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sábado, 16 de janeiro de 2016

Controlo da profundidade. Tondela empata em Alvalade.

Não é só a última linha que tem de reagir posicionalmente à bola coberta / bola descoberta. O "sobe" e "desce", "baixo" e "alto" no campo é trabalho também do guarda redes. Rui Patrício, já aqui referenciado com um dos mais fortes guarda redes da Europa no 1x0+GR, é também, e também aqui já previamente o mencionámos, um dos menos capazes na leitura das situações de jogo que requerem controlo da profundidade.



A bola já saiu há instantes e Patrício já saiu rápido da baliza, e ainda tão atrás na imagem documentada. Está praticamente, depois de sprint iniciado há já um segundo, onde deveria estar perante a situação de jogo (defesa que vem a baixar para controlar as costas, desmarcação de ruptura e bola descoberta).

Curiosidade. Há dois anos atrás num curso UEFA B organizado pela FA, num dos módulos em que se falou de guarda redes foram apresentados dois videos. Um dos bons exemplos no posicionamento (video de Neur) e outro dos maus exemplos (video do guarda redes português).

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Curtas de Alvalade

- A importância da vitória: "Uma equipa que joga bem e não ganha vai deixar de jogar bem". É muito isto, este início de época. É o não deixar fugir as expectativas iniciais, e procurar construir um modelo em cima de vitórias. Para que os jogadores sintam mais confiança no processo, para que a aquisição dos comportamentos pretendidos seja mais fácil e célere.

- Rui Patrício. Fenómeno no 1x0. Haverá algum jogo onde ele não tire duas, três bolas de golo ao adversário? Haverá algum jogo onde ele não seja absolutamente decisivo para um resultado positivo do Sporting? Anseio por esse dia.

- Nani. Mais do mesmo. Num campeonato de pinos, demasiado fraco o estímulo competitivo para um jogador desta qualidade. Resta saber como será o seu rendimento no futuro, num contexto onde os pinos se movem um pouco mais.

- Maurício. Contenção. Ahn?!

- Montero. Poderá com o fantástico golo que marcou ter ganho a confiança necessária para se assumir de vez no onze do Sporting. Resta saber se o treinador lhe dará confiança para isso, ou se continuará a queima-lo na primeira oportunidade que surgir. Para já, parece-me que o seu treinador continua a remar no sentido contrário ao dele, e ao que ele precisa: "Um avançado vive de golos, embora seja tecnicamente evoluído e trabalhe muito para a equipa. Era muitas vezes notícia a falta de golos e isso mexia com ele, pelo que é importante que os golos apareçam"
Marco Silva

- Marco Silva. Ouvi-o, pela primeira vez, falar dos erros de posicionamento que o Sporting tem tido. Interpreto isso como um sinal de que está a trabalhar para os corrigir. Urge corrigir as avenidas que o Sporting tem permitido aos seus adversários, pelo mau controlo da profundidade da linha defensiva, pela dificuldade em controlar o corredor central por ter extremos que ficam na frente quando a bola está do lado contrário, e um médio ofensivo que não chega a tempo depois da pressão nos centrais. E aí, chegará o dia em que Rui Patrício não será mais fundamental. O maior desafio do treinador do Sporting é o de retirar o protagonismo do seu guarda redes.

- Conversa de café. Fala-se em maior controlo emocional, em melhor gestão das expectativas, em maior controlo do jogo quando se consegue uma vantagem daquelas. Tudo muito fácil. Mas qualquer equipa que não esteja habituada às andanças europeias vai sempre ter essa dificuldade. Sobretudo porque no seu contexto competitivo tem apenas 4,5 jogos ao nível do que se exige na Europa. O problema é o foco. Tem um estímulo competitivo muito forte ao nível europeu, segue para o campeonato e consegue uma vantagem confortável ao intervalo: nem o mestre Mourinho os impediria de descomprimir. Há muita coisa que os treinadores não controlam, e a concentração/descompressão e a cabeça dos jogadores é deles, e de mais ninguém.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Liga dos Campeões

Guardiola disse, em tempos, que o objectivo dele como treinador era o de conseguir criar oportunidades de golo e impedir que os adversários as criem. Como já se tinha visto no Clássico de Alvalade (com o número absurdo de situações de ambas as equipas só com a linha defensiva pela frente) Sporting e Porto parecem ter-se esquecido da segunda parte, sobretudo. Estranho (ou não) foi o resultado do Clássico ter ficado por apenas um golo para cada equipa.

