse...

A propósito...

https://www.youtube.com/watch?v=VXw0XGOVQvw#t=822

RuiG disse...

On topic: Exemplo claro de como deve funcionar a formação de um clube de futebol. Não é só treinar a técnica mas acima de tudo a mentalidade e a leitura de jogo.

Off topic: Pena que um dos melhores blogs sobre futebol que surgiu nos últimos tempos tenha sido "eliminado". Estava a contar com o tactical porto para mais umas lições bem válidas sobre futebol, não só sobre a equipa do porto mas também sobre outras equipas nacionais e estrangeiras. Devem ter incomodado muita gente, que só assim percebeu o trabalho menos conseguido do Lopetegui.

Dennis Bergkamp disse...

@rafael

Tudo lá.

E tem aquele video do golf que é fantástico e ja estava perdido.

PedroF disse...

Aproveitando o comentário do anónimo, um abraço ao autor do tacticalPorto. Podem-te retirar a liberdade de expressão, mas que continues sempre com a tua liberdade intelectual.

Roberto Baggio disse...

O taticalporto só vai analisar o Porto. E não foi eliminado. Vai voltar em breve.

PedroF disse...

Baggio, obrigado pelas boas notícias. Abraço!

Roberto Baggio disse...

http://reflexoespicaretas.blogspot.pt/2014/09/formar-para-vencer-ou-vencer-formando.html

Gonçalo Mano disse...

reflexões picaretas é um grande título :)