Mostrar mensagens com a etiqueta James Rodriguez. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta James Rodriguez. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Manchester oferece 162 mil semana a James Rodriguez

E oferece muito bem que aquele pé esquerdo e aquela cabeça merecem tudo.

Ainda que bastante jovem, James é de uma maturidade incrível. Fabuloso na procura incessante de linhas de passe, o colombiano está sempre em jogo. Uma tomada de decisão muito acima da média, e uma criatividade ímpar, conciliada a uma capacidade técnica extraordinária, que lhe permite receber, enquadrar e dar seguimento às bolas que lhe chegam aos pés, mesmo quando o espaço é diminuto fazem de James não só o mais importante, como também o melhor jogador, a larga diferença de todos os outros, da Liga portuguesa.

Talvez seja precisamente a sua criatividade e capacidade para jogar entre sectores de que o Manchester de Ferguson carece. É importante, todavia, que o colombiano perceba o que se espera dele, numa possível transferência. James é demasiado bom para se cingir ao duplo pivot de centrocampistas do United, e demasiado inteligente e criativo para ficar preso ao corredor lateral. Seria interessantíssimo, todavia, poder ver do mesmo lado Rooney, Van Persie, Nani, Cleverley e James. Numa liga onde tantas são as equipas que continuam a dar demasiado espaço entre defesa/meio campo, James teria tudo para continuar a dinamitar as defesas adversárias, tal como o vai fazendo a cada jogo da Liga portuguesa.

domingo, 11 de novembro de 2012

442 Losango do FC Porto.













Notas curtas.

Não há avançado direito. Porém nunca faltam linhas de passe sobre o lado direito ao portador. É possível que a troca de Lucho por Moutinho ao intervalo, se deva à tal necessidade do interior direito fazer mais km para oferecer linhas de passe diferentes.

James oferece-se sempre para receber no espaço entre sectores do adversário, no corredor central. A sua qualidade técnica assombrosa permite-lhe receber com qualidade mesmo em espaços curtos. É um inteligente e sabe sempre quando procurar o pé ou o espaço à frente dos colegas. Desequilibra totalmente o jogo. Pelo espaço que pisa e pela qualidade que oferta quando recebe.


Mecanizadíssimos os médios portistas no momento defensivo. Sempre contenção / cobertura e o terceiro elemento (Lucho ou Moutinho) a oferecer equilíbrio e pronto a sair à bola se esta rodar para outro espaço. 

Jackson não terá tocado mais de 5, 6 vezes na bola em todo o jogo. É a James que cabe receber a bola à frente da defesa. O avançado não entra na primeira ou segunda fase do jogo. Não participa a construir ou a criar, mas logo que a bola entra no bloco adversário mostra-se exímio na movimentação.

João Moutinho, Lucho e Defour (Fernando). Excelente capacidade de passe e primazia pela circulação da bola. Com James são todo o centro da equipa. São as linhas de passe que oferecem (sempre em redor e próximas do portador) que fazem a equipa progredir de forma apoiada. Defour é menos agressivo que Fernando, mas mostra-se também totalmente integrado do ponto de vista táctico. Inteligência é a palavra que define o meio campo do FC Porto.

P.S.- Há um erro na imagem 6. Um avançado no corredor esquerdo, outro no central. Assim é que está correcto.

sábado, 3 de março de 2012

Se...

Umas das histórias mais engraçadas que recordo envolvendo jogadores de futebol, foi um caso que me é muito próximo. O Ricardo, meu amigo de infância, fez a formação no SL Benfica. Em sénior jogou em alguns clubes menos importantes até ser transferido para o Vitória de Guimarães. Por lá, foi emprestado ao Fafe onde foi colega de equipa de várias promessas do nosso futebol. Tal como ele o era. Foi no Fafe que se tornou muito próximo de Alex, agora no Vitória de Guimarães, mas que uns anos depois de passar pelo Fafe chegou ao SL Benfica.

Quando o Alex chega ao Benfica, já era um grande amigo do Ricardo. Daqueles com quem se partilham almoços e jantares entre familias. O Bernardo, filho do Ricardo, era vidrado no Alex. Toda a sua familia é benfiquista e para uma criança conviver com um futebolista do clube que adora deve ser algo de especial.

"O Alex isto, o Alex aquilo, o Alex acoloutro".

Um dia, depois de ouvir tanta adoração ao amigo do seu filho, o Vital (pai do Ricardo) diz para o Bernardo "Se o Alex é jogador para o Benfica, o teu pai é jogador para o Real Madrid". E de facto, assim o era. O que provavelmente o Vital não sabia é que o Bernardo contaria o episódio ao Alex.

Hoje, há algo que outro Alex precisa de saber. O Ferguson.

Se o Gaitán é jogador para o Manchester, então o James é jogador para o Real Madrid e Barcelona em simultâneo.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Conduz para o corredor central, James. Para o central.


Porquê? Porque garantirá mais linhas de passe (à sua direita e à sua esquerda), aproximar-se-à mais da baliza, tornará a sua decisão mais imprevisível e o passe é sempre de uma precisão muito mais fácil de executar que um cruzamento.


