quarta-feira, 22 de junho de 2016

Cristiano, é só isso!

Num passado não tão distante, Jorge Jesus referia em entrevista: Há jogadores que criam para eles, há jogadores que criam para os outros, e depois os melhores que criam para eles e para os outros. E foi sempre desta forma que fomos entendendo o jogo como colectivo que é. Hoje, Ronaldo a ser capitão dentro de campo. Insuperável na forma como jogou e fez os seus colegas jogar. Dividiu com eles a responsabilidade e por isso mereceu ser feliz. A forma como foi dando seguimento quando serviu de apoio frontal, e quando pegava em zonas mais de construção é, no nosso entender, jogar o jogo de hoje.  Mais do que um finalizador, hoje conseguiu ligar o jogo servindo como referência ora frontal, ora lateral, sempre com boas decisões. Mantendo este perfil de jogo na competição será muito mais imprevisível, mais difícil de parar. Com ou sem golos é isto que se espera de um jogador do nível do nosso melhor, sempre. 

26 comentários:

zzzzz disse...

Retire-se o espaço que Ronaldo hoje teve e o seu futebol, fora a finalização, será comos nos outros dois encontros inconsequente.

ricnog disse...

bastante melhor e mais colectivo. Pena os remates de 300 metros a pensar que o guarde redes com aquelas calças não é nada...!!!!

7tacuara7 disse...

Assim, e só assim, vão chover os golos.

Unknown disse...

Se ele fizesse o que fez no 1º golo mais vezes o seu jogo ia melhorar infinitamente. O mal é que há mesmo muitas vezes que acha que tem de rematar de qualquer lado.

PS: Mais 30 remates de livres a mais de 30 metros.

escritor de pacotilha disse...

E Danilo para segurar o empate? Cuidado, que os Húngaros que já não saíam do meio campo podiam marcar, num passe para trás para o guarda redes. Ou então foi por causa do famigerado jogo aéreo do rapaz, em que ganhou 5 duelos aéreos em 18. Podia ser que pingasse um cantinho ou um livre perto da área. Afinal, para quê jogar em apoios frontais e entrar na área com a bola controlada se só tínhamos marcado 3 golos assim.

Diogo Vasconcelos disse...

"sempre com boas decisões". Pura e simplesmente esta frase não é verdade. Ronaldo ao longo do jogo tomou boas decisões mas também tomou várias más decisões (em geral todas ligadas à decisão de remate em detrimento de um passe que desse seguimento à jogada e que colocasse a equipa mais próxima do golo. (exemplo mais flagrante e de fácil verificação: livres directos a mais de 30 metros)). Os tais movimentos de apoio frontal começaram a aparecer na segunda parte em detrimento das permanentes saídas em ruptura que Ronaldo procurava e aplaudia durante praticamente toda a primeira parte. Mais, dizer de um jogador que praticamente só joga num momento do jogo (a sua percepção do tempo e espaço correcto para sair em pressão é menos que se suficiente, e nisso é acompanhado por muitos elementos da equipa), que foi "Insuperável" é no mínimo duvidoso.

Ricardo disse...

Erase

Vitor Gomes disse...

Concordo que, mesmo sem os golos e a assistência a teria sido uma boa exibição, a melhor das três. O resto é como costume: tremendamente eficaz a executar quase todos os gestos técnicos e a movimentar-se nas proximidades da área, muitas das oportunidades que tem é ele que as conquista, outro não faria igual.

No entanto o Diogo tem razão, teve longe de tomar "sempre boas decisões". A forma como destruiu aquilo que seria um "golo fácil" para o João Mário quando este seguia à sua direita em MUITO melhor posição tirou-me do sério (e ao João Mário também), e é exemplificativo de muitas das decisões que toma: só vê bola e aquilo que estiver imediatamente à frente.

Edson Arantes do Nascimento disse...

Sinceramente, foi tudo um bocado patético e até cómico, em alguns momentos, pelos factos inusitados que o dia (e o próprio jogo) comportou.

