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sexta-feira, 2 de março de 2012

"Some guys have all the luck"


Ulisses Morais no Beira Mar.

Roda, roda, roda, e vai dar sempre ao mesmo.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A tomada de decisões, a confiança e a tranquilidade


"No último passe podiamos ter tido melhores ideias. Quando alcançarmos a manutenção, seremos uma equipa mais tranquila e apta a ter melhores decisões". Ulisses Morais.

Ulisses Morais a falar em decisões, reconhecendo-as como algo determinante no jogo, já é um upgrade.

Contudo, fica sempre a dúvida sobre o que entenderá o treinador por decisões. E claro, se sabe reconhecer o melhor comportamento a adoptar em cada instante.

No imediato, importa perceber que as boas decisões não dependem da confiança ou da tranquilidade. Tais aspectos são decisivos na execução dos diferentes gestos técnicos. Não intervêem, porém, na tomada de decisão. Um jogador tranquilo e confiante, tenderá a ter mais capacidade para colocar em prática a decisão tomada. Não em optar por uma melhor decisão. Estar tranquilo não aumentará a percepção do jogador sobre o jogo. Não lhe permitirá saber qual a melhor forma de resolver cada situação. A tranquilidade e a confiança, incidirão na parte técnica, na performance do gesto técnico. Não na compreensão mental do jogo. A decisão será exactamente a mesma, aumentando no entanto, o potencial de sucesso da mesma (Di Maria confiante, continuará a tentar driblar os 11 adversários. Passará somente a ter maior sucesso na sua má decisão), em virtude de se estar mais ou menos confiante.

Por isso, caro Ulisses, esse brilhantismo que dizes ter sido hoje alcançado, poderá mesmo ser o máximo a que uma equipa sua poderá almejar.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mais e Menos da Semana


MAIS

Paulo Sérgio

O bom trabalho desenvolvido na capital do móvel, projectou-o para patamares mais elevados. Pela organização e primazia por uma cultura de colectivo, aplicada no Paços de Ferreira, parece merecer a aposta. O primeiro jogo correu bastante bem. Aguarda-se aposta nos mais talentosos (Rui Miguel, Nuno Assis, João Alves e Douglas) em detrimento dos que para além de correrem , só servem para perder a bola (Targino e Jorge Gonçalves). Com benefícios para o Vitória, que tem qualidade individual mais que suficiente para lutar pelo quarto lugar na Liga.

MENOS

Fernando Sequeira (Presidente do FC Paços Ferreira)

A contratação de Ulisses Morais é somente mais um caso de "baralha e volta a dar" no futebol português. Não se percebe ao certo quem toma e porque toma estas decisões. Contudo, não duvide que esta é mais uma das razões para que a maioria das equipas portuguesas se apresentem a jogo de forma quase arcaica.

MAIS OU MENOS

Paulo Bento

De regresso às vitórias. Porém, começa a faltar paciência para assistir aos jogos do Sporting. Suplício do princípio ao fim. Muito há para mudar no estilo de jogo leonino, e não parece que Paulo Bento seja capaz de o fazer. Terá a equipa atingido o limite dos seus indices motivacionais? A passividade constante de todos os jogadores, assim o sugere.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mais e Menos da Semana


MAIS

Jorge Costa

O Algarve volta a estar representado na Liga Portuguesa. Jorge Costa é o principal obreiro. Poucos treinadores portugueses terão a astúcia táctica de Jorge Costa. Os muitos anos de prática, vendo sempre o jogo pela frente, e a oportunidade de ter sido orientado por José Mourinho, contribuiram de forma decisiva para lhe aumentar o leque de conhecimentos sobre o jogo. Desconhece-se se é capaz de aplicar e transmitir, tudo o que sabe. Se for capaz de operacionalizar os conhecimentos que tem, o futuro, enquanto treinador de futebol, será, por certo, risonho.

MENOS

Ulisses Morais

A Naval é uma das equipas da Liga, com alguma qualidade individual. Se é certo que conseguiu, a espaços, produzir um futebol agradável, acente em transições rápidas para o ataque, pelos corredores laterais, explorando o talento de Davide e a velocidade de Marinho, terminar a prova num 13º lugar, fica muito áquem das expectativas iniciais.

MAIS OU MENOS

Manuel Machado

Se é certo que terminou a época à frente do seu eterno "amigo", Jorge Jesus, o jogo de Alvalade, demonstrou, claramente, que Machado está a anos luz de ter capacidade para voos mais altos. O processo ofensivo é bem trabalhado. As movimentações, combinações ofensivas e transições são boas. Contudo, o processo defensivo é lastimável. A caça ao homem que incute nas suas equipas, esperando que o central livre, faça todas as coberturas defensivas, tornam-as demasiado frágeis. Muito facilmente se encontram soluções (através da mobilidade dos jogadores da frente) para fazer golos a quem assim defende. Os golos de Derlei são o espelho do quão frágil e mal posicionada pode ficar uma defesa que usa referências individuais a todo o instante.