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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Guia-nos Capitão

Pelo grupo esquecendo a notoriedade.

Pode parecer corriqueiro. Mas é disto que se fala em Ronaldo depois de há tão pouco tempo ser bem criticado.


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Mudaste!

Ronaldo, vai daqui um reforço positivo para o que tens sido nos últimos três jogos. A ordem dos penaltys ajudará os mais distraidos a perceber. Que mudança. 

Obrigado Capitão!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Cristiano por Rui Costa

"Os portugueses têm de perceber que Cristiano não é o jogador que era há dez anos. E já não o é há alguns anos. Ele especializou-se em fazer golos" Rui Costa, ontem à noite num programa da TV portuguesa.

O génio da camisola dez portuguesa, o mesmo que com as suas decisões trouxe o sucesso e virou as agulhas no futebol do SL Benfica, explica de forma bastante assertiva porque não podemos esperar que Cristiano Ronaldo continue a fazer a diferença e a ser assertivo na zona de criação.

A Ronaldo falta sobretudo quem, como Rui Costa, fosse capaz de o guiar. Os melhores anos de Cristiano na selecção não foram somente quando apresentava outras características. Foram sobretudo os anos em que tendo menos moral que os colegas, jogava para e com todos. Decidia em função de um bem comum.

Rui Costa não podia ter mais razão no que afirma. Todavia, cabe a Cristiano percebe-lo também!... e deixar de complicar fora da zona de finalização. O seu jogo é hoje totalmente diferente. É o melhor nove do futebol mundial e é na área que tem de continuar a mostrar serviço. Fora dela, é tocar e soltar. Sem protagonismos. Ficar somente à espera do momento e não o querer forçar. Os portugueses percebê-lo-ão logo que Cristiano também o perceba.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Cristiano Ronaldo na selecção

O conhecimento sobre o jogo aumenta e já se discute hoje a qualidade e sobretudo a importância de Cristiano Ronaldo no modelo português.

Torna-se mais claro de perceber quando no último minuto da partida a selecção portuguesa beneficia de um livre tão ao jeito de Raphael, que conta já com um histórico importante de golos em livres daquela zona, e... não é o miúdo a cobrar o livre. Porém, isso ainda é o menos importante.

Por hoje, com o país magoado pelo resultado da estreia no Europeu muito se debate tiques de vedetismo ou o inacreditável ego que Cristiano tem para alimentar. A sua personalidade é um entrave ao desenvolvimento de um jogar colectivo, naturalmente. 

Não se ignore, porém, o que é mais importante e que no fundo despoleta tudo. A falta de qualidade de Cristiano na tomada de decisão. Como referido por cá há imenso tempo, o português não acrescenta nada ao jogo da sua equipa que não os golos que marca. Fá-lo em quantidades industriais e tal é suficiente para justificar sempre a sua presença em campo. Como sucedia com Jardel, por exemplo. Mas, por amor de Deus não queiram alimentar discussões sobre o melhor do mundo. O jogo é mil vezes mais que rematar à baliza. Para que esse momento chegue há todo um trabalho para trás tão trabalhoso e ainda mais difícil que somente finalizar que... tem de ser feito! 

Alimentar a discussão sobre o melhor do mundo lançando do baralho um jogador cujas únicas qualidades se resumem ao processo ofensivo e a uma só fase é renegar tudo o que é o futebol nos dias de hoje.

Cristiano vai voltar a marcar e muito. Aí as dúvidas dos menos elucidados voltarão. Por cá afirma-se o mesmo de sempre. O português não vive no mesmo planeta do pequeno argentino que constroi, cria e finaliza.

Seja por vaidade, ego, ou simplesmente por incapacidade de perceber o que é melhor para a equipa, nunca alguém com tamanho nível de tomada de decisão que Ronaldo apresenta nos jogos por Portugal poderá entrar em lutas por prémios individuais que não relacionados com o número de golos que marca.

terça-feira, 14 de junho de 2016

A primeira parte de Cristiano.

O seu melhor período no jogo. Não conseguiu regra geral enquadrar na recepção, nem conduzir fixando. Demasiadas vezes a perder tempo com as suas pedaladas e outro tipo de show off inócuo, mas ainda assim, não foi na primeira parte que condenou as aspirações portuguesas. Apareceu com qualidade na finalização onde poderia ter sido mais feliz. Decidiu neste período bastante melhor que na segunda parte e ainda respeitou algumas movimentações dos colegas. É praticamente incapaz de desequilibrar em condução. Todavia, mesmo estando a léguas dos melhores do mundo em tudo o que não seja finalizar, não fez uma primeira parte horrível. Apenas não acrescenta. E se a bitola são de facto os melhores... a distância é muito grande. E não, não foi um jogo. São praticamente todos.

