segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Substituições. Lotaria ou dar condições para...? Mudar num jogo cujo resultado é insatisfatório significa aproximar a equipa do sucesso?



Para a maioria, ir ao banco e lançar gente nova é uma questão de fé. O resultado não está a ser o mais desejado? Vamos lançar alguém a ver se individualmente mexe com o jogo. O resultado está curto? Vamos ao banco buscar alguém para segurar o ímpeto adversário. Substituições a serem feitas porque… sim. Porque o resultado o dita e não… o jogo!

As muitas e acérrimas críticas a demasiados treinadores passam muito pelas substituições. Mexe tarde, dizem. Muitas vezes não as esgota. Curiosamente, hoje o Benfica tem um treinador bem ao gosto do tradicional dos adeptos. Ao intervalo está a perder? Faz-se logo uma substituição, mesmo que os últimos quinze minutos da primeira parte tenham sido os melhores do seu consolado, mesmo que a sua equipa naquele período parecesse pronta para inverter a história. Mesmo que o sacrificado esteja bem no jogo. O resultado está 0 a 1. Muda-se já. 

Se o trabalho semanal / mensal / anual é bem feito. Se há uma ideia colectiva de jogo. Se dentro dessa ideia há um onze mais forte, mais rotinado, mais capaz de interpretar essa ideia. Mais capaz de resolver os problemas que aquele jogo específico irá colocar, porquê desfazer o melhor onze cedo? Se aos sessenta minutos o resultado não é o expectável com os melhores em campo, o que leva alguém a crer que para os trinta minutos que faltam há mais probabilidades de mudar o curso do jogo com um jogador menos capaz, menos rotinado, menos integrado na dinâmica da equipa em detrimento de um melhor? Só porque até aquele minuto ele ainda não resolveu o jogo? 

Mudar por mudar não é aproximar a equipa do sucesso. É jogar no euromilhões. “Esse já teve uma hora, não marcou. Vou meter este lá para dentro meia hora a ver o que dá”.

Mudar cedo e muito, mudando muita coisa é apanágio de décadas passadas. Duma visão do jogo em que valiam as individualidades. Em que o jogo colectivo era inexistente. Em que as ligações no relvado eram inexistentes, excepto por livre e espontânea vontade dos próprios jogadores.

Um exemplo extremo para que se perceba o que se pretende dizer. Se até aos 70 minutos Maradona ainda não apareceu no jogo. O que é mais provável que aconteça nos últimos 20? Maradona aparecer no jogo, ou aparecer Carcela, se substituísse o astro a vinte minutos do fim? 

Outra coisa totalmente diferente é alguém do onze inicial estar a ter um jogo completamente infeliz em termos individuais, ou haver alguém a fisicamente cair mais cedo, ou a mudança para um plano de jogo alternativo, em que outrem demonstre maior capacidade para se integrar na equipa. Plano de jogo alternativo que fará sentido apenas se bem treinado e ensaiado. Mesmo sendo alternativo. Geralmente lançar pontas de lança avulso para a área não é propriamente uma alternativa pensada e treinada. Ainda que faça as delícias dos habituais críticos de quem mexe menos ou mexe tarde.

33 comentários:

zatarra disse...

"Geralmente lançar pontas de lança avulso para a área" é negar o jogo, negar a posse de bola e esperar pelo euromilhões numa bola que caia nos pés ou cabeça de um PL e ele seja feliz. Eu estava a deitar as mãos à cabeça com as substituições que estavam a ser feitas pelo Vitória... e eu não sou treinador (só de bancada mesmo)

Tiago Stuve Figueiredo disse...

Interessante.

Viste o jogo do Porto? O que achaste das substituições? Especialmente da última?

Por muito tempo que passe, continuo a pensar que se devia ter tentado um plano alternativo já que o que estava a ser aplicado não estava claramente a funcionar.

Para mim faria todo o sentido ter entrado o bueno para o lugar de um médio e ter passado a aplicar se um 4231.

Qualquer coisa que tentasse aproveitar o corredor central com mais qualidade.