Em Portugal, tendo em conta a qualidade do adversário, viu-se um jogo super desequilibrado. O Chelsea criou ocasiões de golo com a facilidade que se esperava tal é a organização defensiva do Sporting, bem como a qualidade individual dos seus executantes. O mau controlo da profundidade fez-se notar mais do que nunca, num jogo de 1x0 onde Patrício é rei. Curiosamente o golo surge de uma situação muito caricata, própria do futebol de formação: quando o livre é batido a defesa do Sporting ainda está a organizar o seu posicionamento defensivo. Como se o adversário fosse esperar que eles estivessem prontos para marcar o livre.

Alguns quilómetros ao lado, na Ucrânia, o Porto continua a mostrar-se frágil no momento defensivo. A facilidade com que se ultrapassam as primeiras linhas do Porto é constrangedora. A utilização dos corredores laterais para atacar está, também, a ficar mecânica. Automática. Pelo que não se aproveitam N situações de grande potencial, pelo corredor central, para se acelerar contra a linha defensiva adversária.
Se calhar tinha mesmo dado algum jeito a brincadeira do treino para o Tello, hein?!

sábado, 13 de setembro de 2014

Nani contornou-os. Faltou contornar Slimani, Mauricio e Sarr.

Há não muito, numa caixa de comentários, em tom de brincadeira referi que em Portugal "Nani vai contornar pinos". Excelente a ideia de Marco Silva ter Nani no corredor central. O talentoso desequilibra, desequilibra. Porém, não há qualquer movimento com sentido enquanto o talentoso chama a si adversários directos de colegas seus. 

Encaixado no Sporting, percebe-se ainda mais a diferença estratosférica para os seus colegas. Não só consegue criar desequilibrios com imensa facilidade, pela forma como ultrapassa sempre o adversário directo, como garante sempre que não há transição adversária pela responsabilidade com que opta pelos momentos de desequilibrar. Incrível que o Sporting não tenha ao redor do portador uma movimentação que aproveite as saídas ao portador de vários jogadores adversários.

Aos problemas colectivos ofensivos que urgem resolver (nem tudo se resolve com chegar à linha e cruzar para Slimani! O argelino não é Jardel!) as dificuldades individuais. Em dez de campo ter três jogadores que não sabem sequer dominar uma bola torna tudo muito mais complicado. Sair aos centrais do Sporting com bola não chega sequer a ser preocupação, porque já se sabe que não sairá nada dali. 

Desde o início que aqui se afirmou que este seria um ano terrível para um treinador entrar no Sporting. A pontuação da época transacta foi desajustada face à qualidade de jogo e das individualidades da equipa, e tal facto elevedou a fasquia para níveis praticamente impossíveis de cumprir por Marco Silva. Não se pode exigir a treinador nenhum no mundo que jogando com dois centrais de distrital vença troféus a nível nacional. Ter jogadores que não servem para jogar o jogo, mas apenas pequenos momentos do jogo (Slimani só para finalizar. Mauricio e Sarr só para defender, e mal) é um retrocesso ao futebol da década de noventa. 

Se os jogadores com maior participação com bola no jogo são os centrais, que sentido faz tê-los apenas porque são grandes e físicos? É de trás que se começa a desequilibrar. Ainda assim, mais à frente Nani fê-lo em número suficiente para com outras movimentações, outra qualidade, o Sporting vencer o jogo.

P.S. - Tal como na temporada passada, Rui Patrício continua a ser o jogador do Sporting que mais intervenções verdadeiramente decisivas tem tido. Foi assim em cada um dos primeiros quatro jogos da Liga. Em Coimbra notável ainda antes do empate. A terminar ainda com 0 a 0 frente a um isolado avançado do Arouca. Na Luz. E novamente a Deyverson. Sintoma de...?

terça-feira, 19 de abril de 2011

Competência e confiança.