Quando não marca, já se sabe e já se debateu inumeras vezes a qualidade das suas prestações...



sábado, 26 de março de 2016

Coragem de Fernando Santos. E Cristiano. O homem que tudo finaliza.

Interessante o modelo apresentado na partida de ontem. Interessante a mobilidade da selecção, e sobretudo corajosa a integração do mais desequilibrador jogador português do momento. Corajosa a decisão porque jogando no Braga, Rafa será sempre encarado como peixe miúdo. 

Frente à Bulgária, sempre que recebeu a bola, se não desequilibrava, mantinha posse. O melhor e mais rápido a receber e enquadrar em espaços curtos. O mais capaz de jogar dentro do bloco adversário mesmo com muitas pernas ao redor, pela superior qualidade técnica que apenas em Nani encontra rival em toda a selecção portuguesa. Move-se e decide rápido. Que Fernando Santos continue a apostar no miúdo e que os graúdos deixem os galões de fora e joguem mais com ele e para a equipa e não para si próprios.

Um jogo de decisões, onde Ronaldo precisa sempre de fazer golos para justificar a presença em campo pela falta de qualidade que apresenta na criação.



Não é um lance de excepção em Cristiano. Este é o seu perfil de decisão na criação ou na construção. Na finalização também decide demasiadas vezes mal, pela frequência com que procura remates de zonas praticamente impossíveis, mesmo para si, que é um fenómeno na finalização.

Não é preciso sequer invocar Messi. O próprio Rafa se recebesse a bola que Ronaldo recebeu, teria a um toque na recepção enquadrado com a linha defensiva adversária e depois daria seguimento com muito mais qualidade. Tal como o fez quando teve bola em semelhantes situações.


Em suma, Ronaldo na criação não é sempre isto. Mas, é-o demasiadas vezes para quem está no topo dos topos. Talvez o melhor finalizador do mundo, seguramente um dos melhores. Mas muito longe de contribuir para que as suas equipas sejam ganhadoras. Para que estejam sucessivamente perto do sucesso. Mesmo que o seu perfil de decisão lhe traga toda a notoriedade do mundo.



Rafa vai fazendo o seu caminho de peixe miúdo no grande tanque que é a selecção nacional. Um miúdo que não cresceu nos grandes, que não vive nos grandes, e que todos apontarão responsabilidades por fora da protecção dos media e do grande público. É todavia de Rafas que se fazem as equipas vencedoras. Qualidade em espaços curtos, decisão e capacidade de desequilibrio.


Venceu na estatística a selecção portuguesa. Como vencerá sempre a equipa que tiver Ronaldo em campo. Sózinho garante essa vitória no número de remates. Mesmo que tantas vezes menos remates se possam traduzir em melhores ocasiões...

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Xavi - Messi é o melhor de sempre

"Pele e Maradona fizeram uma enorme diferença no jogo, mas o jogo evoluiu,"
"Os jogadores são melhores do que eram, o jogo é melhor. Fisicamente, Tacticamente, Tecnicamente e psicologicamente, o jogo é melhor do que alguma vez foi. 
"E Messi destaca-se como sendo o melhor, na melhor altura da historia do futebol"
 "Não seria tao bom sem o Cristiano. Não teria ganho tantas bolas de ouro, nem Cristiano teria ganho as dele. Fazem com que um e outro tenham de ser cada vez melhores.
"A diferença entre os dois, é que mesmo que sejam muito bons marcadores de golos, o Messi está mais envolvido no trabalho de equipa"


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

"Ronaldo máquina de execução ... técnica"

"Ronaldo formatou à base de “ hard work “ o seu corpo para se tornar uma máquina de execução técnica que lhe permite estar a um nível altíssimo na execução e antecipação de situações de finalização".

A afirmação é de Fernando Valente, e é difícil recordar alguém que anteriormente se tenha referido ao bola de ouro de forma mais assertiva.

É muito comum, e também verdadeiro ouvirmos centrar muito do sucesso de Ronaldo na forma como evoluíu / caminhou fisicamente. 

Todavia, ainda que Ronaldo seja de facto um monstro físico, é ser um monstro de execução técnica que o separa do comum dos mortais. Quantos outros futebolistas não são tão ou mais rápidos, não têm tanta ou mais força, ou não são mais ágeis que o prodígio português? A forma persistente como trabalha fisicamente para ser cada vez melhor é louvável. Mas, quantos não o farão em igual proporção? 

