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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Rinaudo e Matic versus Javi e André Santos

Ponto prévio. No actual sistema de jogo, parece claro que Rinaudo tem de jogar sempre. A sua reactividade defensiva, e as coberturas ofensivas mais próximas da bola, que lhe permitem reagir mais rapidamente à perda, ou ligar os corredores após um passe atrasado que chegue na sua direcção, justificam-o.

Pensa-se em Matic e crê-se que poderá dar uma dimensão ofensiva ao SL Benfica que Javi não dá. É certo que defensivamente está a milhares de léguas do espanhol. Na ocupação do espaço, na imponência do jogo aéreo (situação tão importante na Liga Portuguesa, porque raras são as equipas que tentam sair a jogar) e na tomada de decisão relativa ao posicionamento ou reacção às diversas situações defensivas do jogo (como reagir quando estamos com cinco atrás da bola? ou quatro? ou apenas três?)

Porém, porque tecnicamente é dez vezes mais jogador que Javi Garcia, poderia supor-se que ofensivamente teria algo mais para acrescentar. Luis Freitas Lobo referiu-o antes de se iniciar a partida do último fim de semana. Todavia, a meio da primeira parte já tinha mudado a sua opinião.

Há jogadores assim. Porque na tomada de decisão são menos fortes que o que seria de supor, serem hábeis tecnicamente chega a prejudicá-los. Numa posição onde demasiadas vezes se exige que se mude o centro do jogo, que se retire com rapidez e assertividade a bola da zona de pressão, Matic age demasiadas vezes contranatura. Gosta de ter a bola e não se coíbe de correr com ela, procurando ele melhores soluções ofensivas, não soltando a posse enquanto não vislumbra uma linha de passe mais ofensiva. É pela sua tomada de decisão que por vezes o jogo do Benfica se torna mais lento. Não esquecendo as perdas que vai somando, por passar demasiado tempo com a bola no pé.

De Rinaudo a André Santos, o caminho é bastante próximo ao dos centrocampistas do SL Benfica.

Os traços de Rinaudo batem aos pontos André Santos. Todavia, na tomada de decisão com bola, é o argentino que tem a aprender com o português. O argentino tal como Matic, gosta demasiado da bola. Quer tê-la e conduzi-la. Quando perceber que as suas acções ofensivas de condução são estéreis, tornar-se-à mais jogador. É muito invulgar termos Rinaudo em situações de jogo em que se imponha mais de um, dois, três toques na bola. Correr com ela como o faz permite ao adversário ter mais tempo para se organizar, além de que uma possível perda poderá apanhar o Sporting desposicionado no campo de jogo.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Curtas do modelo e das individualidades ao dispor de Domingos

- Não há meio campo. O Sporting joga num 4x1x4x1. Há cinco jogadores estacionados nas imediações da grande área adversária, bastante longe dos colegas de equipa. Se a eles juntarmos inúmeras vezes a subida dos laterais, ficam sete jogadores (bem) à frente da linha da bola. Demasiado longe dos colegas e sem trabalho para receber, percebe-se o porquê de aos vinte minutos de jogo, já os centrais leoninos terem por uma mão cheia de vezes solicitado os distantes colegas em passe longo;

- Se ofensivamente, jogar com quatro médios ofensivos, coarcta a possibilidade de a bola chegar com assertividade às zonas mais adiantadas do campo, defensivamente o Sporting não melhora em um milímetro. Se exceptuarmos o espaço imediatamente à frente dos centrais, que é ocupado pelo trinco, há um buraco enorme entre os defesas e os médios. E não admira que os defensores leoninos tenham sido mais vezes chamados a intervir que os madeirenses. Enquanto num lado, os médios servem de "tampão", sendo eles os primeiros responsáveis por sair à bola, no Sporting, defensivamente, os quatro do meio campo estão sempre a jogar contra a maré. Sempre a procurar recuperar metros, face ao adiantado posicionamento inicial;

- Ainda defensivamente, e comparativamente por exemplo, com o que Jorge Jesus faz quando joga com um único médio, o Sporting torna-se ainda menos seguro. Porque a sua linha da frente não faz pressão e deixa desde logo o adversário chegar com mais qualidade ao espaço entre sectores, ou porque quando faz e obriga o adversário a sair de forma directa, os cinco que ficam atrás são incapazes de matar o ataque logo na primeira bola. Mesmo quando a ganham, demasiadas vezes a bola fica a "pingar" no espaço defensivo. Com os médios tão longe, é difícil impedir o adversário de ficar com a sua posse, após o primeiro duelo no ar;

- Se lhe parece que Schaars joga próximo do trinco, está enganado. Por vezes, quando a bola é colocada no espaço descoberto entre sectores, é o holandês que recupera mais rápido. Somente por isso lhe pode dar a sensação que o Sporting joga com alguém próximo do trinco. Schaars joga nas costas do ponta de lança, ladeado de outro médio centro ofensivo, e de dois extremos;