Um FC Porto arrasador, ainda que o resultado não o tenha demonstrado e pudesse até ter sido diferente.

No Futebol valoriza-se, e bem, em demasia os aspectos psicológicos. Não se pode é pensar que tal factor de rendimento é mais decisivo que a competência táctica. Isto porque, a confiança chega essencialmente fruto da tal competência. Ainda que, por vezes determinadas equipas vivam do momento, as melhores são as mais regulares. Essas, não dependem dos factores anímicos. Pelo contrário, a tal confiança e superioridade psicológica advém da percepção que cada jogador tem do seu valor e do da sua equipa.

Se o FC Porto é hoje uma equipa extremamente moralizada e crente das suas capacidades, é porque o modelo de jogo implantado nos treinos por André Villas Boas tem correspondência nos jogos.

A forma como o clássico decorreu (na sua vertente técnico-táctica) legitimou todo o avanço que o FC Porto tem sobre o seu rival directo. Poucas vezes num jogo desta natureza pareceu haver tão grande desnível. Ainda que já tenhamos presenciado resultados mais expressivos.

Em traços gerais, parece ser correcto afirmar que o jogo de domingo resumiu a época de uma e outra equipa. Competência - Confiança. Incompetência - Desconfiança (das suas próprias capacidades).

Notas individuais:

Rui Patrício. Relembro com algum orgulho que o guarda redes leonino vem percorrendo o caminho que já aqui haviamos traçado algumas épocas atrás. Não haverão muitos guarda redes por esse mundo fora, que com a idade de Patrício estejam ao seu nível. O jogo do Dragão também resume a sua época. O melhor jogador do Sporting.

Falcao. Faltam adjectivos para definir o quão bom o colombiano é na zona de finalização. Na área é um verdadeiro fenómeno a nível mundial. Os trinta milhões da sua cláusula começam a parecer pouco para tamanha agilidade, capacidade para se desmarcar, simplicidade de processos quando está mais longe da baliza e claro, "faro" pelo golo.

sábado, 12 de março de 2011

O Sporting precisa de Adebayor

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E muito. Um avançado de qualidade indiscutível e capaz de fazer a diferença é do ponto de vista das individualidades o que mais falta faz ao actual Sporting. Porém, não precisa mais de Adebayor que de um treinador exímio na vertente táctica do jogo.

José Couceiro é uma solução a prazo, e não faz sequer sentido tecer juízos de valor à competência do actual treinador leonino. A menos que alguém possa pensar que fará sentido que este se mantenha em funções para lá da presente época. Na improbabilidade de alguém crer nessa opção, fica aqui o recado. Dificilmente Couceiro é melhor treinador que Paulo Sérgio. Não é pelo seu percurso acidentado, rico em derrotas. É mesmo porque as suas equipas sempre se pautaram pela crise de identidade. Pelo facto de serem somente onze jogadores amontoados em campo, sem qualquer lógica ou modelo pré-definido. José Couceiro nunca foi bom treinador e ainda que actualmente não tenha tido tempo para implementar as suas ideias, e ainda que possa ser muito injusto afirmá-lo tão precocemente, é impossível não crer que com outra capacidade de compreensão dos princípios do jogo e com mestria táctica, mesmo com somente quinze dias de trabalho, seria capaz de ter uma equipa sua a não ser subjugada durante (quase) uma partida inteira.

É bem provável que a principal diferença que separa Paulo Sérgio de Couceiro, seja a boa liderança do ex-treinador do Sporting. Com ele, sempre havia vontade de ir à luta, mesmo que fosse somente para apanhar, como tão bem afirmou.

P.S. - Há que aproveitar como nunca o factor casa. Com as saídas de dificuldade elevada que ainda estão por fazer, tal será determinante.

P.S. II - Como bem afirmou Carlos Brito, não se pode centrar toda a análise do jogo na incapacidade do Sporting. O Rio Ave foi uma surpresa bem agradável. Está de parabéns o treinador vilacondense. O Rio Ave joga bem mais (se for sempre assim) que dois terços das equipas da Liga.