Ronaldo fisicamente é tudo o que se diz. Mas e como tão bem referiu Fernando Valente é por se ter tornado uma máquina de execução técnica que tem o sucesso que tem. Que marca a infinidade de golos que marca. É na excelência do seu gesto técnico, sobretudo a finalizar (e com qualquer superfície de contacto com que toca a bola!!) que Ronaldo é absolutamente estratosférico! Foi no evoluír do seu gesto técnico a finalizar que atingiu e atinge marcas outrora impensáveis. E não no incrementar das suas capacidades físicas. Ser mais rápido e mais forte não garante sucesso na hora em que o pé toca na bola.



terça-feira, 13 de janeiro de 2015

It takes one to recognize another



Até a colocar questões há quem seja diferente.

Ronaldo (muito justamente) a uma bola de ouro de Messi. Absolutamente impressionante o que almeja Cristiano. Uma procura incessante pelos limites. Uma evolução tremenda em todos os factores de rendimento a mostrar o quanto a persistência quando aliada à qualidade tem um impacto fantástico. O que faz Cristiano na era de Messi é das coisas mais impressionantes que veremos no futebol.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Ronaldo versus Messi

Em algo igualam-se neste Mundial. Nem um nem outro participam no processo defensivo e como tal são também muito responsáveis pela ausência de controlo sobre o jogo que as suas selecções têm tido ao longo dos jogos já disputados. Ainda que estejam longe de ter grandes responsabilidades sobre a péssima imagem que as suas equipas vêm demonstrando.

Não defender. Opção dos próprios ou dos seleccionadores, só estes saberão. Mas numa prova desta natureza é impossível não se notar e não se sentir. Talvez quem lidera não esperasse que tal se sentisse tanto ainda na fase de grupos.

sábado, 31 de maio de 2014

O 4-4-2 clássico da selecção

A forma como Paulo Bento desenhou a equipa no jogo que decorre com a Grécia, é a forma como defendo que esta selecção, tendo em conta o perfil de jogador que é convocado na maior parte do tempo, deveria jogar sempre.

A falta de criatividade dos médios.
A construção mais longa desde os centrais.
Os constantes ataques rápidos.
O privilégio pela transição ofensiva vertical.
A falta de paciência na criação, recorrendo de forma constante aos cruzamentos.
A forma como Ronaldo participa defensivamente.
O potenciar das melhores características do nosso melhor jogador.

O 4-4-2 clássico, é um sistema que faz todo sentido para este Portugal.
É equilibrado em termos de ocupação de espaços.
Permite que Ronaldo não participe activamente no processo defensivo.
A liberdade de movimentos que iria ter, a toda largura e profundidade do campo, sem que fosse vítima de marcação fácil. Ronaldo que é um jogador fortíssimo na transição ofensiva. Sendo que, aparecendo mais vezes enquadrado no corredor central poderá, ainda, fazer uso do seu fortíssimo remate.
Permite colocar rapidamente muitos homens na frente, ocupando toda largura e profundidade do campo.
Tem sempre duas referências para profundidade, ou apoio frontal no corredor central, para um jogo mais directo.
Permite colocar mais vezes, e mais rápido, mais jogadores em zonas de finalização. O que poderá permitir um maior aproveitamento dos cruzamentos.
É um sistema típico de transições ofensivas fortes, dinâmicas, directas.

É isso que se pede que Paulo Bento tente. Ter muita qualidade, critério, nas transições ofensivas. Preparar aqui e ali o posicionamento para que a equipa tenha alguma competência em organização ofensiva. E que nos livre de Bruno Alves e Miguel Veloso no onze inicial.

domingo, 4 de maio de 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Mandzukic


Reconheço em Mandzukic algumas qualidades, e a utilidade do mesmo quando a bola é jogada para dentro da área. O problema surge quando os defesas contrários são tão bons no jogo aéreo quanto ele, e também fazem das características físicas a sua principal arma. Devo dizer também, que Mandzukic não é um jogador egoísta, que jogue sobretudo para si. Joga com os colegas, e procura com os seus pontos fortes servi-los dentro do possível.
Contudo, o avançado do Bayern torna-se menos um jogador em campo, quanto não é solicitado para o jogo aéreo. Ou seja, Mandzukic não é capaz de dar ao jogo o que o contexto pede a cada momento. Se for preciso aproximar, deixar de ser referência dos centrais para aproveitar o espaço entre linhas, e desposicionar os centrais, ele não o faz. Permanece rígido no seu posicionamento, procurando sempre o cruzamento, e as zonas de finalização.

Isso faz com que o jogo do Bayern se torne previsível, e que não consiga imprimir a dinâmica certa, sobretudo pensando que Thiago não está disponível. Hoje, viu-se um Bayern a procurar de forma constante colocar em Mandzukic, ao segundo poste, por forma a que ele dispute o lance com o lateral (pela diferença de alturas que terá, e talvez menor agressividade dos laterais), para servir os colegas ou finalizar. Até à entrada de Goetze, e Muller, o jogo do Bayern foi isto. Posse, procura de Mandzukic, posse. O efeito é nocivo. Tem sido assim que o Bayern tem feito muitos golos este ano. Os jogadores de cada vez que marcam um golo reforçam esse comportamento, e naturalmente a opção de jogar no avançado croata passa a ser a única.