Osvaldo por Aboubakar pareceu me claramente infeliz (até porque Aboubakar é mt melhor) e insuficiente (porque manteve o que estava menos bem)

Miguel Amador disse...

Em relação ao jogo do Porto, concordo plenamente. A questão não era meter 2 PL, mas o Bueno para permitir outra forma de atacar que pudesse quebrar o Maritimo, já que a colocada em campo não estava a surtir resultado. Ainda por cima foi algo ensaiado, e a meu ver bem, durante a pré-época. Não é uma táctica de 3 defesas e 3 PL, e 2 alas esquerdas...

Blog de Portugal disse...

Essas substituições, sobretudo as dos avançados, são mais compreensíveis sob a perspetiva da mensagem que se passa lá para dentro.

Evidentemente que a perder por 1 toda a gente pensa em chegar ao empate, mas (por examplo) tirar um defesa e meter um avançado passa aquela mensagem de "vamos para cima deles! vamos chegar ao golo!". Se isso é mais importante que a organização coletiva, não me parece, apesar de ser algo que daria muita discussão (não neste blog, obviamente).

Só vejo mesmo o passar a mensagem (jogadores, adeptos, comunicação social, presidente, etc.) com as substituições o argumento plausível para esse tipo de mudanças (que é um importante argumento em várias situações a um nível em que quer se queira quer não os resultados ditam muita coisa). De resto só os outros cenários colocados no fim do texto.

POC disse...

Igual aqui.

POC disse...

Durante o jogo disse: isto é só desespero, é anos 80/90. E hoje mantenho a ideia.

Um dia ele falou num chouriço. E hoje joga à chouriço.

a pessoa disse...

Tiago,

O Lopetegui até podia ter metido o Helton a ponta de lança, que a jogar com os extremos sempre fora e com os interiores a baixar para pegar como fez na segunda parte, podia estar ali 3h que não fazia golo. Horrível.

E o pior é o medo que evidenciou: jogo com Nápoles, extremos muitas vezes dentro, Vitória idem e primeira parte com Marítimo também. O Porto conseguiu vários bons lances nesses jogos a jogar assim, o golo ao Marítimo é um exemplo, apesar da péssima escolha dos figurantes (Herrera e Danilo são inenarráveis). À primeira contrariedade, leia-se a forma como o Marítimo complicou a construção iniciada a três (centrais + trinco), toca a voltar ao muito visto o ano passado. Extremos sempre colados à linha, laterais baixos e zero jogo interior. Horripilante!

Conclusão: entre ter ideias más ou não ter ideias e mandar o Helton pro chuveirinho, venha o diabo e escolha!

JON

R.B. NorTør disse...

A pergunta fica no entanto. Se um treinador tira um tipo que foi apenas e só o mais preponderante, que não se lesionou nem teve uma quebra de forma, que mensagem está a passar?

Ricardo Perna disse...

Alinho um pouco pela ideia anterior, do Blog de Portugal: no final dos jogos, quando a perder, a troca de um central por um avançado, ou ainda a troca de posição em campo de um central que passa a jogar a ponta-de-lança, não sendo propriamente lógico, pode despertar nos jogadores uma sensação de "vamos lá que isto ainda se ganha" e tentar um impulso psicológico. Isso eu acho que sim, é possível, mas apenas em último recurso, nos últimos minutos de jogo, porque sim, às vezes a parte psicológica pode complementar a tática. Mas atenção que também isto pode ser trabalhado nos treinos na mesma, esta solução de recurso.

Quanto ao resto, perfeitamente de acordo. Substituir por substituir, "na fezada", nem nos distritais, quanto mais nos candidatos ao título...

cobra2 disse...

Acho que a substituição do Ola John ao intervalo mostra bem o que o treinador não sabe do jogo. Aliás a partir dai as soluções do Benfica para chegar à área do Arouca com a bola controlada reduziram-se para metade.