Não parece que este modelo tenha possibilidades de levar Domingos ao sucesso. Ainda assim, se for para manter, talvez algumas alterações nas suas opções pudessem melhorar o jogo do Sporting. Assim:

- Rinaudo tem de jogar. Duas razões emergem para que tal seja uma obrigatoriedade. O trinco joga demasiado longe dos restantes médios, e é por vezes obrigado a controlar toda a largura do campo naquela linha. O argentino tem uma reactividade que André Santos jamais terá. Chega muito mais rápido ao adversário que o português, e será, individualmente, mais capaz de suprir as deficiências do modelo de Domingos. Também ofensivamente, mostra-se mais capaz de ligar os corredores. As suas coberturas ofensivas foram sempre mais próximas da bola, e revelou-se sempre mais apto para dar seguimento às jogadas ofensivas, quando a bola tem de recuar. Contra o Maritimo, e porque havia demasiada gente à frente da linha da bola, de cada vez que era preciso jogar num apoio, a bola tinha de recuar inúmeros metros até aos defesas centrais, permitindo dessa forma respirar e restabelecer a organização madeirense. Ao contrário de André Santos que pareceu mais preso ao corredor central, Rinaudo mesmo que demore um pouco mais a decidir, está sempre mais próximo da bola;

- Schaars não tem características que o possam fazer jogar no actual modelo. O problema estará sobretudo no modelo, mas insistindo nesta forma de jogar, o holandês terá de ficar de fora. É o tipo de jogador que pode encaixar com grande categoria num 4x3x3, com médios interiores. Para jogar tão próximo da grande área adversárias, falta-lhe criatividade. Naquela zona, nem sempre importa jogar a um, dois toques. Demasiadas vezes, especialmente quando se criam situações de superioridade númerica em determinada zona, impõe-se o transporte de bola, atacando o adversário directo, para posteriormente soltar a bola para as costas deste, na direcção de um colega. Schaars, não tem outra solução que o passa e recebe. É demasiado curto para quem joga tão adiantado.

P.S.- No lance do segundo golo do Marítimo, há uma histeria colectiva crucificando o passe de João Pereira. É óbvio que tudo nasce do erro técnico de João Pereira. Há que perceber, contudo, que erros técnicos acontecem, e irão continuar a acontecer. E é óbvio que quanto maior for a qualidade do interveniente, menos erros dessa natureza cometerá. Todavia, é muito mais preocupante o comportamento do lateral no momento seguinte ao mau passe, que propriamente o erro técnico, que reafirma-se, ninguém está a salvo de cometer. Pereira não soube reagir. Desatou a correr na direcção do portador da bola de forma desenfreada, quando deveria ter recuperado rapidamente para a linha defensiva, e somente uns segundos mais tarde adoptou o comportamento que se impunha desde o início. Demasiado tarde, porém. Sami já tinha recebido a bola com total à vontade no espaço desocupado, e já se dirigia para o corredor central preparando o remate.

domingo, 14 de agosto de 2011

Adorei rever-te

O melhor jogador do Sporting e seguramente um dos melhores da Liga voltou, e aparentemente sem limitações. E todos devemos estar felizes por isso. O russo tem soluções para tudo, e ainda oferece a criatividade e espontaneidade que tem escassado. Não foi só o golo que somou. Foi o golo e as combinações que promoveu que deram mais qualidade ao jogo do Sporting. No meio campo, no ataque, no corredor central ou no lateral, Izmailov tem o toque de classe, que o leão não pode abdicar.

O número de ataques, remates, oportunidades e até cantos, demonstra um domínio avassalador. Uma capacidade para asfixiar o adversário no seu meio campo defensivo, que nunca fôra vista na época transacta, e só passível de ser concretizada pela forma próxima como os onze jogadores leoninos jogaram no momento defensivo, e pela atitude reactiva na forma de pressionar, bem diferente de jogos anteriores. Verdade, que a opção (obrigação!?) em sair sempre em pontapé longo por parte do Olhanense, facilitou o jogo a quem o pretendia dominar. Nunca conseguimos colocar bolas nas costas, à distância a que se bate o pontapé de baliza. Teve, porém, a vantagem/desvantagem, dependendo da perspectiva, de nunca os algarvios terem corrido o risco de perder a bola na proximidade da sua grande área.

Quem pretende almejar a glória, garantidamente que não pode ceder mais de um, dois, três resultados desta natureza na sua casa. Há, ainda assim, imensos pontos positivos a reter. Todavia, nem só o resultado deixa de ser apreensivo.