Mas ver uma equipa com bastante talento, ainda assim, a não querer jogar 15 minutos em alta competição é sempre de lamentar. É um desperdício, para não entrar noutras considerações.

Na segunda-parte (mas na primeira também, só que menos) o jogo foi caótico.

Robert Robson disse...

O que aconteceu de diferente deste jogo de mais significativo foi a entrada do Renato associada à libertação do João Mário. Quando o meio campo funciona, as bolas que chegam ao ataque são melhores.
A estrela pode ter vindo buscar mais bolas atrás, mas também para gastá-las em tiros daí, do meio-campo.
E acabamos à defesa do empate, com o Danilo, porque o futebol é um jogo perigoso; podem surgir golos; mais vale não jogar.

Que sorte tivemos que o Bruno Alves tivesse sido expulso. Desse livramo-nos. Do Moutinho talvez, teremos que esperar para ver. Se acontecer, terão sido precisos 3 jogos. O Danilo voltou.

Agora a Croácia.
Já vi demasiados europeus e mundias. Só vi parte do Croácia-Espanha. Lembro-me dum jogo com a Croácia com um destes dois no Euro2012. Deve ter sido com a Espanha, na última jornada do grupo, mas teria sido a mesma coisa com a Itália. OS últimos tinham que passar e passaram. Apostei em dois erros a favor dos indispensáveis, novamente. Não foi bem, foi um erro e meio - um penalty não marcado e os 3 minutos finais que passaram a quase 5 (conta como meio erro). Não chegou. O arbitro devia ter dado mais.

Que fazer com a selecção portuguesa? Aqui vai a minha sugestão. Separar o cargo de treinador das fases finais do resto. Ter um seleccionador e treinador para os apuramentos, e seleccionador para a fase final, e um treinador mas não seleccionador para as fases finais, português, a ser escolhido pelo primeiro - para que o primeiro não mine o trabalho do segundo -, a ser escolhido com base no trabalho do seu clube, em portugal ou lá fora, nesse ano.
Ou seja, o papel de treinador das fases finais deve ser honorífico.
Só assim teremos os melhores na selecção.

Diogo Santos disse...

Blessing, à uns dias vi um jornalista espanhol a dizer que o Ronaldo precisava de jogar mais descaído nas alas para poder ter espaço para desequilibrar, porque ele a jogar como referência não se dá muito bem. Será por aí que ele vai melhorar o seu jogo na seleção? É que ja no Real ele supostamente joga na esquerda e depois aparece mais em velocidade na área. Nao estará também o selecionador a "queimar" o Ronaldo querendo que ele seja a referência na área?

Mike Portugal disse...

A mim o que mais me chateou foi a equipa ter abdicado de jogar depois do 3º golo, quando a Hungria estava completamente à mercê. Quando FS, sem querer, soltou o João Mário em campo (ninguém me convence que isso foi pensado pois FS não tem qualidade para isso) estavamos completamente em cima da Hungria a criar oportunidade atrás de oportunidade.

Outras notas: espero que o Raphael Guerreiro recupere, pois não temos alternativa para a esquerda (Eliseu o quê?). Espero que Moutinho se lesione num treino pois acho que é a única forma de não jogar.

conana disse...

Robert Robson isso de o seleccionador seleccionar o treinador para a fase final adianta efectivamente em quê? não tenho tempo para reler agora o seu post, mas não consigo deixar de perguntar. Não encontro vantagem nenhuma ... No entanto vou reler mais tarde.

escritor de pacotilha disse...

Robert,

a partir do momento em que a Hungria já nem atacava, ou se o fazia era com 2 (dois, two, dos, deux, zwei, dva, you get the point), porque não lhe interessava sofrer golos, porque raios vamos defender? E ninguém questiona a genialidade do FS dizer que prefere um pássaro na mão do que dois a voar? O pássaro estava preso pela pata, ainda dava para apanhar o outro.

Danilo... ainda agora estou a tremer quando me lembro dessa substituição.

Pedro disse...