Tirar o Samaris que era o jogador que estava ter melhor reacção à perda de bola, e com isso lançar ataques com mais espaço na linha defensiva adversária, mostra bem o desespero e a falta de conhecimento do jogo actual.

Posso dizer que no inicio era daqueles que defendia que o Rui Vitória precisava de tempo para impor as suas ideias. Agora acho que ele simplesmente não tem ideia do que fazer.

Só posso dizer que vocês (blog) já tinham e bem avisado sobre isto.

Não percebo quais foram os critérios de escolha do treinador. Se era pela questão de apostar em jovens portugueses, preferia que tivessem ido buscar o Marco Silva.

Manú disse...

concordo com o que escrevem aqui, RV mexeu mesmo muito mal na equipa, quer no timing quer nas opções.

mas também não terão sido as substituições que deram a vitória ao Benfica na primeira jornada? principalmente a entrada do talisca pareceu-me melhorar muito o jogo do benfica.

Ricardo Fernandes disse...

Embora concorde que Ola John fosse o elemento mais estável até então, parece-me que estava totalmente encaixado no modelo do JJ e pode não ser isso que RV quer (bem ou mal). Portanto, pode ter partido o jogo, mas se calhar é isso que procura.

Portanto estamos a analisar o RV com base no modelo do JJ e ele pode estar À procura de algo diferente.

Miguel Pinto disse...

Lopetegui tira aboubakar logo após este ter proporcionado a defesa da noite ao gr do marítimo, ou seja, apesar da substituição estar programada antes desse lance suceder o treinador fê-la na mesma criando 2 problemas em vez de ter produzido uma solução. Animicamente tirou parte da confiança que o aboubakar tinha ganho no último jogo bem patente na altura da troca pelo osvaldo e além disso a equipa nada ganhou com a troca porque este não possui a mesma mobilidade que o colega nem teve o tempo necessário para poder 'entrar no jogo'. Lopetegui demonstrou pouca mestria na forma como geriu a parte psicológica de alguns dos seus jogadores mesmo que tivesse ganho o jogo.

Rui Vitória foi à rosinha dos chouriços em Viana do Castelo, essa feira do fumeiro tão badalada por cá. Às vezes a coisa até funciona mas é preciso trabalhar sobre ela para que, pelo menos, as pessoas não fiquem com dúvidas sobre a qualidade do processo. E o processo, o treino, a análise, a reflexão não aparece do nada, até um bom chouriço precisa de ter um pouco de sabedoria ou intencionalidade para o ser.

Pep Guardiola chegou ao bayern e mudou quase tudo numa equipa que tudo tinha ganho. Mereceu o benefício da dúvida por parte dos jogadores pois também ele era um treinador com provas dadas. JJ chegou ao scp e mudou quase tudo numa equipa que só a taça de portugal tinha ganho. Idem aspas dos jogadores. Rui Vitória chegou ao slb e (ainda) não mudou nada ou pouco fez nesse sentido mesmo que não tenha tido as melhores condições na pré época para desenvolver as suas ideias. Mas é também nestas conjunturas difíceis, porque elas existem em todo o lado, que também dá para ler nas entrelinhas o receio e a falta de confiança que ele demonstra ter nos seus jogadores (e nas suas próprias ideias) na forma como tem reagido aos diversos casos extra rectângulo de jogo e dentro das 4 linhas. Lopetegui vai acabar por ter de saír caso tenha mais um percalço, acabou a margem de erro.

Concordo em absoluto com o post do Maldini.

Abraço

Blessing disse...

Ainda não veio aí a polícia das substituições? Estranho

David Cardoso disse...



Eu vi o Carcela jogar na Bélgica , pode não ser um prodígio mas não entendo pq de tantas criticas, não me pareceu ser um mau jogador, ele rende muito bem na posição do Salvio , posso estar enganado mas jogando na ala direita pelo que eu vi no campeonato belga(campeonato fraco? parece ser 1 jogador muito interessante, agora a lateral esquerdo...