- Pela ocupação do espaço, o Sporting voltou a ser dominador, e quem joga todo o jogo no meio campo adversário está sempre próximo do golo. E o Sporting, indubitavelmente esteve mais próximo do que nunca;

- Rodriguez começa a assumir-se como um reforço determinante. Domina como poucos o seu espaço. É forte, concentrado, e sabe tudo sobre o posicionamento defensivo. Não tem a classe de outros, mas defensivamente é o mais fiável dos quatro centrais;

- Muito bom o jogo de coberturas (apoio atrás do portador da bola, no caso da ofensiva, ou apoio ao colega que está com o adversário portador da bola) de Rinaudo, e determinante a sua reactividade a cada perda. É também muito pela forma como "cai" imediatamente sobre a bola, ou recuperando, ou travando desde logo o ataque adversário, que o Sporting se mantém subido;

- Autêntico caso de "Dr Jekyll and mr Hyde" a prestação de Yannick. Enquanto confiante estava a ter um desempenho muito positivo. Mesmo nas suas acções técnicas, que tantas vezes o traem. Subitamente, após a desvantagem no resultado, pareceu de volta ao registo habitual. Incapacidade gritante para definir todo e qualquer lance que lhe passasse pelos pés;

- Schaars e André Santos. Boa técnica e interessante simplicidade de processos. Posicionalmente pode-se contar com ambos para tudo. São abnegados, e é também muito pelas suas acções que a bola circula melhor. André Santos tem, e Schaars aparenta também, um déficit de criatividade. São óptimos quando se impõe jogar a dois toques. Parecem, contudo, incapazes de progredir com excelência, quando o espaço à sua frente assim o recomenda. Talvez se exija, num meio campo a três, jogadores com outro tipo de características. Matias e Izmailov, ou até André Martins, assim continue a demonstrar qualidade, serão previsivelmente jogadores importantes se Domingos pretender um pouco mais de rasgo criativo num sector tão determinante;

- Apesar de alguma falta de capacidade pare definir bem as jogadas no ultimo terço do campo de jogo, foram imensas as oportunidades de golo criadas. Essencialmente fruto do bom posicionamento leonino, que por si só, obriga o adversário a ver a meta de longe o jogo todo. Não deixa, porém, de ser preocupante perceber que demasiadas vezes, pareceu incapaz o Sporting de se aproximar do golo no momento de organização. E essencialmente pensar que a ineficácia no jogo de hoje, poderá não ter sido fruto de uma má noite, mas sim uma tendência mais do que confirmada, pelo histórico de golos de quem foi desperdiçando sucessivamente a hipótese de ser feliz. Bojinov ainda não se estreou, mas começa a perceber-se que poderá ser o reforço mais importante de todos. Assim os seus traços sejam o que continua em falta no sector ofensivo. Capacidade de definição, criatividade e eficácia na finalização.

P.S.- Quando há pouco menos de um ano atrás vi Wilson Eduardo, também num jogo contra o Sporting, pensei que jamais fosse capaz de fazer um golo daquela natureza. Então em Aveiro, em dez minutos rematou por três, quatro vezes. Em todos os remates, o gesto técnico e a potência do remate se assemelhou ao de um iniciado. Um golo, seja de que natureza for, não define minimamente a qualidade do jogador, e não se pretende aqui tecer qualquer juízo ao valor de Wilson, apenas deixar uma referência ao inesperado feito. Talvez, quando voltar a acontecer, já não seja inesperado.

sábado, 4 de dezembro de 2010

O trio do meio campo e a incapacidade para contra atacar do Sporting

Não está relacionado. Tende-se a considerar que o Sporting perde qualidade ofensiva por apresentar três jogadores com conotação mais defensiva no meio campo (Maniche, André Santos, Pedro Mendes). Não terá de ser assim necessáriamente. Desde que Paulo Sérgio saiba jogar com tal.

Com os três em simultâneo no campo, é evidente que se perde em criatividade, e ainda que Maniche e André Santos cheguem bem à frente, fica a faltar imaginação e talento. Aquilo que Matías promete, mas não tem conseguido cumprir.

Porém, há ganhos relevantes noutros momentos do jogo. Sem a posse da bola todos eles são bastante rigorosos e não se coíbem de se entregar ao jogo, cumprindo na perfeição todas as tarefas defensivas inerentes às suas posições. Também do ponto de vista ofensivo, têm algo para dar. São francamente bons na capacidade de passe e muito capazes de servirem os colegas mais adiantados.