P.S. III - Atenção a Júlio Alves. Primeiro ano de sénior e muita maturidade. É claramente um jogador a seguir.

P.S. IV - Dificilmente o Sporting perderá o terceiro lugar. Todavia, tal não é uma afirmação que mostre empatia pelo futebol leonino. É que quem vem atrás (Vitória de Guimarães) não tem uma ponta de qualidade colectiva. Manuel Machado com a qualidade individual de um Beira Mar desceria de divisão. Mas, atenção ao Sporting de Braga. O Paços joga muito, e tem valorizado muito os seus activos. Todavia, não joga com as mesmas armas.

P.S. V - Mais uma época como a actual, e o Sporting estará preparado para vender Rui Patrício por 20 Milhões. Porém, todos os outros juntos não perfarão um terço do valor do melhor guarda redes português da actualidade.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sucessor de Vitor Baia?


"O melhor guarda redes português foi o heroi inesperado, na pré-eliminatória de acesso à Liga dos Campeões. Apesar da sua juventude, Patricio é cada vez mais, um guarda redes experiente e experimentado. De Camp Nou a Old Trafford, passando pelo Olimpico de Roma, poucos são os grandes palcos europeus que ainda não pisou. É difícil compreender como não faz parte do lote de selecionados por Carlos Queiróz". Agosto de 2009.

De lá para cá, Eduardo tornou-se uma referência. Não invalida, porém, o potencial que Rui Patricio ainda tem para se tornar recordista de internacionalizações. É que não é vulgar ser-se tão imponente na baliza aos 22 anos.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Robertazo!

Recordo perfeitamente como foram as primeiras (segundas e terceiras?) impressões.

Recordo também o que foi escrito a 29 de Agosto, depois do SL Benfica - Vitória de Setúbal: "- Roberto deu pontos ao Benfica. Com tamanha injecção de confiança, surgirá finalmente o "sim ou sopas". Se era apenas questão mental, o Benfica ganhou um guarda redes. Se voltar a falhar, é uma questão de (falta de) qualidade. Aquela parada ofereceu 3 pontos ao Benfica, porém suscitou uma série de dúvidas na mente de quem lidera. E o mercado encerra 3a feira;"

De lá para cá, em catorze jogos da Liga, o espanhol não sofreu golos em dez. Uma performance fantástica, para a qual também muito contribuiu.

P.S. - Se há posição em que os três principais clubes nacionais estão realmente bem servidos, essa parece ser a de guarda redes.

domingo, 25 de julho de 2010

Sporting X Tottenham


Ponto Prévio. Duas equipas extremamente desfalcadas, a jogar perante um calor assolador, nunca poderiam proporcionar um espectáculo inolvidavel. Carlos Manuel, o comentador de serviço da Sportv, com uma incrível experiência como jogador referiu-o por diversas vezes. Dadas as circunstâncias do jogo, dificilmente os jogadores entregariam a mesma disponibilidade do momento ofensivo, no defensivo.

MAIS

- Vontade e capacidade, ainda que em zonas relativamente baixas do campo, para jogar um futebol apoiado. A excepção é Miguel Veloso. Porém, com tamanha qualidade de passe longo, não raras vezes opta bem.

- Atributos técnicos de Valdés e Matías.

- Decisão por um pressing mais alto (ainda que em determinados momentos, não tenha sido respeitado por todos os jogadores. Logo, condenado ao insucesso).

- Vitória no torneio. É de pequenas conquistas, e da sede por mais, que se parte para algo mais valoroso.

MENOS

- Coordenação da linha defensiva. Uma linha que se pretende rigorosa não pode ter jogadores mais à frente que outros, tão pouco resistirá ao facto de não haver proximidade entre os quatro defesas. Ao longo de todo o jogo, a defesa do Sporting parecia um grupo de amigos perdidos em campo.