Será desta que Fernando Santos ganha juizo???

É que a jogarmos com o habitual meio campo contra a Croácia é a morte do artista:

André Gomes é um bom suporte a Moutinho, mas não tem profundidade, o seu jogo é previsivel e tem o condão de eu olhar para ele a jogar e pensar "Porra o Deco em final de carreira era um velocista..."...é um jogador sem chama nem garra, com muito pouca intensidade para jogar como falso "ala".

João Mário no Sporting jogando nesta mesma posição descaido na direita, oferece bem mais à equipa porque a movimentação da mesma permite que JM nunca esteja por decreto a jogar sobre a direita como se de um extremo se tratasse, na seleção...querem por o puto a fazer o corredor matando e acorrentado todo o seu talento que é bem mais do que simples tabelinhas e correr para a linha.

João Moutinho é neste momento um bom distribuidor de jogo, mais nada, não tem já capacidade para empurrar a equipa para a frente, e mesmo no Mónaco é o Bernardo Silva que oferece os recursos que faltam a Moutinho, apostando em Moutinho no meio campo é criar um vazio entre os avançados e a linha criativa porque Moutinho parece que tem ali algo que o impede de estar a menos de 40 metros da area adversária..


Ontem embora as substituições no meio campo(entrada de Sanches e mais tarde a saida de A. Gomes) deu finalmente para ver Ronaldo com mais espaço, a equipa preenchia um pouco melhor os espaços e os lances de perigo aumentaram.

A meu ver Sanches, embora que por vezes a sua inexperiência ainda o traia, é de longe o médio que oferece maior capacidade de romper linhas com perigo, eu teria ontem experimentado o trio de meio campo Sportinguista (Adrien sobre o meio, JMário descaido sobre a direita e William como trinco) e o Sanches descaido sobre a esquerda... para mim é sem duvida a melhor opção para que Ronaldo tenha o tal espaço que tanto precisa, tal como Nani deixaria de ter que andar a correr sem critério a procura da bola que nem um louco....

Blessing disse...

Diogo, na minha opinião não. É verdade que ele é muito forte nas diagonais de fora para dentro. Mas não é menos verdade que para tal precisa de quem o sirva na perfeição. No Real Madrid joga com os melhores do mundo, na selecção não.

Robert Robson disse...

@conana
A ideia dum seleccionador escolher o treinador é de tentar evitar que o primeiro dificulte o trabalho do segundo. Conflito de egos.

Podemos todavia considerar um esquema mais transparente: todos os treinadores portugueses em selecções e clubes de primeira divisão de todos os campeonatos do mundo teriam direito a um voto. Os resultados seriam públicos.
Nesse caso, o treinador premiado com o cargo de treinador seria também seleccionador.
Mais simples, claro, e mais prestigiante que a minha proposta original. Logo muito melhor para obter o efeito desejado: aumentar a meritocracia no funcionamento da selecção e atrair os melhores.


@escritor de pacotilha
A mim também não me agradou a entrada do Danilo, pelo que pressagia para o futuro.


Não sou treinador de futebol, nem parecido. Sou apenas uma pessoa cheia de opiniões, e que se interessa por coisas como organização e tomada colectiva de decisão. Os meus comentários ocasionais são por isso laterais aos temas essenciais.

Diogo Santos disse...

Pois, a qualidade que tem nos colegas do real não é a mesma que tem na selecção, e muitos pessoas não vêem isso.

Edson Arantes do Nascimento disse...

Ilustres: a equipa portuguesa conseguiu roubar alguma bola ao adversário durante a segunda parte? Epá é que foi terrível, acho que ainda estou meio abananado com este jogo LOL

O André Gomes seria um excelente jogador de andebol - só entrava nos ataques. Como isto é futebol e ele está a léguas do Messi, não vale uma beata. Tem algumas qualidades com a bola nos pés e o resto é para esquecer.