O Carcela, Tarabt, R. Gimenez e Mitroglou são jogadores que em outros campeonatos mesmo em equipas de metade da tabela talvez tivessem muitas dificuldades , mas sinceramente dentro do futebol português acho que são jogadores que vão supreender pela positiva esta época.

Quanto ao SCP acho que a melhor contratação foi o JJ pq o plantel não me parece aquela maravilha aqui pintada, desejo sorte pro jogo da Russia pq vão mesmo precisar dela ,embora a linha defensiva esteja muito mais bem organizada com o JJ ,não sei se JJ conseguirá fazer mais um milagre igual ao do ano passado.

Miguel Barata disse...

Concordo com tudo. Curiosamente até o JJ nos primeiros anos de Benfica era adepto das enxurradas de avançados lá para dentro quando estava a perder, mas foi perdendo essa mania.

Blessing disse...

O homem precisa de tempo para trabalhar...

R.B. NorTør disse...

David, nada contra o Carcela, o coitado entra em jogo e passou os primeiros cinco minutos a tentar perceber o que era suposto fazer. Aliás, nada contra os jogadores enquanto o Benfica parecer um bando de ovelhas a correr para o precipício (por acaso acho que são os bisontes que fazem isso). E a questão não são os jogadores porque da forma como o Benfica não joga, até podes trocar o Jonas pelo Messi, o Sálvio pelo Robben e o Pizzi pelo Hazard, o resultado será sempre muito parecido (se calhar com essas três trocas ao mesmo tempo isto soa mesmo a exagero). É olhar para o ar do Jonas ou do Gaitán e ver como passam 90 minutos com ar de quem só lhes apetece chorar...

Unknown disse...

Por acaso estou bastante curioso com as criticas ao Carcela. Eu quase não tenho visto jogos do SLB, mas um que vi na pré-época vi o Carcela a realizar um jogo bastante inteligente, usando bastante a tabela ou com o Jonas ou o Gaitan ou o Pizzi. Sempre a tentar oferecer uma linha de passe e a tentar jogar para o corredor central. Terei ficado com uma ideia errada do moço?

David Cardoso disse...

Pois R.B Nortor, o pior é que és capaz de ter razão :p

bareira disse...

Todos unidos e com muita vontade...

Helder Silva disse...

Estás a falar a sério ou a brincar Blessing? Ainda não fui capaz de perceber. Eu sinceramente acho que o RV pouco irá melhorar. Se num espaço inferior a dois meses arruinou rotinas de 6 anos... Imagino pelo Natal como isto andará... Eu começava a preparar a próxima época já no Natal... Mas vamos levar outra vez com o discurso eu aprendi com o Fernando Santos...

João Silva disse...

Um dia destes o Rui Vitória ainda arranja um João Manuel Pinto, aí sim poderemos reviver todo o esplendor dos 90!

Blessing disse...

a falar a sério...

Filipe disse...

Genericamente de acordo com o post. Só é pena que o endeusado JJ faça o mesmo e não receba críticas. Exemplos? Porque tenho boa memória, aqui vão alguns:
Sporting-Benfica, época 2014/15, Liga: o Benfica termina o jogo com Derley, Lima e Jonas; um único jogador no centro do campo, Pizzi. Tudo para a frente e fé no chuveirinho. Empatou 1-1.
Paços de Ferreira-Benfica, época 2014-15, Liga: o Benfica termina o jogo com Derley,Lima e Jonas; tira Talisca e lança Guedes aos 95min. Perdeu 1-0.
Benfica-Vitória, época 2014-15, Taça de Portugal: o Benfica termina o jogo com o Keirrison, Saviola, Weldon e Nuno Gomes, Ramires a fazer de defesa direito e um único jogador no meio campo, Javi Garcia. Este foi o mais absurdo que me lembro. Perdeu 1-0.
E os exemplos poderiam continuar porque JJ, treinador muito elogiado neste blog, faz SEMPRE isso quando está a perder: atira avançados para dentro do campo e tira jogadores do centro do campo com o objetivo de jogar em cruzamentos para dentro da área.
Note-se que não concordo com o que Rui Vitória fez, mas concordo ainda menos com falta de coerência e palas nos olhos.
Podem inventar uma justificação e dizer que sou eu que não percebo nada disto, mas os factos são o que são.

