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sábado, 28 de junho de 2014

Começou o Mata-Mata

Começaram hoje os jogos a eliminar do mundial do Brasil. Sem grandes jogos,  não houve margem para surpresas, seguindo em frente as duas equipas com as melhores individualidades.
Grande exibição colectiva do Chile. A par da Costa Rica e Itália, é talvez a equipa onde mais se nota a influência do trabalho do treinador. Deu um banho de bola a um Brasil inerte, pobre, que procurou apenas assistir à apresentação chilena.
Scolari fica a dever mais uma eliminatória à Nossa Senhora do Caravaggio.

Não existisse James, não estivesse presente a inteligência de Jackson, e a Colômbia não seria tão falada. O futebol praticado não é espectacular, mas a qualidade dos seus executantes resolve. Novamente James! Fantástica a execução do criativo.
Cuadrado. Monstro físico. Velocidade, agilidade, força. Potencia de remate. Técnica razoável. Muito instinto, pouca inteligência. Vejo-o como lateral, pelas suas melhores qualidades.

Extremamente impressionado com a regularidade das exibições de Rios. É assombrosa a sua CAPACIDADE DE TRABALHO! E de passar o jogo todo a bater nos adversários, claro.

Prometo nunca mais criticar o Bruno Alves e o Miguel Veloso, se o Brasil não fizer a Colômbia pagar pela fraca organização defensiva. Com tanto espaço para explorar, e com tanta descoordenação (Yepes é libero?!), o jogo vai ser a medida de Neymar, Óscar, e Hulk.

terça-feira, 24 de junho de 2014

James mágico

Apaixonante. Classe, classe e mais classe. Uma das figuras do futebol mundial. Que o tirem de França, por amor de Deus!

sábado, 21 de junho de 2014

Teatro dos sonhos

Não haverá cognomes tão felizes como o do Estádio do Man Utd.

O futebol é um verdadeiro mundo de sonho de crianças, até tantas vezes os adultos o estragarem.

Dois génios do futebol mundial muito antes de o serem. E muito antes de alguém para além dos próprios o sonhar.

James transporta nas botas um futebol verdadeiramente apaixonante que o condecorou no "Lateral Esquerdo" como o melhor em Portugal da época transacta. Quintero lá chegará.

sábado, 13 de abril de 2013

Baila con el. Final da Taça da Liga.

Há a qualidade em tudo o que faz de Viana, os equilíbrios de Custódio, a condução e finalização de Micael, os desequilíbrios de Alan e sobretudo a criatividade e qualidade técnica de Mossoró num dos lados. 

A profundidade e os golos de Jackson, o rigor de Moutinho, o toque de Defour e a inteligência posicional de Lucho.

E há acima de todos o génio de James Rodriguez, de volta aos grandes golos e boas exibições. 

O colombiano tem o toque, a recepção e o enquadramento, o drible e a criatividade de todos os outros grandes jogadores que subirão esta noite ao relvado em Coimbra. Dois rasgos individuais semelhantes, com recepções / enquadramento de classe mundial no corredor central ofertaram seis pontos ao FC Porto nos desafios anteriores para a Liga, com o Sporting de Braga.

É James a figura maior da final da Taça da Liga 2013. Com ele em campo, tudo poderá acontecer. Rodriguez é o expoente máximo de talento, inteligência, criatividade e qualidade técnica em Portugal.

O Sporting de Braga à procura do primeiro troféu em muitos anos, e um FC Porto sempre ambicioso. Esta noite, tudo faz prever um jogo de nível elevadíssimo.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Alan, Mossoró e James.

Os craques pedem sempre a bola no pé. Quando a inteligência e criatividade se aliam à qualidade técnica os golos são sempre bonitos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Moutinho, Izmailov, transição defensiva do FC Porto e saber escolher

"Esperava um Porto forte, mas não tão forte" Iturra.

"O meio campo esteve bem? Foram todos os sectores. Nos começamos a defender com os avançados logo na área do nosso adversário. A nossa reacção à perda foi imediata. Sempre excelente." João Moutinho

Há não muito em conversa com um jovem futebolista colega de equipa do meu filho, que me explicava uma decisão tomada em determinado lance ("não sabia se era eu que devia ir"), respondi-lhe "És sempre tu. Se não eras, quem era vai compensar. Portanto, na dúvida és sempre tu.".

É um pouco assim a transição defensiva do FC Porto. A reacção rápida e assertiva à perda da posse só é possível porque no momento de organização ofensiva, há um privilegiar por um futebol mais apoiado, de toque curto, mantendo quatro médios no corredor central, com apoios laterais dos defesas laterais. A equipa está próxima, e perde a bola geralmente após um passe rasteiro que não chegou ao destino. 