Para além daquela patética entrada do Danilo, não percebi qual foi a intenção de trocar o Moutinho pelo Renato. O Moutinho estava lesionado/incomodado? Estava a jogar mal? - não me pareceu, está longe de ser um jogador que eu tenha em grande consideração mas estava a gostar de ver...

Portugal tinha acabado de empatar o jogo e parecia estar com vontade de resolver o assunto, foi meter o miúdo num jogo a escaldar, ao intervalo, para quê?

Se o FS está com tanta vontade de o ver na equipa, como alguém dizia no outro dia, porque não mete o Renato de início? Eu acho que as substituições são quase sempre um tiro no escuro, mas ontem isto foi tudo surreal. O caos.

E no final do jogo, o CR e o João Mário claramente não sabiam se tinham passado ou não. Aliás, a expressão do CR era mais ou menos esta "então caralho!, o que se passa, passámos 15 minutos a não querer ganhar o jogo, está tudo doido?".

Depois passa o João Mário de novo, diz-lhe alguma coisa ao ouvido, e ele faz assim um gesto com o punho cerrado tipo "yeah, está feito". Tudo à toa.

Ao longo da preparação não disse nada, fui observando, mas será que estes camaradas treinaram durante estes dias...? Eu recordo que só em França aconteceram duas visitas (em dois dias diferentes) do PM e do PR, já depois do jantar em Belém. Da segunda vez, foram os dois jantar com a equipa no hotel (!!!!!!!!!!), PM e PR.

Estava a vê-los entrar no hotel e a pensar - "Foda-se, se fosse atleta da selecção já não podia ver estes gajos à frente!".

O primeiro treino em França foi diplomaticamente aberto ao público e só não se meteram (e venderam e venderam!, ah pois) 20 mil pessoas porque a segurança não deixou... É demasiada algazarra para quem está com ideias de trabalhar.

Blessing disse...

Edson, por acaso este post nem fala da exibição de Portugal. As outras duas foram bastante iguais a esta. Mas há tanto por onde pegar que... Um verdadeiro filme de terror. Nem o Tarantino é tão descompensado para conseguir fazer filmes desta categoria.
Abraço

escritor de pacotilha disse...

@Robert,

se a ideia fosse refrescar a defesa (nada contra, mas acho que havia outras prioridades), então faria sentido de facto tirar William por Danilo (e mesmo por aqui podemos discordar).

Se a ideia foi apenas segurar o resultado, então - com franqueza - é uma bela bodega de ideia.

@Blessing,

esquecendo por um momento a questão clubística, não faria mais sentido jogar em 4-3-3 com movimentos iguais aos dos da 2ª parte (até entrar o Danilo... ugh) de início e com Adrien e Quaresma (ou até Rafa) em vez de Moutinho e Gomes? Digo Adrien porque me parece que dada a sua experiência (e sim, rotinas adquiridas em 2 anos) saberá ocupar melhor os espaços em organização ofensiva e (sobretudo) transição defensiva, coisas em que Renato ainda estará (sobretudo na transição defensiva) muito verde? Ninguém nega ao rapaz potencial e talento imediato em mexer com o jogo, mas o posicionamento quando a equipa perde a bola, e a recuperação a passo da posição, não se compadece contra jogadores que carburam a um nível avançado (Modric, por exemplo). Acho que faria mais sentido a entrada de um Renato num contexto em que segurar o resultado através da injecção de força e resistência ou de se precisar de velocidade adicional a queimar linhas (coisas que Moutinho e Gomes nunca saberão trazer ao jogo neste momento). Just my 2 cents.

Blessing disse...

Escritor, que questão clubística? Na minha opinião Adrien, João Mário, Renato, Rafa, Nani, Ronaldo. Organiza como quiseres, mas João Mário, sempre, sempre, sempre, no corredor central. É o que melhor enquadra à par do Renato, e enquadrado é o que decide melhor e com mais qualidade na execução que todos os outros.

Diogo Vasconcelos disse...