R.B. NorTør disse...

Filipe, recomendo que corrijas as datas. Todos os jogos que pões são da época passada, mas Keirrison não estava cá. Quanto ao jogo com o Paços o ano passado, é ir ver os comentários por aqui na altura, nomeadamente à substituição que encostou o Talisca a uma linha quando tirou o Samaris, isto só para falar da questão das palas.

Quanto à questão do chuveirinho, com RV o chuveirinho é a arma de eleição para entrar na área, com Jesus era uma medida de último recurso e seria mais interessante, do ponto de vista de focar a conversa no passado e não no futuro, que descobrisses os jogos em que o Benfica de JJ tenha entrado desde o instante zero a jogar em balões de 30 metros.

R.B. NorTør disse...

Esqueci-me de incluir esta pergunta no comentário anterior: Blessing, não és propriamente torcedor encarnado pois não? =P

David Cardoso disse...

Concordo contigo Filipe, o JJ já fez isso muitas vezes no SLB , a vantagem que eu encontro nele em relação a outros treinadores é que ele vai aprendendo com seus erros , mas várias vezes enquanto treinador do SLB ele fez isso e tbem houve momentos em que ele fez o contrário, cagou-se todo e colocou a equipa numa estratégia claramente para atingir o pontinho ( os 2 jogos o ano passado contra o FCP são exemplo disso mesmo e o do SCP em alvalade).

Quantas vezes o JJ na sua 2ª e 3ª época no SLB não jogava com 5 jogadores de características ofensivas e deixava o meio campo entregue ao J Garcia para todas as encomendas?? ou mesmo como se passou contra o Rio Ave no 1º campeonato ganho pelo V Pereira no FCP em que eles foram campeões no sofá pq ele quando a equipa estava a vencer por 1 a 0 resolveu logo antes do apito inicial para a 2ª parte meter o saviola em campo para fazer companhia ao Tacuara e tirou o J Garcia recuando o Aimar,ficando o Witsel a trinco...

Eu tbem não gosto desse tipo de comportamento, mas sejamos sinceros , é difícil achar 1 treinador de futebol que nunca o tenha feito.

Unknown disse...

O problema não é o Vitória ou o JJ utilizarem somente jogadores com características atacantes, o problema é o modelo dar as ferramentas aos jogadores, quaisquer as características deles, de recuperar a bola ou de não se exporem tanto ao adversário mesmo jogando com poucos atrás da bola. O modelo do JJ, principalmente nos últimos 3 anos, não dava grandes veleidades aos adversários, ao contrário do modelo do Vitória. Lá o SLB nos últimos anos oferecia mais de 7 oportunidades de finalização aos adversários como este ano está a acontecer? Eu ainda não percebi o porque de tantas situações frontais de central x adversário como está a acontecer.

Alberto disse...

A questão não está só no meter mais avançados ou não. Repara que ele colocou Carcela (vindo de lesão), Jimenez e Vitor Andrade, tudo gajos com pouquíssimo tempo de trabalho com ele. Isto nunca aconteceria com Jesus, e a diferença está essencialmente aí. Jesus valoriza o treino, o trabalho com os jogadores e o modelo de jogo. Vitória aposta na fezada, e mete gajos que não fazem puta ideia do que fazer no campo.

Joaquim Soares disse...

Tenho gostado de ler o que por aqui se tem escrito sobre futebol. Uma curiosidade. Dos autores do blogue quantos são treinadores mesmo? Que equipas treinam ou já treinaram?

Paolo Maldini disse...

Olá Joaquim. as ideias valem por si próprias. Não acho assim relevante sermos treinadores ou nao... e estarmos ou não em boas equipas...interessa passar o conteúdo e n o mensageiro

abraço

Unknown disse...

cambada de enfatuados. sabem como é que se apanha um mentiroso? é pelo nível de português. consulado é com 'u'.