Após cada perda segue-se um sprint rápido do jogador mais próximo da bola para a contenção (colocar-se entre o adversário com bola e a sua própria baliza) e o aproximar repentino de todos quanto os que estão próximos, cortando linhas de passe ao portador. Invariavelmente os adversários do FC Porto acabam por ter de jogar longo. Futebol sempre condenado ao insucesso pelos "monstros físicos" que a equipa azul e branca tem na sua rectaguarda. E o jogo vai sucedendo-se maioritariamente a este ritmo. FC Porto em organização, em organização, em organização. Perde, dois segundos depois já recuperou. Ou mais à frente se adversário tenta sair a jogar, ou mais atrás, se no aperto o seu adversário joga directo.

"...subitamente ganhou espaço de relevo no plantel, assumindo a titularidade. Oferece o que outros jogadores da sua posição não têm. Qualidade técnica acima da média, capacidade de remate, desequilíbrios no último passe e enorme versatilidade" Jornal A Bola, sobre Izmailov.

Incrível transferência fez o FC Porto. Sem custos, e à custa dum excedente e de outro que estaria a prazo, faz chegar ao clube um dos melhores jogadores da Liga. Sempre foi referenciado aqui como tal. Se é estupenda a qualidade de Izmailov, é ainda mais certeira a escolha azul e branca. Seria um dos poucos jogadores da Liga que poderia desde logo ter entrada no seu onze, porque é inúmeras vezes superior a Varela e porque ainda se constituiu como alternativa credível a James. Não deixa de ser curioso que ontem tenha sido o português o primeiro a ser substituído. Percebe-se que o russo ainda está um nível abaixo dos colegas na velocidade a que pressiona e se movimenta. É um tipo de jogo a que não está habituado. Porém pela sua enorme qualidade de decisão e técnica, é seguro que será um jogador determinante no desenrolar da época portista. Ainda a tempo de figurar no melhor onze da Liga.

Ainda sobre escolhas e a importância de ter quem percebe verdadeiramente de futebol, e não quem pensa que percebe ou finge fazê-lo, curioso olhar para o crescimento do SL Benfica nas últimas épocas desde a chegada de Jorge Jesus. Pensar nos jogadores que escolheu, e pensar que entre outros terão sido referenciados: Alex Sandro, Danilo, James, Mangala e Defour. Não se sabe se é Jorge Jesus quem recomendou / observou, mas é seguro que não serão somente os empresários a bater à porta com as "maravilhosas" possibilidades de negócio depois dos dirigentes solicitarem um cardápio por posições. Há e haverá sempre más escolhas, porque será impossível controlar todos os factores de rendimento, sem ter a possibilidade de conviver no terreno com o jogador num período experimental. Todavia ser rigoroso e saber escolher é cada vez mais determinante no sucesso de um clube de futebol. E se terá sido péssimo perder jogadores que valerão milhões e títulos para um rival, não deixa de ser positivo saber que relativamente a um passado recente, houve um incremento muito grande de qualidade nas opções que se tomam. Também por isso o aproximar ao sucesso.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Um FC Porto mundial

Se no rescaldo da vitória do SL Benfica apelidamos de Europeu o SL Benfica, que dizer deste FC Porto?

No final da época, porque só um poderá vencer é seguro que Vitor Pereira, ou Jorge Jesus serão tidos por incompetentes. É a equipa que não aguenta fisicamente, serão os erros nas substituições ou estratégias erradas. Não que possíveis explicações não possam passar um pouco por tais crenças. Mas um pouco bem bem bem reduzido. 

Em Portugal joga uma equipa de nível Europeu e outra que se mostra de nível Mundial, assim mantenha o seu núcleo de 11,12 jogadores sem lesões. Um verdadeiro candidato a campeão europeu assim a sorte o proteja nos sorteios (evitar o Barcelona e Messi, sobretudo). O insucesso de uns será sobretudo e maioritariamente pelo sucesso de outros.

Verdadeiramente impressionante o curtíssimo espaço que o FC Porto permite aos adversários para jogar. E se o espaço já é curto, que dizer da agressividade do FC Porto dentro do bloco? Nível assombroso dos cinco mais recuados com João Moutinho. Impossível enquadrar dentro do bloco azul e branco. O Málaga tem vários bons jogadores. Porém para se ser bem sucedido contra este FC Porto é necessário nível mundial. Relembre que na Luz, num dos jogos mais complicados que enfrentou Vitor Pereira, só Matic foi capaz de ter bola contra um Porto sensacional na velocidade a que responde a cada situação nova na partida. A forma como Danilo, Mangala, Alex Sandro, Otamendi, Fernando e Moutinho se antecipam aos seus adversários não se traduz em benefícios unicamente defensivos. As dezenas de antecipações que protagonizam por partida tem o condão de desde logo deixar atrás da linha da bola o adversário que esperava para receber a bola. A agressividade defensiva acaba por garantir tantas vezes vantagem numérica na transição ofensiva azul e branca.

Ofensivamente, em jogos de Liga dos Campeões, será sempre determinante que James esteja a um nível elevado. É o toque de criatividade, decisão e qualidade técnica que ajuda a resolver jogos. Jackson beneficiará da presença do compatriota, podendo explorar ainda mais vezes a profundidade. Ele que tem mil e uma movimentações de ruptura. 