- Coordenação do sector defensivo com o meio campo. Simplesmente não existe. A desvantagem de não ocupar o espaço imediatamente à frente dos defesas centrais, é o permitir o jogo entre sectores ao adversário. Com apenas um passe vertical, para um avançado em apoio frontal, a situação de jogo passa para um 3 (avançados)x 4 (defesas). Ou seja, um simples passe para as costas do meio campo, permite ultrapassar seis jogadores. Aconteceu demasiadas vezes. Quando tal sucede, e se o avançado tiver capacidade para enquadrar com a baliza adversária, sucedem-se os lances de perigo, quer pelas penetrações dos alas, quer até pela própria possibilidade de remate do portador da bola.

- Ainda que desprotegidos pelo colectivo, as exibições individuais de todos os defesas leoninos, assim como a forma como Rui Patricio é batido no segundo golo, foi obviamente negativa.

MAIS OU MENOS

- Porque não apresentar a (quase) tempo inteiro, o onze para o primeiro jogo oficial? Que será já o próximo.

- Irreverência, nem sempre bem sucedida de Diogo Salomão.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Mais e Menos da Semana

MAIS

Falcao, Aimar e Alan

O colombiano tem sido uma agradável surpresa. Não é somente um (excelente) finalizador. Tem, também, capacidade para, através da sua inteligente movimentação, criar espaços e oferecer soluções ao portador da bola, na fase de criação de jogo ofensivo. A rever.

O argentino é o jogador com mais técnica e mais inteligência da Liga Sagres. Na semana em que volta à selecção argentina (Se Diego Maradona, enquanto treinador, demonstrar um décimo da competência que tinha enquanto jogador, Pablo Aimar será, obviamente, titular. E de caras.) pouco sobra para dizer.

Alan, sempre foi um jogador razoável. Velocidade e técnica as suas principais características. Quando na época transacta, aos seus atributos, juntou cultura táctica, elevou as suas exibições para patamares de rendimento por si, nunca antes atingidos. Na nova época, tem sido uma das figuras de referência do líder.

MENOS

Polga

Com a agilidade de um hipopótamo e a velocidade de um caracol, há imenso tempo que Polga já não é jogador de futebol (quanto mais para uma equipa da dimensão do Sporting). Paulo Bento parece ser o único que ainda não o percebeu. No lance em que comete penalty e acaba expulso, é inadmissível que alguém com tantos anos de experiência ofereça o corredor central ao portador da bola. Pior se torna, quando este é esquerdino, e vem do corredor lateral direito, para dentro...

MAIS OU MENOS

Rui Patrício

O melhor Guarda Redes português fez uma exibição absolutamente soberba. Bastante seguro, defendeu tudo o que foi possível, e por vezes, o que parecia impossível. Ainda que possa custar a perceber, aquele não é, claramente, o elo mais fraco da equipa leonina. Se não entra no MAIS, foi só porque alguns colegas não o ajudaram.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Mais e Menos da Semana


MAIS

Rui Patrício

O melhor guarda redes português foi o heroi inesperado, na pré-eliminatória de acesso à Liga dos Campeões. Apesar da sua juventude, Patricio é cada vez mais, um guarda redes experiente e experimentado. De Camp Nou a Old Trafford, passando pelo Olimpico de Roma, poucos são os grandes palcos europeus que ainda não pisou. É difícil compreender como não faz parte do lote de selecionados por Carlos Queiróz.

MENOS

Domingos Paciência

Após nove vitórias, em catorze jogos europeus, na época transacta, o Sporting de Braga passou para duas derrotas em dois jogos. O adversário, o Elfsborg. Pior seria impossível e impensável. Alguém quer apostar que os 50 pontos obtidos na edição anterior da Liga Sagres, serão meta inatingível para Domingos?

MAIS OU MENOS

Farías

Farías é um goleador. O ratio golos por minuto é elevadíssimo. Contudo, tem limitações que o impedem de ser muito dado ao colectivo. É lento, pouco tecnicista, e no fundo vale pelos movimentos na área. Onde, é um jogador de excelência. Apesar de se perceber o porquê de não integrar as escolhas iniciais de Jesualdo Ferreira (mas, não em detrimento de Varela. Claro.), é difícil compreender a contratação de um jogador (Falcão), com as mesmas características, mas com, previsivelmente, menos qualidade. A incessante procura, no mercado, por um novo avançado, é uma forma bastante injusta de menosprezar o que Farías pode dar ao FC Porto.