sexta-feira, 10 de junho de 2016

Payet. A primeira grande figura do Europeu.

À beira da ternura dos trinta mostra-se Payet. E é por ele e outros tais que as grandes provas internacionais de selecções têm um cariz verdadeiramente apaixonante.

Sem ter passado por clubes de nomeada a nível Europeu, Payet a aparecer como a primeira grande figura do Europeu, com uma exibição absurda de talento, classe, decisão e qualidade técnica. 

O golo, o merecido golo, como o colocar da cereja na sua exibição. Imortalizada com as triunfantes lágrimas enquanto abandonava o relvado.

Duas reflexões. Como e porque andou sempre fora do radar dos maiores da Europa? Percebe-se o porquê da incerteza que é cada jogo da Premier League, quando alguém capaz de uma performance deste nível numa prova deste cariz anda por uma equipa de nível médio em Inglaterra.

6 comentários:

RedAtheist disse...

E pena ja ter 29 anos,que jogador.Foi o melhor jogador em campo sem contar com o golo.

Ricardo disse...

Um oásis no autêntico deserto que foi este jogo. Se isto for o mote, vamos ter um Euro ao nível do Mundial de 1994.

Dennis Bergkamp disse...

O mundial de 1994 foi dos torneios com mais talento por metro quadrado, oxalá tenhas razão Ricardo

Ricardo disse...

Pois eu espero que nâo. Com Roberto Baggio, Romário, Stoychkov, Balakov, Maradona, Batistuta, Maldini, Bergkamp, Asprilla, Alain Sutter, Roy Keane, Henrik Larsson e mais uns quantos, este torneio cometeu o mais difícil: foi, na maior parte do tempo, uma tremenda chatice! Excitação genuína, só mesmo com a Bulgária, os piques de Baggio e um Alain Sutter em pleno pico dos seus poderes.

Blessing disse...

Não surpreende. Muito da boa época do West Ham passou por ele.

Arquivador disse...

E Tomas Brolin... Desse ano lembro-me sempre da chatice que era a Itália e do talento de Bergkamp. Ah, e da cotovelada do Leonardo.