E já agora, achar que um jogador aos 31 anos e sem qualquer estimulo nesse sentido (muito pelo contrário), vai aprender a orientar o seu jogo para as necessidades da equipa, só pode ser ou ingenuidade ou então foi para os haters aqui do blog darem uma folga

escritor de pacotilha disse...

Blessing, só referi isso porque qualquer opinião (mesmo que sem essa intenção) de se ter que jogar ou com os 3 do Sporting ou com Renato é vista imediatamente por outros como uma lealdade clubística.

Sou da opinião de que os jogadores que entram em campo devem ser os que maximizam as hipóteses de se sair vencedor, logo ou se põe os melhores ou se põe os que entre si têm dezenas de jogos em cima que lhes permitam saber ocupar espaços e abrir linhas de passe sem terem que treinar pela primeira vez juntos 3 dias antes do jogo.

Até se pode fazer o argumento de que, em termos individuais, os 3 referidos (Adrien, William e João Mário) não são os melhores, mas não pode ser considerado dispiciendo o facto de estes três terem muito treino, muito jogo e sobretudo muita experiência (tanto de adversidade e de vitórias) acumulada nos últimos 2 anos.

Para terminar, um meio campo com Adrien, Renato e João Mário não seria demasiado exposto em transição defensiva? O Renato ainda se mostra muito verde no entendimento do que é essa fase do jogo e não temos grande referencial de observação do que é João Mário no centro do terreno nessa fase. Adrien, que entendo que seria o vértice mais recuado num tal triângulo, até pode ser opção dado o voluntarismo e entendimento cada vez maior do jogo mas sinceramente não o estou a ver ser capaz de fazer dobras aos centrais quando algum destes sobe para disputar bolas pelo ar em frente à área (por exemplo). Posso estar (e provavelmente estarei) equivocado.

Blessing disse...

Escritor, mais exposto do que tens estado agora? Tenho muitas dúvidas disso. Quanto ao Adrien, é o melhor médio português (actualmente) a jogar com referências zonais. Dos que lá estão é o que melhor se coloca em todas as situações de jogo, ofensivas e defensivas. E é o que melhor ajusta consoante a situação numérica e espacial que está criada. O resto, para mim, são canções de embalar de outros tempos, de quem ainda não percebeu a mudança que ocorreu em tão pouco tempo no jogador. Que hoje, pelas suas características individuais, pela forma que se dá a equipa, pelo foco que colocou no que o treinador do clube tinha para ele, é um jogador totalmente diferente no que diz respeito à competência em termos de posicionamento. É o que melhor percebe quando sair na bola, quando ficar em cobertura. É o que melhor percebe para onde ir se o central saiu, se o lateral saiu, se é o único à frente da linha defensiva. Por exemplo, no terceiro golo da Hungria, o que se passou com o A.Gomes? Competência defensiva em organização, ainda por cima a defender com muitos em pouco espaço - zero. E se em organização, com muitos, sem espaço, não somos hoje capazes, como o seremos quando tudo é mais rápido, com mais espaço, e com menos? Daí a minhas dúvidas imensas de que fosse piorar. Para mim só melhora qualquer mudança feita para colocar jogadores competentes como Adrien ou João Mário ao nível dos comportamentos defensivos. Isto para não falar do quão concentrado e por isso voluntarioso está o Renato. Que é capaz de pressionar os centrais e poucos segundos depois estar bem junto da linha média pelas suas características individuais. E olha, estamos a falar de um jogador que EU critiquei muito, muito, muito, nos anos anteriores. Porém, não é isso que me impede de ver o quanto cresceu. Mas, como tudo, é uma opinião que pode bem estar errada.

Robert Robson disse...

Ainda sobre o Hungria-Portugal, encontrei no blogue O Guerreiro da Luz os comentários do Gary Lineker e seus convidados, Rio Ferdinand, Thierry Henry e Danny Murphy.
Que absoluta delícia ouvir Thierry Henry. Tinha que deixar aqui esta nota.

Referências:
Post d'O Guerreiro da Luz;
Post do vídeo da BBC.

Desculpem se houver alguma falha, o meu html está enferrujado.