Se o Sporting se tem mostrado incapaz na transição ofensiva, tal não se deve minimamente aos seus médios. Ao contrário dos rivais, o Sporting não parece ter definida qualquer estratégia, qualquer movimento base para sair no contra-ataque. No FC Porto, Hulk em primeira instância e Varela se melhor posicionado, servem como excelentes apoios para receber a bola o mais rápido possível após a recuperação da mesma. Quando a bola chega rapidamente aos seus pés, encontram invariavelmente situações com poucos defesas à sua frente e muito espaço para correr. Situações onde são exímios, diga-se. No caso do SL Benfica, em situação defensiva, Cardozo posiciona-se sempre no corredor onde está a bola, para disputar a primeira bola quando esta é "aliviada" pelos defesas. Enquanto o faz, Saviola aproxima-se para receber do paraguaio e dar início à transição. Quando a recuperação da bola é feita de forma mais capaz, conseguindo os jogadores encarnados, desde logo sair a jogar, Aimar e principalmente Saviola baixam um pouco oferecendo linha de passe suficientemente clara para receberem a bola e atacarem a baliza adversária.

No futebol do Sporting é difícil perceber se há algo mecanizado, tão díspares são os comportamentos após a recuperação da bola. Quando a recuperação de bola é feita por uma intercepção de João Pereira, a equipa até se mostra capaz de sair rápido, pela boa forma como o lateral conduz a bola na direcção do corredor central. De outra forma, não se nota que haja alguma definição sobre a forma como sair rápido. Seja pela inexistência de um jogador que sirva como referência para receber a bola o quanto antes, ou de um espaço pré determinado onde alguém o faça.

Relembre que jogadores como Hulk e Cristiano Ronaldo (nos anos de Manchester) granjearam toda a sua fama pela forma fantástica como iniciavam/iniciam os contra-ataques das suas equipas (receber a bola no corredor lateral oposto ao pé dominante, e atacar  o corredor central conduzindo a bola).

Por vezes parece que Vukcevic poderia ser a solução para tantos problemas do Sporting. E ainda que o montenegrino tenha estado a um nível patético no clássico, é impossível não pensar que poderia ser bastante útil à transição ofensiva do Sporting, assim servisse de referência para receber a bola e iniciar nas suas botas os contra-ataques leoninos. Se Varela e Hulk têm feito o FC Porto chegar ao golo por tantas vezes dessa forma, porque não pode Simon ser melhor aproveitado?!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Soltas do clássico


Soltas do derby eterno. O melhor jogo do mundo.

- O palpite avançado na semana passada tornou-se real. Era altamente improvável o Sporting ter sucesso no Estádio da Luz. Este SL Benfica, independentemente do que a actual classificação nos revela é bastante superior no plano técnico-táctico ao actual Sporting;

- Jogo enorme de Saviola. Revendo o clássico, há algo comum a todas as jogadas perigosas do SL Benfica. A participação assertiva e determinante do argentino;

- Como justificar a quantidade quase pornográfica de bolas perdidas pelos defesas e centrocampistas (André Santos à cabeça) do Sporting? E a cada uma delas seguia-se sempre um ataque rápido do SL Benfica bastante perigoso;

- Técnicamente, Evaldo é do pior que já se viu de leão ao peito. Tem muita força e velocidade q.b. Porém, tal é insuficiente para se poder afirmar como jogador importante nos processos ofensivos de uma equipa que pretende ser dominadora. Jesus explicou a estratégia. Bloquear as saídas do João Pereira, obrigando o Sporting a sair pela esquerda. Percebe-se porquê;

- Cardozo foi o homem do clássico. Tivesse sido eficaz como Paulo Sérgio sugeriu e o resultado teria sido uma catástrofe. As suas duas perdidas antes, e duas perdidas depois dos dois golos, desmentem o treinador leonino;

- Ao contrário dos jogadores do Sporting, os do Benfica sabem sempre qual o melhor comportamento a adoptar nas diversas situações. Nada parece fruto do acaso. Como reagir ao colega que é driblado? Como ocupar o espaço em determinada situação? Se ter conhecimento táctico do jogo pode não ser garante suficiente para o sucesso. Relembre que não basta saber, é preciso aplicar bem. É no entanto inegável que sem tal base, as dificuldades crescem exponencialmente;

- Peixoto voltou à lateral esquerda. Se é verdade o que Jesus garantiu. "Em termos colectivos Peixoto não erra", é indesmentível que a ausência de um desiquilibrador (Simon?) desde início no seu corredor facilitou imenso o jogo a Peixoto. Afinal, é nas situações defensivas de 1x1 que César encontra mais dificuldades;

- É possível que Nuno André Coelho não tenha feito a exibição atroz que lhe é atribuída. Já aqui referimos que o colectivo não está preparado para reagir às diversas situações (relembre o post anterior). Só por isso os jogadores leoninos ficam mais fragilizados e expostos aos erros;

- Liedson já era. E não é por não ter sido capaz de transformar em golo o único lance verdadeiramente perigoso do Sporting em todo o jogo;

- A muita posse de bola do Sporting foi bastante estéril. Contam-se pelos dedos de uma mão os passes que entraram em apoio frontal, na zona à frente dos centrais do SL Benfica.