FC Porto 2-0 Feirense por simaotvgolo12

domingo, 18 de setembro de 2011

James Rodriguez


Não foi propriamente arriscado o vaticínio avançado no verão, enquanto decorria o torneio de Toulon, de que o jovem colombiano dar-se-ia a conhecer à Europa na presente edição da Liga dos Campeões. Na verdade, garantidamente que os mais atentos clubes europeus já possuíam um vasto conhecimento dos seus atributos.

"James tem talento, e gosta de trabalhar o seu talento" Vitor Pereira.

Foi precisamente a sua maturidade que impressionou logo desde a primeira impressão. Que é um jogador talentoso, com um pé esquerdo de qualidade, facilmente se percebe. Que revela mestria no momento de finalizar, e que é um jogador capaz de criar desequilíbrios individuais também é bem perceptível. E muitos são os jogadores da idade de James que possuem iguais traços.

James, destaca-se dos demais pela maturidade com que define cada jogada. A sua capacidade de definição dos lances não é comum em jovens de vinte anos. Percebe perfeitamente que o drible é um recurso e não uma arma, sabe que espaços atacar com bola, e quando o fazer. Sabe progredir e também sabe quando deve rodar a bola.

Com Varela a depender demasiado do momento anímico que vai vivenciando (é sempre assim. Os jogadores com menor capacidade técnica têm sempre fases, em que confiantes, disfarçam lacunas), James é a solução perfeita para o lugar de extremo do FC Porto.

Vitor Pereira agradecerá.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Santigo Arias, James e Ortega.

Santiago Arias. Haviam chegado comentários comparando o lateral colombiano, ao brasileiro Maicon. Tal entusiasmo reporta-se ao jogo da jornada inaugural do Mundial de sub 20. O comentário seguinte, tem por base a observação do jogo ante o Mali. Porque a opinião é tão contrária ao que seria expectável, depois de tanto entusiasmo ao redor de Arias, fica a curiosidade de ver o tal jogo da primeira jornada. Se conseguirem descobri-lo pela web, a caixa de comentários está ai. Contra o Mali, Arias foi o oposto de Maicon. Não transpôs a linha de meio campo por mais de dois, três pares de vezes. Percebe-se que fruto da estratégia do seleccionador colombiano, uma vez que foi ao lateral esquerdo, o muito mais veloz, mas não necessariamente assertivo Quinones, que coube explorar a profundidade. Ao longo de todo o jogo sucederam-se as más intervenções técnicas de Arias. Maus passes e más recepções, traduziram-se num número anormal de perdas. Aparente pouca disponibilidade física, pela forma como das pouquíssimas vezes em que participou no ataque, recuperou sempre a passo, independentente de por vezes, o seu espaço defensivo estar a ser explorado pelos africanos. Arias não pode, de forma alguma, ser o que mostrou frente ao Mali. Terrível, a primeira impressão.

James. Fantástico. Uma classe impressionante, bem visível a cada tomada de decisão. É um jogador incrivelmente adulto para a idade que tem. Boa técnica, e com liberdade para se mover a toda a linha na frente de ataque, mostrou ter soluções para as diversas situações de jogo, mesmo quando parece numa encruzilhada. Joga a poucos toques e de cabeça levantada. É uma das figuras do Mundial.

Ortega. Uma referência para alguém que não joga na Liga portuguesa. Que bem joga o baixinho. Na linha do estilo de centrocampistas que podemos observar na catalunha, Ortega tem soluções técnicas que não parecem ter fim. Rápido a decidir e executar, joga e faz jogar. Francamente bom. Joga no México, e seguramente que em breve estará nos holofotes europeus. Para si que aprecia comparações. Iniesta!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Uma estrela em Toulon

E joga em Portugal.

À velocidade, e à capacidade de drible, James acrescenta um invulgar conhecimento, sobre o que é o jogo e sobre como resolver as diversas situações. A forma como privilegia a circulação de bola, em detrimento do incessante recurso ao drible,  a ênfase e importância que coloca na manutenção da posse de bola, bem como a condução da mesma na direcção do corredor central, procurando garantir mais opções para prosseguir as jogadas, são características admiráveis e pouco comuns em jovens da sua idade.

A época de 2010/2011 terá sido determinante para o colômbiano. Ter tido a oportunidade de evoluír numa equipa que nunca lhe exigiu rendimento máximo imediato, permitiu-lhe crescer. Para o futuro de um jovem talentoso, não há nada como poder conviver com colegas com maior estatuto, e consequente maior responsabilidade.

A maturidade e a aparente perseverança fazem-o emergir dos restantes talentos da sua idade.

A pérola que a europa promete descobrir na próxima edição da Liga do Campeões, é agora associada ao Inter. Ainda que pareça cedo, James chegará lá.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

James Rodriguez



szólj hozzá: Olhanense 0-1 FC Porto


szólj hozzá: Olhanense 0-2 FC Porto


szólj hozzá: Olhanense 0-3 FC Porto

Três golos marcou o FC Porto em Olhão. Em todos eles, James quando recebe a bola (independentemente do corredor onde tal acontece. Ou seja, não é apenas o pé dominante que determina a acção, mas principalmente a cabeça), opta acertadamente por conduzi-la na direcção do corredor central. É dessa decisão, que surgem com naturalidade mais opções de passe. Mais caminhos para proseguir a aventura. Na tomada de decisão, o colombiano mostra-se mais astuto do que os seus dezanove anos poderiam fazer prever. Há que segui-lo com atenção.