É muito pouco para um treinador que nos habituou a furar blocos com a bola controlada, e a penetrar apenas nos momentos certos, com uma dinâmica e mobilidade incrível de todos os jogadores envolvidos no lance. E por isso continua a fazer-me muita confusão a aposta em Mandzukic em detrimento de Muller, claramente o jogador da frente de ataque, que melhor percebe o que Guardiola quer. Procura as melhores linhas de passe, procura colocar-se dentro do bloco, e tenta explorar a profundidade apenas quando as condições certas estão criadas.

Aqui, um texto bastante interessante do Entre Dez sobre o avançado croata.

Para finalizar, não deixei de esboçar um sorriso quando ouvi, durante o lance do golo do Real Madrid, o comentador dizer que havia muita lentidão. Referindo-se certamente à pouca velocidade imprimida no lance. A ideia de que um transição é para ser explorada sempre com grande velocidade, independentemente das condições, é um dos lugares comuns mais  visitados no futebol. A transição, como qualquer outro lance, é para ser aproveitado consoante as condições, e à velocidade que o contexto pede. Se for preciso, para aproveitar um mau posicionamento do adversário, temporizar, retirar velocidade ao lance, e depois acelerar no momento certo, assim o deve ser feito. E foi o que o Isco fez. Quando recebeu a bola, não tinha nenhuma linha de passe próxima, disponível, para dar continuidade ao ataque. Para que o ataque tivesse qualidade, era necessário que essas linhas de passe fossem criadas. Isco temporiza, conduz, liberta Ronaldo da marcação, e entrega. Ronaldo com tempo e espaço, solta em Coentrão, e 90% do golo está nessas duas acções. O melhor caminho estava escolhido.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Cristiano, a que se deve essa melhor performance?


"Tomo mejores decisiones en el campo, el hecho de haberme convertido en padre me ayuda a tener más sangre fría, a ser más paciente"



domingo, 9 de março de 2014

Cristiano Ronaldo

Tinha preparado este vídeo para mostrar no Posse de Bola há mais de um mês. Pensei logo que o perfil de tomada de decisão do Ronaldo estava diferente. Está mais interessado em combinar com colegas. Mais interessado em criar condições para os colegas finalizarem. No fundo, está mais interessado em retribuir o que os colegas lhe dão.
Como este jogo tinha sido na sequência da recepção do prémio da FIFA, para melhor jogador do mundo, pensei de imediato que a conquista do galardão lhe tinha feito bem.
Esperei mais algum tempo para verificar se o efeito era momentâneo ou se verdadeiramente Cristiano estava diferente. A resposta é óbvia para quem tem acompanhado o Real Madrid, e também foi notória no jogo da selecção nacional. Ronaldo está de facto diferente. E diferente para melhor. O que Ronaldo tem feito nos últimos jogos tem sido mesmo muito bom. E não é pelos golos que marca. Isso é um complemento. É por aquilo que dá ao jogo (entenda-se aos colegas).

Sinais de maturidade? Acabou a batalha pela conquista individual? Sentirá menos pressão, e alívio, depois da conquista do prémio? Estará a divertir-se mais a jogar futebol?
Só o próprio poderia responder a estas questões. Mas uma coisa é certa, quem tem a ganhar com isto é o Real Madrid e a selecção nacional. Porque Ronaldo, hoje, é muito mais jogador do que o era no ano passado. Isto porque, hoje, Ronaldo faz com que os seus colegas sejam melhores. Eleva o nível da equipa.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Mourinho confirma Lateral Esquerdo

"O Cristiano teve três temporadas fantásticas comigo. Não sei se as melhores da carreira, em Manchester também teve momentos fantásticos. Encontrámos uma situação tática fantástica para ele poder mostrar todo o seu potencial." José Mourinho.


Quem segue o blog há mais tempo recordará seguramente as intermináveis discussões sobre Ronaldo e sobre como afirmámos que Mourinho, mas também Paulo Bento se estavam a prejudicar por centrar todo um modelo táctico num só jogador. 

Basta consultar nas etiquetas as análises ao Real Madrid, ou a Cristiano Ronaldo (particularmente nas análises à selecção). 

José Mourinho apenas agora confirmou o óbvio para quem segue com atenção o seu Real Madrid. E óbvio porque ter Kaká sempre de fora, Modric quase sempre ausente e Ozil noutros espaços mais recuados para jogar Cristiano no corredor central nas costas de um avançado e próximo da baliza significava apenas tirar o melhor de Ronaldo mas não o melhor para o Real Madrid.