Destaques individuais:

Alex Sandro. Fantástico. Melhor lateral esquerdo, e com larga vantagem, em Portugal. Agressivo, muito veloz e com grande qualidade técnica. Muitas das suas recuperações desenvolvem-se para ataques de enorme potencial perigoso do FC Porto. Talento brasileiro integrado na cultura táctica do FC Porto. Verdadeiramente soberbo.

Mangala e Otamendi. Grande poderio físico e muita classe. Sobretudo de Otamendi, que se antecipa e começa desde logo a provocar desequilíbrios ofensivos. Os centrais do FC Porto parecem inultrapassáveis. Controlam o espaço com enorme qualidade e revelam velocidade e assertividade nas respostas posicionais de cada vez que a situação de jogo se altera.

João Moutinho. Curioso que um dos "defeitos" que lhe é apontado e sugerido como razão para não jogar numa liga diferente, seja o físico. Nada mais falacioso. O jogo de Moutinho é todo ele físico e mental. É e sempre foi, um dos jogadores mais rápidos nas suas decisões sem bola. Muito pressionante sem bola, é um verdadeiro exemplo de abnegação. Com bola, não prima propriamente pela criatividade. Todavia é rápido a  fazê-la circular, retirando-a do centro do jogo, garantindo condições de sucesso a quem a recebe. Inteligência e perseverança são os dois traços mais admiráveis do melhor médio português.

Fernando. Sempre posicionalmente bem, e sempre rápido na forma como sai para recuperar. Não é só a qualidade técnica e decisão dos jogadores do FC Porto que faz parecer que apenas uma equipa tem bola ao longo de todo o jogo. É a agressividade e cultura posicional do meio campo e defesa azul e branca que garante que ninguém consegue jogar contra o FC Porto.

Jackson Martinez. A Europa ainda não percebeu a sua enorme qualidade. Em Malaga, com James mais disponível, poderá afirmar-se. Como o finalizador de excelência que é, mas também na forma como a sua movimentação em apoio para os corredores laterais oferecerá possibilidades à transição do FC Porto.


domingo, 25 de novembro de 2012

Super FC Porto, super James.

Aparentemente apenas um longo infortúnio físico de James poderá impedir o FC Porto de se sagrar tricampeão em Portugal. A versão 2012/2013 de Vitor Pereira tem se apresentado a um nível estupendo. Uma qualidade de posse de bola extraordinária, e sempre em espaços de potencial perigoso enorme. 

É uma equipa competente defensivamente (qualidade individual e colectiva em todos os sectores) em todos os momentos. A facilidade com que James recebe e sempre com imensa qualidade entre sectores faz toda a diferença. O colômbiano mostra a cada toque na bola que é jogador de nível mundial. 

Peseiro definiu bem o actual FC Porto. "É uma equipa que tem um grande jogo interior".

Há uns anos atrás, reclamava para os seus, Jesus, um futebol atrativo como o Barcelona. Na presente época, e mesmo que a pontuação ainda não espelhe a diferença na qualidade de jogo de uns e outros, é o FC Porto quem encanta. 



quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Outra vez James Rodriguez. E porque difere tanto de Carlos Martins? Actualizado.

Jogar para si ou para a equipa?





James apesar de muito jovem já joga a um nível estratosférico. Soberbo tecnicamente, tem mil e uma formas de receber e enquadrar mantendo sempre a bola colada ao pé. É rapidíssimo a perceber o jogo e sobretudo joga com a linguagem corporal dos colegas. Sabe o que eles pedem e tem qualidade para os servir da forma mais ajustada a cada situação.


Consegue imaginar a tomada de decisão de Carlos Martins na presente situação? O português que ocupa espaços parecidos ao colombiano tem sempre a mente no espaço e é inegável que encontra demasiadas vezes óptimas possibilidades para servir os colegas em tais situações. Porém, é muito raro encontrá-lo a jogar com o que a linguagem corporal do colega pede. Sempre que vislumbra "uma aberta" na defensiva adversária, bola para lá. Mesmo que ninguém esteja em condições (pelo movimento anterior) de receber a bola no espaço que idealizou. James não. É diferente. Joga de cabeça levantada e procura sempre o êxito colectivo, mesmo que tal signifique um passe aparentemente banal. Martins nesta situação a dar a bola no pé? Só se fosse com bola picada por cima do adversário, dificultando a recepção ao colega, obrigando-o a perder tempo precioso para se isolar...

P.S. - Naturalmente que com uma desmarcação diferente (movimento horizontal ao longo da linha defensiva) de quem faria golo, o lance pediria bola no espaço aberto isolando no corredor central o colega. Mas, não foi ai que Cuadrado pediu a bola, e nisso James não tem responsabilidade.

Adenda. Repare no número de jogadores que a tabela de James deixou para trás. De X contra 7, passou para X contra 3. Numa única acção.