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domingo, 24 de abril de 2016

Estrelinha do Benfica?

Não! Organização defensiva, e três pontas de lança que na área movem-se como ninguém. Três pontas de lança fantásticos nos momentos de finalização dão ao Benfica a possibilidade de criar menos que os rivais para marcar mais.

Com aqueles jogadores na área adversária, qualquer ataque pode terminar no fundo da baliza adversária. Extraordinariamente fortes a atacar as zonas de finalização seja com que superficie corporal o façam, Raul, Mitroglou e Jonas são letais.

Defensivamente, qualidade colectiva em cima da qualidade individual de um grande Lindelof.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Iceman no centro da defesa

Que central tem o SL Benfica!

Ainda com muito para melhorar defensivamente no controlo da profundidade, sobretudo na distância para a contenção quando define linha de cobertura. Há posicionamentos que carecem de ser revistos. Ainda que aborde com qualidade os lances e resolva muitas vezes, mesmo por linhas diferentes os problemas que descobre, parecendo que adivinha sempre os lances. Com bola um regalo. Inteligência suprema e classe. Atrai e começa a desequilibrar logo na construção. Conduz, fixa e solta. Sempre que tem posse há ideias. Nunca joga por jogar. Procura do passe dentro que queima linhas sempre uma constante sempre que possível. Notável para um defesa central que até hà tão pouco tempo nem sonharia pisar a relva em jogos tão importantes. 


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Liderar - Quem escolher para subir?

Um pormaior que mostrou fazer a diferença naqueles que são vistos como gigantes da formação e promoção de jovens jogadores à equipa principal (Ajax e Barcelona) tem a ver com as escolhas de quem sobe e quando sobe. 

O quando, tem a ver com 2 factores; Necessidade da equipa principal ou mérito do jogador.

Uma lesão ou um castigo de um jogador da equipa A, ou o jogador estar a revelar capacidade para jogar num patamar superior, sendo capaz de lutar pela titularidade com o colega que já está no topo da pirâmide desse clube.

O quem, normalmente não cria grandes duvidas. Normalmente cada equipa tem 1 jogador que joga regularmente numa posição, e um que também la pode jogar, logo, se o GR da equipa principal está castigado, e o 2o está lesionado... avança o GR titular da segunda equipa.

Ainda ontem, o GR do Milan tinha 16 anos. Normal haver ansiedade e erros e tudo e mais alguma coisa. Mas imaginem como se iria sentir o jovem que fez um bom jogo com o Nápoles, se em vez dele... tivesse ido o médio centro suplente da segunda equipa assumir como guarda redes.

Parece incrível não é? Um médio centro suplente assumir na equipa acima como guarda redes parece algo de um filme muito estranho.

Então e se for o avançado suplente da equipa b a assumir a lateral direito da equipa principal? já parece algo mais normal?

Mesmo acreditando que o ensino do jogo torna qualquer (bom) jogador capaz de jogar em qualquer posição e em qualquer modelo de jogo... será que alguém que passa regularmente pelas vivências e exigências da posição não está mais bem preparado para uma exigência superior, do que alguém que joga numa posição completamente diferente?

O que será que isto diz a um jogador, internacional pelo seu pais naquela posição?

O que é que isto quer dizer ao grupo de jogadores da equipa A e da equipa B?